Empreendedorismo e RH na pandemia com Cris Arcangeli e Edu Gouveia – Melhores Momentos

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Livee com Cris Arcangeli

Como será a liderança no novo normal? O que acontece com o Empreendedorismo , gestão de pessoas e RH na pandemia?

Esse foi o tema do debate desta quarta-feira, 16, entre a empreendedora, investidora, CEO da beauty´in e “tubarão” no programa Shark Tank Brasil, da Sony,  Cristina Arcangeli e Edu Gouveia, conselheiro da Vee, especialista em loyalty, meios de pagamento e benefícios . A mediação foi de Raphael Machioni, CEO da Vee.

Reveja a liVEE com Cris Arcangeli e Edu Gouveia

Como será a gestão de colaboradores no “novo normal”?

Cris Arcangeli compartilhou sua experiência com crises e disse ter se mantido serena.

Esse é um momento de grandes transformações. Eu já passei por grandes crises na minha vida, então isso não é uma coisa que grande me assusta”, contou. Eu sei que o pessoal de 30 anos ainda não viu crises, porque nos últimos 20 anos tivemos anos bastantes estáveis pertos dos anos que eu vi, no meu começo como empreendedora. Então hoje, eu sei, que com a crise, mais oportunidade vem também. Quando surgem dores, novas oportunidades para trazer soluções.”

E ela completou:

“Como líder, a minha posição, foi o momento de compartilhar essa paz, um pouco de calma. Estudar nosso mercado e ver as transformações que vieram com este impacto”.

O conselheiro da VEE Edu Gouveia revelou que, apesar da crise, sentiu um momento de muito acolhimento e empatia entre as pessoas.

“Nunca passei por uma crise com uma extensão tão forte como essa, de ‘jogar’ todo mundo em casa, lockdown. Mas foi um momento muito rico também, de empatia, de acolhimento”, contou Edu, ex-CEO de Livelo, Alelo, e Multiplus, entre outras. “A tempestade é igual para todo mundo, mas a gente está em barcos diferentes. Pessoas sofrendo mais ou menos. Então foi a hora de tratar cada um individualmente. O líder chegar perto, fazer o ritual de proximidade. Tem muita gente sofrendo. O papel do líder agora é de empatia, de acolhimento, de entender, de chegar perto”.

A importância do digital e da tecnologia

Cris Arcangeli também mostrou o seu ponto de vista sobre a mudança às pressas para o digital e o trabalho remoto. Ela aproveitou para explicar qual é, na sua opinião, o grande problema que enfrenta no Brasil.

“Foi uma transformação desde quando decidi que não ia voltar para o varejo e iria focar mesmo no digital. Eu tive o primeiro produto físico vendido no Hotmart, as pessoas ainda não tinham esse costume na época. E isso surgiu mais apressadamente na quarentena. Mas acredito que as pessoas aprenderam a usar e entenderam a lidar com isso. Mas o grande problema é que no Brasil a gente tem um problema muito grave com logística. O maior desafio agora é a distribuição.” 

Edu Gouveia também afirmou que o consumidor atual está muito exigente e que as tecnologias estão trazendo um senso de urgência muito maior.

“O mercado também está muito exigente. Se um produto demora um ou dias para chegar, parece que ele está demorando muito. O celular trouxe um senso de urgência muito grande. Tudo precisa ser para agora e a gente teve que lidar com essa impaciência durante a pandemia, contratar e treinar funcionários para lidar com isso durante a crise.”

Como lidar com tantas mudanças no trabalho?

Edu Gouveia afirmou que a flexibilidade foi essencial para o RH na pandemia e será também para a readaptação futura.

“A readaptação vai ser voltar ao escritório. Não vai ser igual ao modelo antigo, haverá novas regras. E eu acredito muito no equilíbrio.” Ele explicou: “Neste momento, por exemplo, estou em Recife, e estou trabalhando como se estivesse em São Paulo. Então essa flexibilidade faz com que os talentos sejam não mais locais, mas globais. As fronteiras caíram.”

Já Cristina Arcangeli, mostrou preocupação com as mudanças drásticas e disse que é preciso ter cautela na hora de tomar decisões importantes.

