Empreendedorismo e RH na pandemia com Cris Arcangeli e Edu Gouveia – Melhores Momentos

Tempo de leitura: 5 min
Livee com Cris Arcangeli

Como será a liderança no novo normal? O que acontece com o Empreendedorismo , gestão de pessoas e RH na pandemia?

Esse foi o tema do debate desta quarta-feira, 16, entre a empreendedora, investidora, CEO da beauty´in e “tubarão” no programa Shark Tank Brasil, da Sony,  Cristina Arcangeli e Edu Gouveia, conselheiro da Vee, especialista em loyalty, meios de pagamento e benefícios . A mediação foi de Raphael Machioni, CEO da Vee.

Reveja a liVEE com Cris Arcangeli e Edu Gouveia

Como será a gestão de colaboradores no “novo normal”?

Cris Arcangeli compartilhou sua experiência com crises e disse ter se mantido serena.

Esse é um momento de grandes transformações. Eu já passei por grandes crises na minha vida, então isso não é uma coisa que grande me assusta”, contou. Eu sei que o pessoal de 30 anos ainda não viu crises, porque nos últimos 20 anos tivemos anos bastantes estáveis pertos dos anos que eu vi, no meu começo como empreendedora. Então hoje, eu sei, que com a crise, mais oportunidade vem também. Quando surgem dores, novas oportunidades para trazer soluções.”

E ela completou:

“Como líder, a minha posição, foi o momento de compartilhar essa paz, um pouco de calma. Estudar nosso mercado e ver as transformações que vieram com este impacto”.

O conselheiro da VEE Edu Gouveia revelou que, apesar da crise, sentiu um momento de muito acolhimento e empatia entre as pessoas.

“Nunca passei por uma crise com uma extensão tão forte como essa, de ‘jogar’ todo mundo em casa, lockdown. Mas foi um momento muito rico também, de empatia, de acolhimento”, contou Edu, ex-CEO de Livelo, Alelo, e Multiplus, entre outras. “A tempestade é igual para todo mundo, mas a gente está em barcos diferentes. Pessoas sofrendo mais ou menos. Então foi a hora de tratar cada um individualmente. O líder chegar perto, fazer o ritual de proximidade. Tem muita gente sofrendo. O papel do líder agora é de empatia, de acolhimento, de entender, de chegar perto”.

A importância do digital e da tecnologia

Cris Arcangeli também mostrou o seu ponto de vista sobre a mudança às pressas para o digital e o trabalho remoto. Ela aproveitou para explicar qual é, na sua opinião, o grande problema que enfrenta no Brasil.

“Foi uma transformação desde quando decidi que não ia voltar para o varejo e iria focar mesmo no digital. Eu tive o primeiro produto físico vendido no Hotmart, as pessoas ainda não tinham esse costume na época. E isso surgiu mais apressadamente na quarentena. Mas acredito que as pessoas aprenderam a usar e entenderam a lidar com isso. Mas o grande problema é que no Brasil a gente tem um problema muito grave com logística. O maior desafio agora é a distribuição.” 

Edu Gouveia também afirmou que o consumidor atual está muito exigente e que as tecnologias estão trazendo um senso de urgência muito maior.

“O mercado também está muito exigente. Se um produto demora um ou dias para chegar, parece que ele está demorando muito. O celular trouxe um senso de urgência muito grande. Tudo precisa ser para agora e a gente teve que lidar com essa impaciência durante a pandemia, contratar e treinar funcionários para lidar com isso durante a crise.”

Como lidar com tantas mudanças no trabalho?

Edu Gouveia afirmou que a flexibilidade foi essencial para o RH na pandemia e será também para a readaptação futura.

“A readaptação vai ser voltar ao escritório. Não vai ser igual ao modelo antigo, haverá novas regras. E eu acredito muito no equilíbrio.” Ele explicou: “Neste momento, por exemplo, estou em Recife, e estou trabalhando como se estivesse em São Paulo. Então essa flexibilidade faz com que os talentos sejam não mais locais, mas globais. As fronteiras caíram.”

Já Cristina Arcangeli, mostrou preocupação com as mudanças drásticas e disse que é preciso ter cautela na hora de tomar decisões importantes.

“Eu me preocupo um pouco, porque acredito que acho que não dá para ser 100% online. Acho muito cedo, uma atitude muito drástica para poucos meses dessas experiência, porque está todo mundo em casa obrigatoriamente, então está funcionando ‘na marra’. A gente deveria esperar um pouco tudo voltar para tomar essas medidas definitivamente.” 

A nova era do RH na pandemia

O conselheiro da VEE, Edu Gouveia, contou como foi o início da pandemia e que agora é necessário mirar na retomada.

“A gente teve momento de muito choque no começo, quando foi decretado o lockdown. Tiveram várias empresas em que tenho atuação que estavam mais preparadas e outro bem menos preparadas. Tivemos que cuidar das pessoas, não somente com notebooks, mas da saúde mental. Mas outro cuidado foi com as próprias empresas, olhar o caixa, se preparar para o pior. Cuidamos da cadeia de suprimentos, desde o fornecedor. E agora, estamos mirando na retomada.”

Edu completou:

“Empresas que tinham culturas bem definidas se saíram muito bem. Tenho certeza que a empresa da Cris foi uma delas, porque ela tem uma liderança muito forte. Outras empresas que estavam com culturas mais largadas sofreram um pouco mais.” 

O que o RH pode fazer para ajudar os colaboradores agora mesmo?

Edu Gouveia é taxativo sobre como deve agir o RH na pandemia (e depois dela).

“O conselho agora é: cuide da saúde mental da turma. Tem muita gente trabalhando em apartamento pequeno, sem sair de casa a meses. Isso é muito importante”.

Cris Arcangeli afirmou que foi uma época de sair da zona de conforto de novos descobrimentos:

“Existem mercados que foram muitos desafiados, como o turismo, festas, etc. Mas todo mundo saiu da zona de conforto. Foi época de testar. No fundo, essa quarentena e essa mudança toda, com todo esse sofrimento, trouxe muitos descobrimentos e adaptações. Foi uma oportunidade que nós tivemos para exercitar muitas coisas.”

Cuidado com os colaboradores

Cris finalizou o bate papo afirmando a importância de cuidar de pequenos e médios empreendedores e quais foram sua ações durante a crise.

“Essa pandemia trouxe uma coisa bastante impactante, no meu ponto de vista, pois ela escancarou as diferenças sociais. Então quando você vê uma classe que se isolou em praias, fazendas, como se o mundo tivesse acabado, ainda existem pessoas que precisam pagar suas contas e precisam sair no dia a dia. Então, eu desde o começo da quarentena me coloquei para ajudar os pequenos e médios empreendedores, porque me solidarizei com essa situação, acho que foi muito pouco tratado, mesmo com todas as linhas de créditos liberadas.” 

Edu completou a fala de Cris, reafirmando que, mais do que nunca, o RH e a liderança devem andar juntos, para que os funcionários possam usufruir de um líder empático.

“Eu vejo o papel da liderança e do RH com uma proximidade muito grande. É importante entender a especificidade de cada um. A gente está tendo um problema muito sério de saúde mental agora, as pessoas estão estressadas e a gente tem que respeitar isso. O papel do líder e do RH é de empatia, de entender o funcionário e se aproximar dele.” 

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Como reforçar a marca empregadora em momentos de crise

Tempo de leitura: 3 min
Como reforçar a marca empreendedora após a crise

Manter o padrão da  reputação corporativa em meio a uma crise na qual diferentes companhias estão diminuindo seus quadros pode parecer uma missão difícil de superar, mas é possível sim e há cases para provar isso. Até mesmo nos momentos mais complexos a gestão de pessoas deve continuar sendo uma prioridade. É isso que fazem várias empresas que aparecem nas listas do GPTW – Great Places To Work: cuidar de sua marca empregadora.

É o que acontece com Mercado Livre, Boticário, Magalu e Natura. Todas elas têm o selo de excelente lugar para se trabalhar da HSR Specialist Researchers, que no passado mês de março publicou um ranking de marcas transformadoras que continuaram sendo relevantes para o consumidor mesmo durante a crise gerada pela pandemia de Covid-19, considerando  três aspectos:

  • Lembrança espontânea da marca em ações voltadas para o combate à pandemia; 
  • Potencial de comunicação considerando o número de seguidores nas redes sociais; 
  • Associação da marca aos seis atributos essenciais para construção de imagem de marca transformadora, como investimento em segurança dos colaboradores, 

Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho do Magazine Luiza e presidente do Grupo Mulheres do Brasil, já falou sobre a experiência do Magalu como marca empregadora durante momentos de crise.

Pessoas antes de negócios como base da marca empregadora

Já faz algum tempo que o Great Place To Work vem sinalizando a ligação entre bons resultados nos negócios e boa gestão de pessoas. Priorizar o cliente interno, ou seja, os colaboradores é base para a que uma empresa seja sustentável seja em momentos de mais tranquilidade ou naqueles mais difíceis. Cuidar dos funcionários e ouví-los tem impactos reais.

Um estudo do ranking Great Place To Work de 2019 apontou que colaboradores enviaram, em média, 2623 sugestões para cada  organização que figura na lista das 150 Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil. Uma média de 2077 delas por companhia foi efetivamente colocada em prática, o que corresponde a quase 80%. Essas ideias renderam um ganho médio de de R$ 201 milhões para elas.

Mas os resultados vão além da inovação e dos ganhos financeiros brutos, alcançando até mesmo a  imagem da marca perante os seus consumidores. De acordo com um estudo do LinkedIn, quando a marca empregadora é trabalhada adequadamente, a marca de consumo tem tendência a receber mais reconhecimento de clientes.

Solidariedade também atrai atenção 

A consultoria Demanda fez uma pesquisa para identificar quais foram as marcas mais recordadas pelos consumidores em relação a solidariedade, isso mesmo durante a pandemia. 

Todo o top 3 já figurou, em algum momento, no ranking de melhores empresas para se trabalhar. A conclusão é simples: existe um forte vínculo entre o employer branding e a marca de consumo. Ou seja: investir na sua marca como empregador vai além dos impactos no time.

índice de confiança das empresas eleitas como as melhores para se trabalhar normalmente é acompanhado de uma visão positiva que os consumidores têm das empresas, como o próprio Great Place To Work identificou. Assim, quanto maior a confiança dos colaboradores, maior o nível de satisfação do cliente.

3 dicas para gerenciar a imagem corporativa em momentos de crise

Algumas ações simples podem mitigar o impacto da crise corporativa causada pela pandemia do novo coronavírus. Veja as dicas:

1. Transparência na empresa é fundamental

Este é um momento de incerteza e, naturalmente, as pessoas estão inseguras sobre os seus postos de trabalho e até mesmo sobre o futuro da empresa em curto e médio prazo. Uma política de portas fechadas e silêncio vai apenas aumentar a sensação de medo dos seus colaboradores. 

Empresas que ainda não tenham uma política de transparência e comunicação aberta com os colaboradores têm essa oportunidade para rever isso. Aquelas que já tem uma via de diálogo aberta, podem melhorar ainda mais essa relação.

2. Ofereça apoio aos seus colaboradores caso a demissão seja inevitável

Nem todas as empresas podem garantir estabilidade aos seus funcionários neste momento. Se demissões precisarem ser efetuadas, seja sincero ao explicar os motivos de desligamento, os critérios usados para isso e ofereça ajuda aos ex-funcionários, como por exemplo indicando os profissionais para o mercado.

3. Crie conexões reais entre a sua marca e o seu público

Um estudo da Kantar Insights sobre o período de pandemia mostrou que 67% esperam que as empresas ajudem de alguma maneira os consumidores e que 75% repudiam a autopromoção. Ou seja, as marcas devem amparar os colaboradores e clientes de forma honesta.

Karina Collenghi, especialista da consultoria, é taxativa: “Nós percebemos quando alguém está tentando se autopromover”.

Em resumo: ter uma imagem corporativa de qualidade traz benefícios em diversos âmbitos do negócio, não apenas para o time. Se você quer saber como fortalecer a sua marca empregadora, avaliar as experiências dos seus colaboradores e ser mais rentável, conheça a jornada para transformar a sua empresa em um Great Place to Work.

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O mercado de benefícios não vai ser mais o mesmo após a pandemia de COVID-19

Tempo de leitura: 3 min
Como será os benefícios flexíveis pós quarentena

Entre as profundas transformações que a pandemia de COVID-19 proporcionou à sociedade, uma das mais significativas acontece no ambiente de trabalho. A relação entre empresas e colaboradores dificilmente vai ser a mesma, exigindo em novos modelos e alternativas que combinem a produtividade desejada pelas organizações com o bem-estar e os objetivos dos trabalhadores. O home office, evidentemente, é o símbolo dessa nova realidade, mas outro conceito cresce em importância nas atuais circunstâncias: o mercado de benefícios e, consequentemente, os benefícios flexíveis. 

Um novo mercado de benefícios para uma nova geração

Por muito tempo, as empresas apostavam em benefícios fixos para se tornarem mais atrativas, retendo talentos e contratando melhores profissionais. Além do salário, os funcionários costumavam ganhar vales para utilização no transporte e em restaurantes, aproveitando a hora do almoço no expediente. A questão é que essa realidade não faz mais parte do dia a dia dos colaboradores após a quarentena. Se o profissional trabalha de casa, ele não vai gastar com transporte nem com restaurante, deixando essa vantagem parada em muitos casos. 

É justamente nesse ponto que entra o conceito de benefícios flexíveis. Em vez de distribuir as vantagens em diferentes cartões e recursos, limitando e dificultando seu uso pelos colaboradores, essa categoria proporciona maior autonomia, liberdade e praticidade. Afinal, todos os valores vão ser depositados em uma única conta e podem ser usados dentro das regras que a empresa permitir a seus colaboradores. Se a pessoa quer gastar mais com entretenimento do que com alimentação, ela pode, sem ter que recorrer a seu salário. 

A pandemia de COVID-19 apenas acentuou essa facilidade dos benefícios flexíveis. Se a funcionário faz o home office e a maioria das empresas está com as portas fechadas, operando em canais on-line, os hábitos de consumo e a própria utilização desse recurso passarão por transformações – e o colaborador espera, mesmo de casa, usufruir das vantagens que ele conquistou em seu trabalho. Se não dá para usar em restaurantes, por que não usar o dinheiro em supermercados? É possível compensar os colaboradores mesmo diante da pandemia do novo coronavírus. 

Pandemia mudou definitivamente a relação das pessoas com os benefícios corporativos

Um rápido levantamento em nossa base de clientes aqui na Vee mostra a necessidade cada vez maior dos trabalhadores em possuírem benefícios flexíveis. Se antes do novo coronavírus as categorias refeição e alimentação eram as preferidas dos trabalhadores, responsáveis por 57,2% e 20,2%, respectivamente, da movimentação, hoje a situação mudou. Gastos com alimentação ocupam a preferência, com 36,7%. A utilização com atividades culturais, como streaming e livros, passou para a segunda posição, com 25,9%. Já saúde passou de 7% para 17,97%, um crescimento de 156%. 

Investir em benefícios flexíveis, portanto, não é simplesmente uma adaptação durante a pandemia de COVID-19. Na verdade, é uma questão estratégica para atrair os profissionais mais talentosos e, assim, crescer em seus segmentos. Quando tudo se normalizar novamente, o ambiente de trabalho vai ser remodelado, e o que fazia sentido antes para os colaboradores pode não ser mais relevante no futuro. A partir de agora, as pessoas irão valorizar a autonomia, a personalização e a praticidade – algo que só a flexibilidade das vantagens pode proporcionar no dia a dia. 