“Eu me preocupo um pouco, porque acredito que acho que não dá para ser 100% online. Acho muito cedo, uma atitude muito drástica para poucos meses dessas experiência, porque está todo mundo em casa obrigatoriamente, então está funcionando ‘na marra’. A gente deveria esperar um pouco tudo voltar para tomar essas medidas definitivamente.” 

A nova era do RH na pandemia

O conselheiro da VEE, Edu Gouveia, contou como foi o início da pandemia e que agora é necessário mirar na retomada.

“A gente teve momento de muito choque no começo, quando foi decretado o lockdown. Tiveram várias empresas em que tenho atuação que estavam mais preparadas e outro bem menos preparadas. Tivemos que cuidar das pessoas, não somente com notebooks, mas da saúde mental. Mas outro cuidado foi com as próprias empresas, olhar o caixa, se preparar para o pior. Cuidamos da cadeia de suprimentos, desde o fornecedor. E agora, estamos mirando na retomada.”

Edu completou:

“Empresas que tinham culturas bem definidas se saíram muito bem. Tenho certeza que a empresa da Cris foi uma delas, porque ela tem uma liderança muito forte. Outras empresas que estavam com culturas mais largadas sofreram um pouco mais.” 

O que o RH pode fazer para ajudar os colaboradores agora mesmo?

Edu Gouveia é taxativo sobre como deve agir o RH na pandemia (e depois dela).

“O conselho agora é: cuide da saúde mental da turma. Tem muita gente trabalhando em apartamento pequeno, sem sair de casa a meses. Isso é muito importante”.

Cris Arcangeli afirmou que foi uma época de sair da zona de conforto de novos descobrimentos:

“Existem mercados que foram muitos desafiados, como o turismo, festas, etc. Mas todo mundo saiu da zona de conforto. Foi época de testar. No fundo, essa quarentena e essa mudança toda, com todo esse sofrimento, trouxe muitos descobrimentos e adaptações. Foi uma oportunidade que nós tivemos para exercitar muitas coisas.”

Cuidado com os colaboradores

Cris finalizou o bate papo afirmando a importância de cuidar de pequenos e médios empreendedores e quais foram sua ações durante a crise.

“Essa pandemia trouxe uma coisa bastante impactante, no meu ponto de vista, pois ela escancarou as diferenças sociais. Então quando você vê uma classe que se isolou em praias, fazendas, como se o mundo tivesse acabado, ainda existem pessoas que precisam pagar suas contas e precisam sair no dia a dia. Então, eu desde o começo da quarentena me coloquei para ajudar os pequenos e médios empreendedores, porque me solidarizei com essa situação, acho que foi muito pouco tratado, mesmo com todas as linhas de créditos liberadas.” 

Edu completou a fala de Cris, reafirmando que, mais do que nunca, o RH e a liderança devem andar juntos, para que os funcionários possam usufruir de um líder empático.

“Eu vejo o papel da liderança e do RH com uma proximidade muito grande. É importante entender a especificidade de cada um. A gente está tendo um problema muito sério de saúde mental agora, as pessoas estão estressadas e a gente tem que respeitar isso. O papel do líder e do RH é de empatia, de entender o funcionário e se aproximar dele.” 

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Os aspectos legais da pandemia de coronavírus para empresas

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Como lidar com os aspectos legais que mudaram as relações trabalhistas em meio à pandemia do novo coronavírus.

Com a COVID-19, é fato que o mundo mudou em diversos aspectos, na vida pessoal e profissional das pessoas e com grandes impactos na vida das pessoas e das corporações. Com isso, muitos novos assuntos estão vindo à tona nas empresas, entre eles os aspectos legais da pandemia e como lidar com as mudanças que ela traz.

Pensando nesse momento em que muitos estão encarando a gestão remota e o home office pela primeira vez, preparamos um resumo de alguns aspectos legais, retirados da cartilha Madrona, para que as empresas possam enfrentar melhor este novo desafio e ajudá-las a passar com transparência por estes momentos.