Quer saber como a Vee pode ajudar a sua empresa a oferecer o que há de melhor no mercado de benefícios para os seus colaboradores? Entre em contato com a gente: https://vee.digital/contato

Assinatura Raphael GPTW
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Como a Vee se tornou um GPTW em meio à pandemia da COVID-19

Tempo de leitura: 4 min
Como a Vee foi certificada pelo GPTW em meio à pandemia

Mesmo com muita gente qualificada no mercado, nem sempre as empresas encontram profissionais no momento certo. E, quando conseguem, ainda precisam oferecer benefícios suficientes para motivá-los e retê-los em seus quadros funcionais. O GPTW surgiu, justamente, para dar uma força nesse desafio.

O GPTW (Great Place to Work) é uma certificação internacional concedida às empresas que oferecem os melhores ambientes organizacionais. O selo, criado em 1991, está presente em mais de 60 países ao redor do mundo. 

Veja como funciona esse processo, e como a Vee se tornou uma ótima empresa para se trabalhar mesmo durante a pandemia. Boa leitura!

Como é processo para obter o selo GPTW que a Vee recebeu? 

O primeiro passo para a empresa obter a certificação é realizar um diagnóstico sobre a qualidade do ambiente e da cultura organizacional. Para isso, a GPTW oferece uma avaliação total da organização.

Esse teste é feito através de um relatório, que dá ênfase a 3 aspectos: 

  1. A percepção que os funcionários têm sobre a sua área e seus gestores diretos;
  2. A forma como os funcionários percebem a organização como um todo, bem como sua alta direção;
  3. A média das avaliações de todas as empresas de um determinado grupo. Participam todas as empresas premiadas entre as 150 Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil.

Para conseguir o selo, a empresa precisa atingir nota mínima de 70. Ou seja, 7 entre 10 funcionários devem estar satisfeitos com a organização. 

As empresas que atingirem essa pontuação estarão certificadas por 12 meses e serão elegíveis ao ranking das Melhores Empresas para Trabalhar.

Leia mais: 5 lições pós-pandemia que as empresas podem aprender com a Mastercard

Quais os critérios avaliados na pesquisa GPTW? 

Ao todo, são avaliados 5 critérios distribuídos em 3 dimensões: 

Primeira dimensão 

Diz respeito à relação entre colaborador e gestor. Nesse momento são analisados os seguintes quesitos:

  • Credibilidade: Avalia se os funcionários consideram seus gestores confiáveis quanto a sua  comunicação, integridade e competência;
  • Respeito: Demonstra se os funcionários se sentem respeitados por seus gestores. Para isso, são monitorados os níveis de suporte que os colaboradores recebem de suas lideranças;
  • Imparcialidade: Refere-se à justiça percebida pelo funcionário no ambiente de trabalho.

Segunda dimensão

Evidencia como o funcionário se sente quanto ao trabalho realizado na empresa. Fala do seu sentimento de orgulho para com as suas responsabilidades. 

Terceira dimensão

Trata-se das relações entre os pares. Mostra o grau de companheirismo, o quanto o colaborador aprecia as pessoas com as quais trabalha.

E o que acontece após essa avaliação? 

Com os dados da pesquisa, já é possível aplicar uma métrica de satisfação chamada Net Promoter Score (NPS). Consiste em responder a seguinte pergunta: 

  • “De uma escala de zero a 10, o quanto você recomendaria essa empresa para um amigo?” 

O resultado é dado através da diferença entre os percentuais de satisfação e insatisfação. Para a resposta, é importante que se haja espaço para comentário aberto (não obrigatório). Dessa forma, os respondentes podem dizer o porquê da nota.

Veja como foi o resultado da pesquisa GPTW da Vee Benefícios!

79% dos colaboradores responderam a pesquisa do GPTW sobre a Vee. Destes, 94% se declararam satisfeitos com as respectivas áreas e 91% com a empresa em geral. Esses números superam o benchmark dos 150 melhores GPTW Nacional 2019, que foi 87%. 

Os resultados da pesquisa também podem ser avaliados por agrupamentos, como cargo, idade e gênero. Na hora de responder, o próprio entrevistado escolhe o seu agrupamento. 

Para ter os seus resultados divulgados, os grupos precisam ter, no mínimo, 5 respondentes. Isso proporciona confiança a quem responde, pois o funcionário inseguro, temendo represálias, tende a se alocar em grupos que não é o seu.

Vantagens que os benefícios flexíveis trouxeram para o GPTW

Sabemos que os benefícios flexíveis são um importante fator motivacional para os colaboradores. Aqueles que produzimos para os nossos clientes e, claro, para o nosso time. Afinal, quando a empresa personaliza as vantagens, mostra que se preocupa com o que é prioridade para a vida de cada trabalhador. Esse posicionamento auxilia muito a retenção de talentos.

“Entre os princípios da Vee estão o ‘pensamento de dono’ e o ‘sempre é o primeiro dia’. Nosso time trabalha com autonomia e liberdade para dar ideias e sempre com aquele brilho nos olhos de estar começando algo novo. Isso realmente acontece aqui e torna o ambiente de trabalho muito bom”, conta o CEO e cofounder da Vee Raphael Machioni.

E isso é o que acontece na Vee. Os resultados de nossa pesquisa comprovam o engajamento e satisfação que os benefícios flexíveis proporcionam. Afinal, se somos um GPTW, é porque, de fato, nossos colaboradores pensam isso. 

Na Vee, trabalhamos para que as empresas sejam lugares melhores e mais atrativos para se trabalhar. E isso começa da porta pra dentro. Ser certificados GPTW mostra o nosso compromisso com o Employee Experience e com tornar o ambiente de trabalho melhor para o nosso time e, consequentemente, para os nossos clientes.”, explica o Founder da Vee, Marcelo Ramos.

Como para todas as empresas, a pandemia de Covid-19 é um desafio para o time da Vee, que agora trabalha em esquema de home office. Mas ao invés de ser encarada como dificuldade, a gestão remota acabou sendo uma oportunidade para o time desenvolver mais skills e inclusive confirmar ainda mais a importância da flexibilidade de benefícios. O Head de Growth e cofounder Eduardo Haidar explica:

“Temos como meta fazer o cliente dizer “uau” quando utilizar a Vee, e saber que ele não vai ficar sem benefício durante a pandemia, com tantos estabelecimentos fechados, já é um uau. Saber que trabalha em algo tão relevante na vida das pessoas é um motor para o nosso time”.

O que fazer com os resultados do GPTW? 

O primeiro passo é estabelecer as prioridades para que as ações possam ter efetividade. Recomenda-se, primeiramente, dar atenção aos seguintes aspectos: 

  • Médias mais baixas da organização;
  • Análise dos comentários (causa e efeito);
  • Principais gaps com a organização e benchmark.

Com esses resultados, os gestores devem evitar assumir sozinhos a responsabilidade por eventuais mudanças necessárias. Reagir de forma impetuosa também não será produtivo.

Em vez disso, é fundamental que a organização se concentre em seus pontos fortes. Dessa forma, conseguirá alavancá-los e utilizá-los para corrigir fragilidades.

Acesse nosso site e conheça tudo o que a Vee Benefícios pode fazer por sua empresa!

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Vale Refeição: entenda como funciona e quem tem direito ao benefício

Tempo de leitura: 3 min
Você sabe quem tem direto a vale-refeição? E no esquema de Home Office, o colaborador ainda recebe benefício? Leia o post para saber!