No Brasil, foi criada uma Lei nº 13.979/2020 que prevê algumas medidas de saúde pública que devem ser tomadas referente ao COVID-19. Dentre elas, ausência no trabalho, quarentena, exames médicos e outros são considerados justificáveis no momento, não devendo haver prejuízos no trabalho. 

Ainda assim, esse cenário é muito novo para nós e não existe uma solução exata de qual é a melhor maneira de lidar com nossas relações profissionais e com o nosso negócio. Por isso, aspectos legais estão sendo buscados para estabelecer formas de como assegurar a garantia de trabalho enquanto o COVID-19 estiver circulando.

Aspectos legais para empresas durante a pandemia de COVID-19

Veja algumas saídas estabelecidas pelos órgãos jurídicos que podem ajudar nesse momento. 

Para a prevenção do vírus: 

  • Incentive medidas de higiene dos colaboradores da sua empresa, sobretudo aqueles que não podem trabalhar de casa, e aumente a limpeza do local. Promova acesso a produtos de limpeza e higiene, como álcool em gel 70%;
  • Caso alguém apresente sintomas ou suspeita da doença, é preciso que essa pessoa e todos os demais que tiveram contato com ela fiquem em quarentena por 14 dias;
  • Evite viagens desnecessárias e reuniões presenciais. Opte por fazer as tratativas via e-mail, ligações ou call;
  • Mantenha a distância mínima de 2 metros entre cada indivíduo, como recomenda a OMS.

Sobre o trabalho remoto: 

A adoção do home office (ou teletrabalho) pode ser formalizado por meio de um aditivo contratual escrito que deve indicar as regras negociadas entre empregado e empregado. Muitas empresas deixaram de atualizar suas políticas internas e isso é extremamente relevante.

  • Deve haver um acordo entre os líderes e seus colaboradores diante das organizações de como será feito o Home Office;
  • A responsabilidade das despesas com o trabalho a distância devem ser formalizadas no aditivo contratual. (Dica: com benefícios flexíveis, fica mais fácil dar o auxílio home office para seus colaboradores);
  • Recomenda-se a elaboração e formalização de um manual de política de boas práticas de home office que estabeleça, por exemplo, a existência (ou ausência) da forma do controle de jornada e os meios de comunicações oficiais durante este período.

Banco de horas relativos à pandemia de Covid-19:

Para funcionários que não puderem realizar suas atividades de maneira remota durante a pandemia, será criado um banco de horas individual.

  • Este banco de horas é complementar ao banco de horas já existente na empresa, caso ele exista.
  • A compensação das horas deste período deverá acontecer em até 18 meses (um ano e meio) a partir do fim do estado de calamidade por conta do COVID-19, previsto para ser encerrado em 30 de dezembro de 2020. Ou seja, até o fim de junho de 2022. 

Férias coletivas:

A MP 927/2020 também alterou algumas regras sobre férias individuais no período de pandemia de COVID-19.

  • É necessário apenas notificar os empregados com 48 horas de antecedência. Não há limite máximo de períodos anuais nem mínimo de dias corridos;
  • Dispensa a empresa comunicar previamente o Ministério da Economia e o sindicato representativo da categoria profissional sobre a concessão de férias coletivas.
  • Aplicável a todos os colaboradores ou a um determinado setor. Atenção: pessoas da mesma área devem gozar das férias coletivas ao mesmo tempo.

Férias individuais:

É importante prestar atenção às mudanças que a Medida Provisória 927/2020 promoveu para férias coletivas durante o período da pandemia de coronavírus. Veja as regras vigentes:

  • Possibilidade de diferimento do pagamento do terço de férias até dia 20 de dezembro de 2020, junto com a última parcela do 13˚ salário, sem necessidade da antecipação da remuneração de férias;
  • É possível conceder férias individuais ainda que o chamado período aquisitivo (12 meses de trabalho) não tenha transcorrido;
  • Prioridade de férias para integrantes dos grupos de risco.

Redução de salário e carga horária:

Prevista na Lei 14.020/2020. Uma das medidas mais adotadas pelas empresas desde o início da pandemia do novo coronavírus.