Durante a pandemia do novo coronavírus, o aumento do trabalho remoto despertou dúvidas sobre quem tem direito a vale refeição. Para lidar com a Covid-19, há novos aspectos legais que devem ser observados pelas empresas. E, a fim de que todos pudessem rapidamente se adequar à nova situação, algumas regras trabalhistas foram modificadas .

Hoje não é mais necessário alterar a modalidade de trabalho presencial para home office no contrato, por exemplo. Também é possível reduzir proporcionalmente o salário e a jornada. Porém ainda restam algumas dúvidas sobre determinados benefícios, e quem tem direito ao vale refeição no home office é uma delas.  

Veja, a seguir, como isso tem funcionado na pandemia, e quais as alternativas disponíveis para que empresas mantenham o benefício para seus funcionários. Boa leitura!

Quais as diferenças entre vale refeição e vale alimentação?

Antes de falarmos sobre as mudanças nos vales refeição e alimentação durante a pandemia, vejamos as diferenças entre eles.

O vale alimentação é um benefício pago mensalmente ao trabalhador para a compra de alimentos em locais específicos, como supermercados e estabelecimentos do gênero. Normalmente esses locais vendem alimentos, não refeições prontas.

Já o vale refeição tem a mesma lógica de funcionamento, porém sua utilização é mais restrita. Como o seu objetivo é custear as refeições do colaborador durante a sua jornada de trabalho, só pode ser utilizado em restaurantes e demais locais que prestem esse serviço.

Ambos são um auxílio para gastos com alimentação, porém não permitem compensação entre si. No modelo tradicional desses benefícios, se sobrarem créditos de refeições no mês, o trabalhador não poderá utilizá-los no supermercado, por exemplo. 

E como funciona o vale refeição no home office?

A questão sobre quem tem direito ao vale refeição no home office gera controvérsias. Ao contrário do que muitos pensam, o vale refeição não é obrigatório a todos os empregadores. 

Legalmente, a manutenção desse benefício no trabalho remoto dependerá do tipo de contrato firmado entre a empresa e o empregado. Se o contrato determina que o VR seja pago mesmo em situações de afastamento, então o funcionário terá direito ao benefício.

Caso esse contrato não tenha sido firmado antes da pandemia, empresa e empregado poderão fazê-lo. Esse novo acordo, então, poderá prever as regras do home office e os benefícios que serão garantidos na sua vigência.

Se o pagamento do vale refeição não estiver explícito nem no contrato original, nem em acordo posterior, o empregador não tem a obrigação legal de pagar o benefício. Entretanto, o que ocorre na maioria dos casos é um acordo entre empresa e funcionários para a manutenção desse auxílio durante o trabalho remoto.  Até porque o colaborador continua precisando se alimentar, claro.

O vale refeição é vantajoso para as empresas? 

Mesmo sem haver consenso sobre quem tem direito ao vale refeição no home office, a grande maioria das empresas tem mantido o benefício. 

Uma das razões é o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) , incentivo do governo federal para que as organizações forneçam alimentação saudável aos funcionários. Aderir ao PAT é opcional, mas as empresas que o fazem obtêm redução do Imposto de Renda. Além disso, podem também evitar que os gastos com refeição sejam incorporados aos salários, o que evita a incidência de impostos e encargos sobre o benefício.

Outro ponto importante a considerar é que os benefícios são fatores de motivação e de retenção de talentos. Quando a empresa promove ações para valorização do trabalhador, a satisfação e produtividade melhoram. Consequentemente, o colaborador será mais engajado, e a empresa terá menores índices de rotatividade de pessoas.

E como oferecer benefícios adequados às necessidades dos empregados durante a pandemia? 

Ainda é cedo para sabermos se o home office será definitivo após o isolamento. Entretanto, uma coisa é certa: o crescimento desse formato de trabalho trouxe novas necessidades para o trabalhador. E, para que possa atendê-las adequadamente, é fundamental que as empresas repensem e flexibilizem seus benefícios.  

Atenta ao novo cenário, a Vee disponibiliza uma série de benefícios diferentes que sua empresa pode oferecer. O cartão de benefícios da Vee permite, por exemplo, que o funcionário receba um Auxílio Home Office. O valor pode ser bloqueado para ser usado apenas para a compra de equipamentos e mobiliário para o escritório em casa.

Além disso, há também a possibilidade de pagamento de boletos de internet, luz e telefonia pelo aplicativo Vee Pay. Auxílio para gastos no home office, descontos para cursos online e em academias também são outras vantagens que a Vee pode oferecer.

Para saber mais sobre essas flexibilidades, entre em contato com a gente, e lhe ajudaremos a escolher os melhores benefícios para os seus colaboradores!

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LiVEE: A liderança no Novo Normal – O que sabemos das mudanças para empreendedores e RHs a partir de agora

Tempo de leitura: 2 min
LiVEE com Cris Arcangeli e Edu Gouveia sobre liderança no Novo Normal Pós Covid-19

A vida do empreender mudou muito após a pandemia do novo coronavírus, e o grande questionamento que fica é como será o RH e a relação com o colaborador a partir de agora. E é pra falar sobre isso que a Vee Benefícios está organizando mais um evento online, a Live  “A liderança no Novo Normal – que sabemos das mudanças para empreendedores e RHs a partir de agora”.

E a live vem com convidados de peso, entre eles: Cristina Arcangeli, empreendedora, investidora, CEO da beauty´in e “tubarão” no programa Shark Tank Brasil, da Sony. Também vai marcar presença Edu Gouveia, conselheiro da Vee, especialista em loyalty, meios de pagamento e benefícios. A mediação é de Raphael Machioni, CEO da Vee Benefícios.

O evento acontece no dia 16 de setembro, à partir das 18h30.  As inscrições são totalmente gratuitas. Você pode garantir sua vaga no link: https://beneficios.vee.digital/live-a-lideranca-no-novo-normal-com-cris-arcangeli-e-edu-gouveia/

 Inscreva-se na LiVEE “A liderança no Novo Normal

Sobre a Cris Arcangeli: 

Empresária, apresentadora e palestrante. Atua no mercado de beleza, bem estar  e de alimentos funcionais. Empreendedora serial é criadora de cinco empresas: Phytoervas, Phyta , PH – Arcangeli ,Eh e atualmente é CEO na beauty’in  e sócia do Fundo de Investimento Phenix. É também conselheira da Endeavor  e diretora do CJE da FIESP. É a Apresentadora feminina do programa Shark Tank no Canal Sony e Consultora de beleza e qualidade de vida multimídia. Tem três livros publicados e dois boletins diários no seu programa Manual, na Rádio Alpha FM, há mais de 10 anos. Tem um blog de saúde, beleza ,moda e bem estar e está presente em todas as redes sociais onde gera conteúdo para mais de 1 milhão de mulheres diariamente.

Faz palestras sobre empreendedorismo , empoderamento feminino, beleza e inovação no Brasil e internacionalmente. Foi uma das mulheres que mais influenciou o mercado de moda brasileiro com a criação  da primeira semana de moda brasileira. Ocupa a cadeira 21 da Academia Brasileira de Marketing e foi reconhecida com 24 prêmios, entre eles: Personalidade do ano pelo Governo do Estado de São Paulo, Mulher Mais Influente do País e Prix Veuve Clicquot de la Femme d’Affaires.

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Sobre Eduardo Gouveia: 

Expert em meios de pagamentos, loyalty e benefícios, Gouveia tem grande trajetória no setor. Entre 2016 e 2018 foi CEO da Cielo, uma das principais empresas de pagamentos do país. Também assumiu a Direção Executiva das empresas Alelo, entre 2013 e 2016, da Livelo, de 2014 a 2016, e da Multiplus, de 2010 e 2013.