  • Empregado e empregador podem negociar a redução proporcional de jornada e salário, nos percentuais de 25%, 50% e 70%, mediante pagamento de Benefício Emergencial pelo governo, no mesmo percentual da redução aplicada, sobre o valor do seguro desemprego que esse empregado faria jus;
  • Decisão precisa ser formalizada por escrito entre as partes e notificada ao Ministério da Economia e ao sindicato.

Plano de demissão voluntária ou incentivada:

  • Em tempos de crise e corte de gastos, as empresas podem fazer um acordo com o colaborador de demissão voluntária. Em troca, ele recebe algum tipo de vantagem, como salário extra ou plano de saúde estendido;
  • A empresa deve negociar qual a melhor maneira para ambas as partes;
  • Para dispensas individuais, de grupo ou coletivas.

Mais boas práticas para empresas em tempos de pandemia de Covid-19:

Aqui, devemos pensar não a partir da lei e sim sob uma visão mais humana da situação em que estamos. Separamos alguns pontos de reflexão:

  •  Pessoas dos grupos de risco devem permanecer afastadas do trabalho presencial. O coronavírus apresenta mais risco de morte portadores de doenças crônicas como diabetes e hipertensão, asma e indivíduos acima de 60 anos e portanto essas pessoas necessitam de cuidados redobrados;
  • A área de RH está sendo fundamental para as empresas nesses tempos de gestão remota e reclusão. Talvez esse não seja o melhor período para sair de férias;
  • Muitas pessoas conseguem ser mais produtivas trabalhando de casa. Porém, cuidado com a extensão do tempo de cada um em suas atividades! Devemos ter tempo para começar e terminar o dia de trabalho, e veja se seus colaboradores não estão trabalhando mais do que deviam. 

Estamos diante de uma crise sem precedentes e para a qual nenhum de nós pode se preparar. O senso comum, a humanidade e a solidariedade são essenciais. Aliados a essas normas, eles nos auxiliam e orientam para melhor conseguirmos superar esse momento sem prejuízos de nenhum lado.  

E conte com a Vee para facilitar o desafio dos benefícios dos seus colaboradores neste período.

(Conteúdo atualizado em 08 de julho de 2020)

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Livee: “Como se preparar para os novos objetivos, pessoais e profissionais, depois da pandemia”. Inscreva-se!

Tempo de leitura: 3 min
Como as empresas podem se preparar para os novos objetivos das pessoas depois da pandemia

Pode soar clichê, mas é muito real. A nossa vida já não é mais a mesma que era em fevereiro e tampouco voltará ao de antes depois do fim da pandemia de Covid-19. Não é apenas a nossa rotina que mudou, mas as nossas perspectivas para o futuro também. E é pra falar sobre isso que a Vee Benefícios convidou a 7waves e o Officeless para um evento online: Como se preparar para os novos objetivos, pessoais e profissionais, depois da pandemia.

A live acontece no próximo dia 13 de agosto, à partir das 19h00 e as inscrições são totalmente gratuitas. Você já pode garantir a sua vaga no link: https://beneficios.vee.digital/live-novos-objetivos-pos-pandemia/

Esse evento digital faz parte da trilha LiVEEs, a série de lives da Vee Benefícios, focadas em profissionais do setor de Recursos Humanos e de gestão de pessoas. 

A apresentação será do Raphael Machioni, CEO da Vee, e contará com as participações de Rodolfo Ribeiro, fundador e CEO da 7waves; e Flavio Ludgero, fundador do Officeless.

Inscreva-se na Livee

“Como se preparar para os novos objetivos, pessoais e profissionais, depois da pandemia”.

Mas, afinal,quais são os novos objetivos das pessoas depois da pandemia?

Entre os meses de março e junho de 2020, a 7waves realizou uma pesquisa para analisar as expectativas dos trabalhadores brasileiros para os seus objetivos pessoais e profissionais a serem realizados em 2020, considerando os cenários antes e durante a crise de Covid-19, com muitos em Home Office e isolamento social.