Sobre a Vee Benefícios:

A Vee é uma HR tech brasileira que oferece um pacote completo de benefícios, através de benefícios flexíveis, descontos em academia, saúde emocional e clube de descontos. Operando comercialmente desde 2018, ela resolve um problema comum das empresas brasileiras: a gestão dos benefícios recebidos pelo trabalhador. A solução proporciona mais flexibilidade e liberdade ao colaborador, empoderando-o na utilização dessas vantagens. Em uma única plataforma, ele tem acesso a benefícios flexíveis, descontos em academias, saúde mental, clubes de benefícios e de viagens, entre outros. Além disso, possibilita às corporações oferecerem o mesmo pacote de vantagens de grandes multinacionais de forma gratuita para as empresas, garantindo que seus clientes consigam atrair e reter talentos.

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Guia completo sobre gestão de pessoas na empresa

Tempo de leitura: 8 min
Um guia completo para ajudar na gestão dos seus colaboradores

Você já ouviu falar em gestão de pessoas? Conhece os seus benefícios? Sabia que ela pode ser usada como uma excelente estratégia dentro da sua empresa? Para contar com uma gestão de pessoas de qualidade, você precisa entender mais sobre o assunto. Os benefícios que ela pode trazer, a melhor forma de estruturá-la, boas práticas realizadas pela equipe, além de erros comuns e como evitá-los.

Pensando nisso, fizemos este guia sobre gestão de pessoas na empresa para você começar a desenvolver essa estratégia agora mesmo!

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O que é a gestão de pessoas e quais são as atividades dessa área?

Em primeiro lugar, é importante esclarecer o que significa gestão de pessoas. Esse termo se refere a uma área da empresa que é responsável por um conjunto de práticas que acompanham e potencializam a jornada dos funcionários dentro da empresa, alinhando os seus objetivos pessoais com os da organização.

O início de suas funções se dá no momento do processo seletivo. É a equipe de gestão de pessoas que desenvolve ferramentas para encontrar o melhor candidato para a vaga exigida.

Após a contratação, o novo profissional será apresentado à cultura da empresa, conhecendo suas normas, valores, expectativas e atitudes que são compartilhados por todos os integrantes da organização, o chamando onboarding.

O time de gestão de pessoas também é responsável pelo treinamento desse novo colaborador para que ele realize as tarefas do cargo. Esse treinamento e o desenvolvimento devem ser constantes, o que significa que é a equipe de gestão de pessoas que acompanha o desempenho de todos os membros da empresa, de forma a encontrar pontos de melhoria e desenvolver as melhores capacitações para o time como um todo.

Também, é esse setor que deve se atentar às necessidades dos colaboradores relacionadas à saúde organizacional, segurança do trabalho e, ainda, cuidar das remunerações e benefícios. O time deve observar a qualidade da comunicação interna da empresa, as relações trabalhistas e o controle de dados dos funcionários da organização. Por fim, cuidam do processo de desligamento dos colaboradores, seja por motivos do profissional ou por falta de integração com os objetivos da empresa.

Como a gestão de pessoas pode ser estratégica?

A gestão de pessoas surgiu como departamento pessoal. Essa área era vista como um setor bastante operacional dentro da empresa, que deveria se preocupar com questões burocráticas relacionadas aos colaboradores, como folha de pagamento, registro de funcionários, controle de ponto, entre outros.

Entretanto, ao longo do tempo, ela evoluiu consideravelmente. Esses processos burocráticos ainda são importantes, mas hoje podem ser automatizados. Além disso, as empresas perceberam a importância do cuidado com os funcionários. Esse foco no colaborador recebe o nome de employee experience e visa a necessidade de investir em questões relacionadas à motivação e engajamento do time, produtividade, entre outras.

Foi nesse contexto que surgiu a gestão estratégica de pessoas. Esse setor passou a se posicionar, como o próprio nome já indica, de forma estratégica dentro da empresa. Isso significa que a organização tem um planejamento traçado e objetivos bem estabelecidos, assim, o papel da gestão de pessoas é conduzir os colaboradores para alcançá-los.

Afinal, quem efetivamente gera os resultados dentro de uma empresa são os profissionais que fazem parte do negócio. Dessa forma, é essencial que o setor de gestão de pessoas entenda quais são os objetivos estratégicos da empresa e atue, ativamente, na busca por eles.

Isso se dá de diversas formas. Em primeiro lugar, a gestão por competências pode ser uma das maneiras de posicionar o setor de forma estratégica. A valorização das diferenças e individualidades dos colaboradores e o investimento em benefícios flexíveis são outros exemplos. Ao longo do artigo, você vai descobrir mais sobre as melhores práticas para uma gestão de pessoas estratégica dentro da sua empresa.

Quais são as vantagens de contar com uma gestão de pessoas estratégica na empresa?

Entenda, agora, quais são as principais vantagens de investir em uma gestão de pessoas estratégica e de qualidade dentro do seu negócio.

Contratações com maior qualidade

A primeira vantagem a se observar quando se desenvolve uma gestão de pessoas de qualidade dentro empresa é poder contar com um processo seletivo mais eficiente. Pense que, para garantir o sucesso da marca, você deve contar com a excelência dos serviços prestados por seus funcionários. O início da jornada deles dentro da instituição se dá no momento da contratação.

Por isso, é de grande importância realizar processos seletivos que encontrem, entre os candidatos, aqueles que têm um perfil comportamental mais compatível com a ideologia e valores da empresa, além de terem as competências e habilidades desejadas. Com isso, você cria uma equipe mais motivada e apta para realizar as tarefas da jornada de trabalho.

Aumento da produtividade e da motivação

Quando você encontra os melhores funcionários para a empresa e se dedica na busca por desenvolvimento contínuo, cria colaboradores mais produtivos. Contudo, outro benefício importante de contar com uma gestão de pessoas de qualidade é a possibilidade de aumentar a motivação.

Isso é feito de diversas formas. A gestão de pessoas investe em estratégias direcionadas para a motivação, como a criação de benefícios flexíveis para os colaboradores. Segundo pesquisas, funcionários motivados produzem até 50% mais dentro da empresa. Portanto, com uma gestão de pessoas de qualidade, é possível melhorar a motivação e, consequentemente, a produtividade dos colaboradores.

Melhoria do clima organizacional

No momento que a empresa implementa uma gestão de pessoas estratégica tende a ocorrer uma melhora significativa no clima do ambiente organizacional. Para que isso ocorra, a equipe do RH deve alinhar com os funcionários os valores e a cultura da organização, além das atitudes aceitáveis e indesejáveis no ambiente de trabalho. Ainda, deve se preocupar em mostrar aos colaboradores a importância de cada um dentro da empresa, aumentando o sentimento de pertencimento e valorização.

Com isso, há uma redução nos conflitos internos que tanto prejudicam o clima, bem como a melhoria na resolução dessas situações quando elas ocorrem. Uma ferramenta que auxilia um bom ambiente é a pesquisa de clima. Assim, ocorre uma gestão eficaz do RH, na qual a equipe escuta as opiniões dos funcionários, analisam e desenvolvem melhorias a fim de garantir um local de bom convívio a todos.

Desenvolvimento dos funcionários

Uma empresa é formada por seus funcionários e, quanto mais capacitados eles forem, maior a chance da marca alcançar as metas estipuladas. Com uma gestão de pessoas de qualidade, é possível analisar e colocar em prática as melhores estratégias de desenvolvimento dos colaboradores, relacionando-as com os objetivos da organização como um todo.

Uma forma de fazer isso é a criação de indicadores de desempenho para acompanhar a produtividade do time e, ainda, garantir uma capacitação adequada às demandas de cada colaborador. Outra medida importante a ser adotada é buscar novas práticas de treinamento, a fim de deixar os conhecimentos e as habilidades do time sempre atualizadas.