Dentre as conclusões da pesquisa, está a revelação de que o grande objetivo do trabalhador brasileiro mudou durante a pandemia. Se antes a prioridade era “quitar dívidas”, agora o que as pessoas querem é “guardar dinheiro”.

LiVEE 26 de agosto

Essa mudança parece pequena, mas sinaliza uma mudança de mentalidade importante. A instabilidade do momento está mostrando para as pessoas a importância de estar preparado para situações de crise e incerteza, por isso a necessidade de economizar e “fazer um pé de meia”.

O novo sentimento também aparece refletido em outro dado. 59% dos usuários da 7waves, que entraram neste estudo, tem como objetivo empreender ou ter uma ocupação extra ainda em 2020. O aumento de renda é a meta. 

Em uma pesquisa feita aqui pela Vee, essa mudança de comportamento também aparece refletida nos benefícios dos colaboradores. As pessoas estão usando o valor recebido da empresa de outra maneira. O gasto com internet e energia, por exemplo, subiu 229%. Isso representa uma alta no de 189% no valor, atingindo um ticket médio de R$ 83 para essas despesas. 

É uma adaptação a uma nova realidade que você vai conferir em mais detalhes na live.

Sobre a Vee Benefícios:

A Vee é uma HR tech brasileira que oferece um pacote completo de benefícios, através de benefícios flexíveis, descontos em academia, saúde emocional e clube de descontos. Operando comercialmente desde 2018, ela resolve um problema comum das empresas brasileiras: a gestão dos benefícios recebidos pelo trabalhador. A solução proporciona mais flexibilidade e liberdade ao colaborador, empoderando-o na utilização dessas vantagens. Em uma única plataforma, ele tem acesso a benefícios flexíveis, descontos em academias, saúde mental, clubes de benefícios e de viagens, entre outros. Além disso, possibilita às corporações oferecerem o mesmo pacote de vantagens de grandes multinacionais de forma gratuita para as empresas, garantindo que seus clientes consigam atrair e reter talentos.

Sobre o Officeless:

Officeless é um movimento que acredita no trabalho remoto como forma de potencializar a autonomia, propósito e confiança entre pessoas e negócios. Entendemos que desejos pessoais devem estar alinhados com o que queremos para a nossa carreira. Não somos reféns de um endereço, carga horária e muito menos do cartão-ponto.

No final, o que é mais importante para você: o impacto gerado e as entregas realizadas ou o local de trabalho e a quantidade de horas trabalhadas? Essa é a nossa maior provocação. O que queremos é ajudar profissionais e negócios de diferentes segmentos a quebrar paradigmas e modelos industriais de trabalho.

O Officeless é um Movimento iniciado pelo Startaê, um estúdio formado por pessoas que acreditam que as relações de trabalho moldam o processo criativo e que desenha produtos digitais. Mas, esse é um Movimento que também é seu e de quem mais quiser. 

Sobre a 7waves: 

A 7waves uma startup criada em 2017 que tem como missão “prover inteligência tecnológica que ajude as pessoas no cumprimento de suas metas e objetivos de vida”​. Como consequência, esperamos conquistar nosso objetivo de longo prazo, que é “ser a maior plataforma global para gestão de futuro das pessoas”​.

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Ferramentas para garantir flexibilidade e produtividade na gestão remota

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Conheça ferramentas para a gestão remota e mantenha a produtividade da sua equipe alta.

De uma hora para outra fomos surpreendidos com grandes mudanças na rotina. As consequências do isolamento social são bem grandes, impactando não apenas o cotidiano das pessoas, mas também as empresas, que agora precisam se preocupar em descobrir ferramentas para produtividade na gestão remota do trabalho.

Sim, é isso mesmo. Agora, o desafio é coordenar os colaboradores enquanto eles trabalham fora da unidade empresarial. Um novo normal está surgindo, e nessa nova realidade estão incluídas mudanças como a adoção em massa do home office.

Isso significa novos desafios para gerenciar as operações, manter a cultura organizacional ativa e monitorar a produtividade e os resultados. Se tudo isso já é uma tarefa intensa quando feita presencialmente, imagina com todo mundo longe do escritório?

Mas não é preciso perder suas noites de sono pensando em jeitos mirabolantes de fazer esse monitoramento, basta apostar na tecnologia. 

7 ferramentas para garantir flexibilidade e produtividade na gestão remota

Para te ajudar a escolher os recursos certos, nosso time separou 7 ferramentas para gestão remota. Elas são ideais para garantir a flexibilidade do home office sem perder a qualidade e o controle presencial. 

Veja abaixo quais são essas soluções digitais.

1 – Trello

O Trello é um app de visualização de tarefas individuais e coletivas. Ele pode ser instalado no seu celular ou acessado via navegador web, e faz um acompanhamento em tempo real das demandas.

O sistema segue uma metodologia de trabalho conhecida como Kanban, que é muito utilizada por grandes empresas e por líderes empresariais de destaque. O funcionamento é bem simples, basta criar quadros (que são como post-its) e organizá-los em colunas.

Além da organização da lista de tarefas, é possível assinalar responsáveis para cada demanda, inserir datas de entrega e até mesmo carregar anexos como textos, áudios e vídeos. 

A solução é gratuita, porém, a versão paga oferece alguns recursos a mais.

2 – Asana

Asana é um sistema digital de comunicação em grupo que opera em cloud computing. Usar essa ferramenta para gestão remota de trabalho vai permitir que os colaboradores reduzam um pouco o fluxo de e-mails trocados, optando pela comunicação direta no aplicativo.

Junto com os recursos de comunicação corporativa, é possível realizar:

  • Gestão de projetos;
  • Divisão de tarefas;
  • Determinação de prazos;
  • Escolha de níveis de prioridade para cada uma das demandas inseridas.

Sua empresa pode usar o Asana sem custos, porém, para desbloquear mais features é necessário aderir a um dos planos pagos disponíveis.

3 – Slack

O Slack é uma plataforma de gerenciamento de projetos e comunicação em equipe que traz mudanças profundas para o jeito como os times e funcionários se relacionam. 

Com ele, é possível dar adeus aos grupos de WhatsApp feitos para trabalho e acabar com a mistura de sintonias entre pessoal e profissional no celular das pessoas.

O Slack vai além da comunicação e garante a organização das conversas em canais específicos e permite o compartilhamento de arquivos e o gerenciamento de projetos. 

Uma dica especial para quem trabalha na área de desenvolvimento e programação: o Slack permite a troca de códigos dentro do corpo das mensagens sem fazer alteração nenhuma nas linhas. 

Para usar a ferramenta não é preciso gastar nada. Porém, se a sua equipe for maior, será preciso adotar um dos planos pagos para comportar todos os colaboradores.

4 – G Suite

O G Suite é desenvolvido pelo Google e traz para o usuário um pack de soluções que operam em nuvem. Estão inclusos apps como Google Docs, as Planilhas Google (Sheets), Gmail e tantas outras ferramentas da Big G.

Devido à gama de recursos, o G Suite é uma das ferramentas para gestão de trabalho remoto mais completas do mercado, contando com recursos para operacionalizar as atividades e também para facilitar a comunicação.

Diferente dos demais listados até aqui, a versão de entrada do G Suite já é paga e o valor total varia de acordo com a quantidade de usuários.

5 – IDoneThis

Esta ferramenta possui recursos para gestão de projetos. Um diferencial bem interessante são os relatórios de análise de impacto que levam as mudanças feitas no dashboard como base. Com isso, todo o desenvolvimento das tarefas é analisada pelo IDoneThis.

Se você busca uma ferramenta para gestão remota de trabalho, o IDT é uma excelente alternativa para quem precisa analisar minuciosamente o desenvolvimento das demandas e a performance de cada um dos colaboradores envolvidos nos projetos.

6 – Zoom

A comunicação audiovisual é indispensável em tempos de trabalho remoto. Por isso, sua empresa não poderá abdicar de um recurso para estruturar reuniões online e videoconferências. 

O Zoom é uma ferramenta bastante popular e eficaz para essas demandas empresariais, além de permitir que sejam comportadas muitas pessoas na mesma sala de reunião sem que haja problemas de conexão e nem cobranças por isso.