Retenção de talentos

A equipe de gestão de pessoas será responsável por armazenar e analisar quais são as principais habilidades e conquistas de cada funcionário durante sua jornada dentro da empresa. Esses dados são importantes para reconhecer qual colaborador tem as características necessárias para aquela promoção que apareceu. Além disso, serão os responsáveis por criar um ambiente onde a equipe vê chances de oportunidades. Com isso, diminuem as chances de perder aquele funcionário qualificado para a concorrência.

Alinhamento dos objetivos empresariais

Empresas sempre buscam crescer. Contudo, muitas vezes, isso não ocorre pelo fato de os colaboradores não estarem a par de quais são os objetivos a serem conquistados. A ausência de engajamento e alinhamento entre os funcionários é um problema no qual a equipe do RH deve se atentar.

Introduzir um canal de comunicação interno, apresentar resultados regularmente, fazer a integração dos recém-contratados e incentivar os feedbacks são práticas que fazem o time estar mais a par dos objetivos e saber o que a empresa espera deles.

Quais são as melhores práticas para uma gestão de pessoas de qualidade?

Agora que você já sabe quais são os benefícios da gestão de pessoas de qualidade, é hora de descobrir as boas práticas que devem ser implementadas para alcançar esse objetivo. Continue a leitura e conheça as principais delas!

Avaliação de desempenho

Avaliação de desempenho é uma ferramenta utilizada pela equipe de gestão de pessoas para mensurar a performance dos colaboradores na função das atividades exercidas, incluindo suas metas e objetivos alcançados. Essa análise é baseada no acordo preestabelecido com o profissional referente ao seu desempenho.

Por meio dessa prática, é possível identificar pontos fortes e fracos da equipe. Isso é feito através de avaliações específicas e pela criação de mapas de competências. Com essas informações, o RH pode montar um plano de desenvolvimento de maior eficiência. Além disso, esse processo de treinamento auxilia a reter talentos e diminuir o turnover. Com isso, é possível ter funcionários mais capacitados, o que impacta diretamente nos resultados da empresa.

Pesquisa de clima organizacional

Por meio da pesquisa de clima organizacional, o time de gestão de pessoas consegue identificar conflitos e problemas de convivência que podem gerar desarmonia no ambiente de trabalho. Com isso, os profissionais conseguem ter uma visão mais clara da satisfação dos colaboradores e buscar pontos de melhoria visando uma melhor inserção entre a equipe.

Para que isso ocorra, os gestores devem desenvolver um canal eficiente de comunicação interna, se atentar às sugestões e queixas dos funcionários e desenvolver atividades de boa convivência. Com isso, você poderá contar uma equipe mais unida, gerando um clima organizacional mais adequado, o que impacta na realização de demanda por parte dos envolvidos.

Cultura organizacional

Ao implementar uma cultura organizacional, o time de gestão de pessoas consegue alinhar com os funcionários um conjunto de valores, crenças e atitudes esperadas pela empresa. Sua importância se dá por manter o time alinhado às metas e objetivos da organização, por isso, é fundamental desenvolver uma cultura clara. Assim, estruturar a cultura organizacional de seu negócio é essencial para garantir o engajamento dos colaboradores e conduzir a empresa rumo ao sucesso.

Benefícios flexíveis

Uma das boas práticas para garantir uma gestão de pessoas eficiente dentro da empresa é a utilização de benefícios flexíveis. Isso porque os seus funcionários são diferentes entre si, tendo necessidades e demandas diferentes. Dessa forma, quando o RH investe em benefícios flexíveis, valoriza essa diversidade do time. É possível oferecer uma opção de benefícios que se ajuste à realidade e necessidade de cada profissional, aumentando as chances de sucesso da estratégia.

Análise de banco de dados na gestão de pessoas

Com o avanço tecnológico, houve mudanças na forma como a equipe do RH gerencia os colaboradores. People Analytics é a prática de coletar, organizar e analisar dados dos funcionários. Isso é feito por meio de softwares especializados, que cruzam informações obtidas de diversas fontes com o objetivo de otimizar o serviço dos gestores de pessoas, possibilitando a empresa a tomar decisões mais acertadas sobre sua equipe.

Quais são os principais erros de gestão de pessoas nas organizações?

Agora que você sabe o que é a gestão de pessoas e como aplicá-la, está na hora de ver os principais erros que ocorrem e as melhores formas de evitá-los.

  • desorganização: no meio das funções de responsabilidade do RH pode haver uma desordem. Para que isso não ocorra, devem ser estipuladas prioridades entre as demandas;
  • não inovar: se acomodar não faz bem a nenhuma área da empresa. Por isso, o RH deve sempre estar atrás de novas ferramentas e inovações, a fim de aprimorar a análise e a evolução dos funcionários;
  • não estabelecer critérios na hora da contratação: às vezes, por urgência, as empresas fazem contratações sem muitos critérios. Entretanto, a equipe de gestão de pessoas deve se focar em encontrar profissionais capacitados que sejam condizentes com as diretrizes da empresa;
  • não pensar em iniciativas para integrar a equipe: desenvolver atividades que integrem e motivem os funcionários pode influenciar diretamente em sua produtividade. Por isso, é importante ter isso como um dos focos da gestão de pessoas;
  • não ter um canal de comunicação eficiente: uma das tarefas do RH é desenvolver um canal de comunicação de qualidade, a fim de evitar informações erradas e melhorar a relação dentro da equipe.

Agora que você entendeu o conceito e como pôr em prática, que tal desenvolver uma gestão de pessoas de qualidade dentro da sua empresa? Com essa estratégia, você conta com funcionários mais motivados e engajados com os objetivos e diretrizes da empresa, resultando em um impacto positivo nos resultados da organização.

Quer construir uma gestão de qualidade na sua empresa? Entre contato com a gente agora mesmo e descubra como podemos ajudar!

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5 dicas para aproveitar os benefícios durante a quarentena

Tempo de leitura: 2 min
Raphael Machioni dá dicas de como usar os benefícios durante a quarentena

Antes da pandemia da COVID-19, a utilização dos benefícios pelos trabalhadores brasileiros, de modo geral, girava em torno da alimentação e refeição, como compras em supermercados e almoços em restaurantes durante o expediente. Porém, todo cenário mudou a partir do avanço do novo coronavírus, e, agora, os profissionais ficam até perdidos sobre como gastar seus benefícios durante a quarentena.

Contudo, para quem já recebe benefícios flexíveis, essa situação ganhou um leque de opções muito maior. E com mais vantagens, onde é possível gerir muito melhor a utilização de seu saldo e fazer investimentos em diferentes segmentos.

Mas como usar seus benefícios flexíveis?

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Confira cinco alternativas interessantes para o período da quarentena

1 – Aproveite para se alimentar bem  

Nem mesmo a quarentena impediu que a categoria de alimentação continuasse como a preferida dos trabalhadores brasileiros em relação ao uso de seus benefícios. Afinal, mesmo em isolamento social as pessoas precisam comprar itens de mercado, seja de forma on-line ou se deslocando até o estabelecimento. Dessa forma, aproveite o benefício flexível para se alimentar melhor durante a pandemia, escolhendo produtos saudáveis e que estimulem uma melhor qualidade de vida.  

2 – Descubra novas opções de restaurantes  

Sim, durante a quarentena não é permitido sair de casa à noite para se divertir, e os próprios bares e restaurantes estão com as portas fechadas, operando apenas com delivery. Mesmo assim, esse tempo em casa com o benefício flexível pode ser utilizado para descobrir novas opções gastronômicas. Basta fazer pedidos em estabelecimentos que, na correria do dia a dia, o profissional não teria a chance de conhecer ou de experimentar por conta do horário apertado de trabalho.  

3 – Qualifique seu currículo 

Com o tempo extra graças ao home office e a necessidade de ficar conectado, o trabalhador também pode aproveitar para qualificar ainda mais o seu currículo. Durante a quarentena provocada pela pandemia de COVID-19, houve uma explosão de cursos on-line nas mais diversas áreas. O dinheiro do benefício flexível também pode ser utilizado para a realização dessas aulas, auxiliando a pessoa a adquirir novas habilidades ou até mesmo a aprender novos idiomas.  

4 – Aumente sua bagagem cultural  

Um dos principais usos dos benefícios flexíveis é com atividades culturais. Assistir a peças de teatro e filmes em cinemas é um dos passatempos preferidos dos brasileiros. O isolamento social, contudo, remodelou essa categoria. Agora é possível aumentar a bagagem cultural de outras formas, como a assinatura de serviços de streaming com séries de TV e filmes, ou aquisição de livros via internet.  

5 – Cuide de sua saúde 

Por fim, mas não menos importante, aproveite seu benefício para investir em sua saúde. Precisa de remédios para controlar doenças? Use esse dinheiro em farmácias e drogarias. Quer aproveitar o tempo disponível para marcar uma consulta e fazer um check-up? Então não perca tempo e faça isso (respeitando as regras de prevenção e higienização, evidentemente). O importante é compreender que os benefícios flexíveis também podem ser utilizados na área de saúde, principalmente agora, como precaução pela pandemia de COVID-19.  

Assinatura digital Raphael Machioni
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O que é remuneração estratégica e como ela funciona na prática

Tempo de leitura: 5 min
Entenda o significado de remuneração estratégica nas empresas

Para engajar seus colaboradores, atrair e reter talentos, é essencial que a sua organização conte com uma remuneração estratégica. A partir da aplicação dessa técnica, o seu negócio consegue fortalecer a cultura, se tornar mais competitivo e reduzir custos operacionais, impactando o seu desempenho.

Parte da gestão de pessoas, a remuneração estratégica é implementada por empresas de destaque no mercado. Amazon, Nubank, Google e Netflix são exemplos práticos de organizações que sabem como colocá-la em prática de maneira inteligente e eficaz.

Neste artigo, você vai aprender mais sobre como funciona a remuneração estratégica e como adotá-la no seu negócio. Aproveite a leitura!

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O que é a remuneração estratégica?

Remuneração estratégica é uma técnica de People Management que implementa recursos diferenciados para atrair e reter talentos no seu negócio. Essa gestão de benefícios está diretamente relacionada ao plano de carreira de um colaborador, bem como ao fortalecimento da cultura e a consolidação de um clima organizacional favorável.

Ela é uma das principais ferramentas de Employer Branding (Marca Empregadora) e deve ser construída considerando a experiência do colaborador no negócio. Para tanto, é fundamental que a construção da remuneração estratégica seja feita a partir de estudos aprofundados sobre o seu headcount (quadro de pessoal) e as boas práticas do mercado.

Quais são as principais estratégias da remuneração estratégica?

Para que você consiga começar o seu projeto de implementação da remuneração estratégica, é essencial que conheça quais são as suas categorias. Não existe um modelo predefinido que seja o ideal. O mais interessante é mesclar todas as modalidades, alterando somente a sua proporção dentro da estratégia. Isso vai depender diretamente do resultado do diagnóstico do seu headcount e das necessidades na sua empresa.

Benefícios não monetários

Os benefícios não monetários são aqueles que são oferecidos no formato de serviços ou vantagens para o colaborador. Plano de saúde e plano dentário são os mais comuns nesse modelo. No entanto, hoje, já é possível encontrar novas opções de benefícios não monetários, como os clubes de descontos.

Com o cenário pós-pandemia, uma tendência que deve se firmar como benefício não monetário é o trabalho em home office e a jornada flexível. Esses são tipos de vantagens que agregam muito valor ao seu negócio, uma vez que grande parte dos novos profissionais, pertencentes às gerações Y (nascidos entre as décadas de 1980 e 1990) e Z (nascidos após 1995 até 2010) valorizam mais a qualidade de vida que um salário alto.

Participação nos lucros e resultados

Conhecida também como PLR, a participação nos lucros e resultados é um dos diferenciais na remuneração estratégica que atrai e retém muitos talentos no negócio. O motivo disso é porque o valor a ser recebido pelo colaborador está diretamente relacionado à meritocracia. Geralmente, ele é amarrado ao contrato de gestão do colaborador e ao desempenho da plataforma de negócio.

É interessante atrelar a PLR ao contrato de gestão, uma vez que o gestor consegue desenvolver as habilidades do colaborador, além de melhorar a sua performance e a da empresa. Faça esse desenho em parceria com o seu liderado e conte com os seus indicadores de People Analytics (Análises de Pessoas).

Gamificação

Gamification ou gamificação é uma estratégia de gestão de pessoas que foca na implementação de recursos de jogos no dia a dia do colaborador. Ela atua em diversas frentes fundamentais para o desempenho do negócio e impacta diretamente no engajamento.

Com a sua metodologia divertida, ela facilita o processo de aprendizagem e estimula a autogestão dos colaboradores. Além disso, quando aplicada da maneira ideal, é uma ferramenta que favorece a colaboratividade da sua equipe, inclusive no bom relacionamento com outras áreas. É um recurso poderoso para melhorar a qualidade do clima corporativo, retendo mais talentos.

Campanhas de incentivo

As campanhas de incentivo são muito utilizadas em equipes que trabalham com vendas. No entanto, podem ser adaptadas também em áreas estratégicas que lidam diretamente com os custos do negócio. Esse modelo de remuneração estratégica também costuma adotar a técnica da gamificação e concede premiações aos seus colaboradores.

Elas podem ser tanto na modalidade monetária como em brindes ou prêmios mais elaborados, como é o caso de viagens. Geralmente, o tipo de prêmio depende das metas batidas e do nível hierárquico do colaborador. As campanhas de incentivo são recursos que ajudam a otimizar a produtividade e o trabalho em equipe.

Benefícios flexíveis

Os benefícios flexíveis são a opção mais adequada para agradar a todos os seus colaboradores, que recebem um saldo único e podem usar do jeito que quiserem, seja alimentação, refeição, academia e até mesmo terapia e pagamento de boletos. Isso dentro dos parâmetros que a empresa determinar, seguindo convenções coletivas e as regras do PAT. Autonomia, liberdade e flexibilidade para o seu colaborador.

É interessante destacar que essa é uma tendência no mercado, já que os benefícios flexíveis conversam com as novas gerações. Elas querem ter voz e oportunidade de decidir. As gerações Y e Z querem liberdade e valorização do aspecto humano. Essa modalidade de remuneração estratégica consegue tudo isso e mais um pouco.

Como aplicar remuneração estratégica na organização?

Agora que você já sabe quais são as principais categorias de recursos que podem ser aplicadas em um planejamento de remuneração estratégica, é a hora de aprender como colocá-la em prática. A seguir, você vai poder conferir um passo a passo com dicas essenciais para acertar nesse processo. Confira!

Analise as personas

Você sabe quem são as personas internas do seu negócio? O trabalho conjunto da equipe de comunicação corporativa com o RH é essencial para identificar quem são elas. Faça a construção e análise das personas. É por meio desse estudo que você vai conseguir fazer um diagnóstico preciso e melhorar a qualidade das suas decisões nessa e em outras demandas. Potencialize esse estudo com o People Analytics.

Mapeie a jornada do colaborador

A jornada do colaborador deve estar mapeada. Na prática, ela corresponde a todo o ciclo de vida do profissional com a sua marca empregadora. Algumas empresas consideram isso a partir do primeiro contato do talento por meio da divulgação de vagas e outras a partir do início do seu onboarding (embarque). O encerramento desse ciclo acontece quando ocorre o desligamento.

Compreender como ela acontece para o talento do seu negócio é essencial para conseguir compreender melhor o que ele espera da sua empresa. Além disso, a organização vai conseguir identificar outros gaps que podem ser otimizados e potencializar os resultados da remuneração estratégica.