A ferramenta não é 100% grátis, porém, para empresas pequenas o Zoom em sua versão free vai cair como uma luva.

Um ponto importante: quem utiliza o G Suite também tem acesso ao Google Meets, uma ferramenta de videoconferência com funcionalidade similar ao Zoom.

7 – Ahgora

A Ahgora é a solução completa para gerenciamento e execução de tarefas indispensáveis no universo empresarial, tais como:

  1. Gestão de ponto;
  2. Controle de acesso;
  3. Eficiência operacional.

Baseado em cloud computing, as ferramentas da Ahgora permitem gestão em tempo real, gerando insights importantíssimos para a gestão empresarial. Com recursos como o Ahgora Live, você pode acompanhar o trabalho de colaboradores que estão fora das unidades de um jeito bem simples e eficiente.

As ferramentas para gestão remota da Ahgora são indicadas para empresas de todos os portes, já que os sistemas são escaláveis e desenvolvidos para se adaptar à sua realidade corporativa. 

Você vai se surpreender com a facilidade de uso e qualidade analítica, o que justifica os números da empresa, que já conta com mais de 3 mil clientes espalhados por todo o Brasil. 

Monitoramento não é o único caminho da produtividade

Calma, a ideia aqui não é criar uma polêmica, mas sim complementar o tema com uma outra perspectiva. 

O trabalho remoto demanda acompanhamento para que a performance seja equivalente ao que era obtido antes da adoção do home office.  Porém, uma maneira bem inteligente de engajar os colaboradores é oferecendo a eles os benefícios certos como forma de remuneração indireta.

As pessoas querem mais do que apenas um vale transporte e seu cartão de Vale Alimentação/Vale Refeição. Mas é possível ir bem mais longe, ampliar a gama de serviços e parcerias e, com isso, melhorar a satisfação dos funcionários com os benefícios que eles recebem.

Esse é o papel da Vee Benefícios nesse desafio do engajamento à distância! Colaboradores felizes com seus salários e benefícios tendem a intensificar sua produtividade, portanto, não deixe de ponderar a adoção de benefícios mais modernos e flexíveis no ambiente de trabalho.

Quer saber mais sobre os planos da Vee? Acesse e descubra tudo o que podemos fazer para transformar os benefícios da sua empresa

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5 dados que você precisa conhecer sobre a pandemia e o novo normal para empresas

Tempo de leitura: 4 min
Pesquisas sobre o novo normal para empresas

Uma coisa é um fato: depois da pandemia de COVID-19, a nossa vida não voltará a ser a mesma e entraremos em uma nova era chamada já de o “Novo Normal”. Seguiremos, por exemplo, em distanciamento social e usando máscaras por um bom tempo, tanto na vida privada como na corporativa. Algumas empresas também já falam em tornar o home office definitivo.

Além disso, alguns hábitos adquiridos devemos levar para o resto da vida, como, por exemplo, evitar entrar em casa usando sapatos vindos da rua e higienizar todas as compras assim que chegamos do supermercado.

Afinal, o que é o novo normal?

Maria Aparecida Rhein Schirato, Doutora e Mestra pela Universidade de São Paulo, com experiência em Consultoria e Gestão de Conflitos, Modelos de Gestão, Desenvolvimento de Liderança e Treinamentos Comportamentais, definiu o novo normal assim em entrevista ao Insper.

“O novo normal, na verdade, seria a proposta de um novo padrão que possa garantir nossa sobrevivência. entraremos em um novo padrão de normalidade. Reforçando, normalidade é o padrão que me garante sobrevivência dentro de um grupo. Logo vamos nos habituar com esse kit Covid e, certamente, sentiremos falta se não o utilizarmos”.

Ou seja: o novo normal é a “nova forma de viver” à qual nos adaptaremos daqui pra frente, em todos os aspectos da nossa vida, independente de trabalharmos em setores essenciais ou não, em formato presencial ou à distância.  

E para você estar ainda mais preparado para esse novo normal nas empresas, fizemos a curadoria de dados e informações de pesquisas renomadas sobre ele e a vida durante e pós Coronavírus. 