Aplique pesquisas de clima

As pesquisas de clima são ferramentas primordiais para qualquer negócio que deseja conquistar a alta performance. Isso acontece porque elas permitem identificar a qualidade do relacionamento entre a marca e seus colaboradores. Na prática, inclusive, ela ajuda a avaliar como tem sido a postura dos gestores e como os liderados percebem o posicionamento dos valores e da cultura da empresa. Associe elas à pesquisa de Employee Net Promoter Score, ou eNPS (Índice Líquido do Colaborador Promotor).

Busque referências no mercado

O que o mercado pratica atualmente? Fazer um benchmarking (buscar referências com outras empresas, geralmente, com reuniões para um bate-papo) é uma decisão inteligente se você quer ir direto ao alvo. É interessante conhecer empresas que tem um público parecido com o seu e que, principalmente, são destaques em resultados de alta performance.

Você já pôde ver que os benefícios flexíveis são uma das principais tendências em remuneração estratégica. Com o home office se firmando como uma nova modalidade de trabalho, ter flexibilidade nos benefícios é fundamental. Na Vee Benefícios, os seus colaboradores contam com Beneflex (benefício flexível) acompanhado de outras vantagens exclusivas, como:

  • cartão Mastercard, que é aceito em mais de 2 milhões de estabelecimentos;
  • condições especiais na Zenklub, afinal, qualidade de vida e saúde emocional é um diferencial;
  • descontos para acesso à NewValue;
  • a opção de poder contratar um crédito consignado com taxas que cabem no bolso;
  • descontos em academias por meio da TotalPass;

Com os benefícios flexíveis, o seu negócio se torna mais competitivo e se destaca no mercado. Vem para a Vee e comece a atrair e reter os melhores talentos agora mesmo!

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LiVEE: RH, por que a saúde financeira do seu colaborador é importante pra você?

Tempo de leitura: 4 min
Melhores momentos liVEE entre o CEO da VEE, Raphael Machioni e o parceiro da Creditas, Rafael Milaré

Você sabe porque a saúde financeira do colaborador deveria te importar? E isso  além do salário oferecido? Este foi o tema do debate da Livee da última quarta-feira, 26, entre o CEO da Vee, Raphael Machioni, e Rafael Milaré, do time da Parcerias da Creditas.

A Creditas é uma fintech,uma empresa que trabalha com alguns produtos voltados para o colaborador e entre eles está a linha de crédito para o funcionário, que pode entrar em diferentes fases na vida do profissional.

Reveja a LiVEE

Mas qual porque se importar com a vida financeira de seu funcionário? 

Milaré respondeu:

“Se a gente olhar um pouco para nossa vida pessoal, a gente já entende bastante como é importante falar de saúde financeira. Eu sempre costumo falar com os RH sobre saúde financeira e peço para se imaginarem em um momento em que estão passando por uma dificuldade financeira. E aí questiono: ‘Como é que você age?’ ‘Como você lida com isso durante o período que está trabalhando?’. A resposta é que todos somos humanos, então temos que falar sobre isso dentro das empresas, as pessoas já falam dentro da sua casa.”

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Rafael também fez questão de frisar o quanto um problema financeiro pode deixar um colaborador improdutivo e desfocado de suas obrigações. E isso afeta diretamente em suas demandas na empresa.

“Quando a gente deixa de tocar nesse assunto, a gente deixa de ser uma empresa muito mais saudável”, explicou. “Você pode ter certeza que aquele colaborador mais produtivo, que entrega tudo no timing certo, esse cara não tem tanto problema com dinheiro, ele não está preocupado com tantas coisas externas. Essa é a importância da gente falar sobre dinheiro. Uma equipe com a saúde mental, porque o dinheiro mexe com a saúde mental.”

Ele também comentou  sobre o fato de a cultura brasileira não abordar adequadamente o assunto. Ao contrário de outros países, em que desde a escola se fala sobre saúde financeira, isso não acontece aqui.

“A gente não sabe como lidar com o nosso dinheiro. nesse momento que a gente tem que trazer o assunto para o RH. Como o nome já diz: Recursos Humanos, é para cuidar do humano. Então ele tem esse dever de trazer isto para a mesa.”

O CEO da Vee, Raphael Machioni, completou afirmando como um problema financeiro pode afetar em outras áreas na vida do colaborador, até mesmo na convivência com os coworkers e sua saúde física.

“É normal quando se está com um problema financeiro a pessoa não estar num humor bom, em seu melhor mood. Então você acaba ficando meio ranzinza, impactando as pessoas. Muitas vezes os outros até pensam: ‘ah, por que o cara não faz academia?’, Não é porque ele não tem desconto, o que ele não tem é dinheiro e nem cabeça para fazer o esporte.”

Problemas Financeiros impactam a vida profissional 

Durante a LiVEE, Rafael Milaré mostrou dados de um estudo do IBOPE feito a pedido da Creditas. Nele é possível ver claramente como problemas financeiros impactam diretamente na produtividade do colaborador.

“As pesquisas dizem que pessoas que têm dificuldades financeiras ficam uma hora e meia por dia de trabalho para resolver estes problemas”, explicou. E o estudo vai além: “  Dessas pessoas, 32% fazem trabalho extra. Ele tem que se tornar uber, comprar coisas para vender na empresa. Isso entra naquela uma hora e meia que se perde, que poderia ser usada de maneira mais produtiva para a empresa. E tudo isso leva um aumento excessivo de turnover.”

Com dados tão nítidos sobre a importância da saúde financeira nas empresas, Raphael Machioni questionou Milaré sobre o porquê ainda acredita que muitas firmas ainda são tão relutantes para sobre o assunto.

“Acho que não é só um problema das empresas, é também das pessoas. As pessoas têm dificuldades de falar sobre dinheiro, porque a gente não foi ensinado a falar sobre isso. Nas escolas a gente não aprendeu, tem famílias que as pessoas não sabem nem qual é o salário do outro. E quando a gente traz isso para o mundo corporativo, fica ainda mais difícil”, pontuou Rafael.

Como abordar o assunto na sua empresa?

Rafael Milaré afirmou que a dificuldade de abordar o tema é maior em empresas em que os salários são menores. Nestes casos, os RHs acabam considerando o assunto ainda mais delicado.

Mas ele acredita em uma solução:

“Uma forma de tratar sobre isso é contratar um terceiro para falar sobre o assunto na sua empresa. Este custo no final do dia vai ser muito mais baixo do que você tiver um aumento de turnover, por exemplo. É muito melhor você colocar na ponta do lápis e ver como é benéfico.”

O CEO da Vee também completou:

“O difícil é começar. Depois tem boca a boca. Essa pessoa vai ficando mais leve, mais produtiva, eventualmente até consegue uma promoção porque está produzindo mais.”

Como alcançar cada colaborador

Milaré mostrou outro estudo que a Creditas formulou, onde identificaram que existem três tipos de perfis de colaboradores.

“Hoje, 84% dos CLTs não possuem uma saúde financeira boa. 30% é aquele cara que está totalmente no vermelho. Então, não adianta virar para ele falar que tem que investir. Tem que entender o momento dele, que é de sair do vermelho. As empresas têm que olhar para este profissional de maneira diferente.”

O convidado da LiVEE ainda mostrou que existe uma minoria, que representa apenas 16% dos profissionais CLTs, que realmente conseguem fazer seu dinheiro render e se transformá-lo em investimentos. E enfatizou que o trabalho necessita ser diferenciado para cada colaborador.

“Muitas vezes as empresas começaram a trabalhar financeiramente, mas tem o mesmo conteúdo para os três perfis. Não é assim que funciona. É importante saber conversar com cada pessoa.”

Quer saber como a Vee pode ajudar a sua empresa a melhorar a saúde financeira e entregar os melhores benefícios para os seus colaboradores? Então entre em contato acessando: https://vee.digital/contato  

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