1 – O Home Office agradou…

Por mais que a transição para o esquema de gestão remota tenha sido brusca e feita às pressas, as pessoas estão satisfeitas com ele. 

Em uma pesquisa do ISE Business School divulgada pelo Estadão, 80% dos gestores dizem que gostaram da nova maneira de trabalhar.

O mesmo estudo apontou que 90% das pessoas em cargos de liderança afirmam que o home office os levou a fortalecer e valorizar ainda mais os laços com a família. Ou seja: eles estão mais felizes.

Ao estar mais tempo em casa, as pessoas estão aprendendo a equilibrar mais o tempo entre trabalho e vida pessoal e vendo que, no final, eles não são incompatíveis assim. Acostumamo-nos a cenas antes impensadas, como filhos invadindo reuniões importantes via zoom. E tudo bem com isso. 

2 – … ele não derrubou a produtividade das pessoas…

Um dos maiores mitos sobre home office é de que ele seria considerado um momento de “folga” para os colaboradores, que não trabalhariam tão bem de casa quanto dos escritórios tradicionais. 

Baseado nisso, alguns gestores chegaram a estabelecer como regra que todos os funcionários deveriam trabalhar todo o tempo com a câmera ligada, em um esquema de vigilância total. Quase um Big Brother corporativo. 

Mas esse mito é apenas isso: um mito. Um estudo da Cia de Talentos mostrou que:

  • 63% dos estagiários; 
  • 63% dos colaboradores individuais;
  • 76% da média gestão; e 
  • 71% da alta liderança

 afirmaram que tiveram a sua produtividade preservada no trabalho realizado remotamente.

3 – … e deve se tornar definitivo

Essa é a conclusão de um estudo realizado pela consultoria Cushman & Wakefield e divulgado pela Revista Exame. 73,8% das empresas brasileiras pretendem instituir o home office de maneira definitiva, independente da reabertura da economia. Antes da pandemia, apenas 42,6% das empresas tinham políticas de trabalho remoto. 

Algumas companhias inclusive já anunciaram publicamente a decisão. É o caso, por exemplo, do Twitter, que em meados de maio anunciou para os seus colaboradores que eles seguirão com possibilidade de trabalhar em casa independentemente do fim da pandemia se assim preferirem e caso estejam em cargos que permitam o trabalho remoto.

Já a Mastercard vai permitir que os seus colaboradores decidam, individualmente, quando querem voltar ao escritório físico. Essa é uma decisão global que afeta as pessoas em todos os escritórios da empresa ao redor do mundo.

4 – As três dimensões do crescimento no pós-pandemia

As empresas vão mudar depois da pandemia e disso não restam dúvidas. Em um longo artigo, a consultoria McKinsey aponta que elas passavam um sentimento excessivamente “burocrático, insular, inflexível, devagar, complicado e mais focado em lucro do que em pessoas”.

O COVID-19 “ao mesmo tempo não mudou nada e mudou tudo isso”. As empresas foram obrigadas a endereçar imediatamente todos os problemas e a enfrentar coisas que antes elas iam constantemente adiando. 

Talvez seja cedo demais pra dizer que a pandemia mudou o foco de todas as organizações, mas elas já não serão iguais e esse mesmo artigo da McKinsey mostra o que serão as três dimensões das empresas depois da pandemia (gráfico abaixo).

5 – Os novos benefícios precisam acompanhar um novo normal

Logo no início da pandemia, empresas e colaboradores se viram com um problemão nas mãos: o que fazer com os benefícios tradicionais agora que eles não podem ser aproveitados. Por exemplo o Vale-Refeição, praticamente inutilizado com restaurantes fechados.

Os padrões de consumo mudaram muito neste período. Um estudo feito pela Vee Benefícios mostrou que os gastos em benefícios usados com internet e energia subiram 229%, com uma alta no de 189% no valor e assim atingindo um ticket médio de R$ 83. Já a utilização com cultura cresceu 300% no período, com um ticket médio subindo 97,7%. 

Por outro lado, os gastos com refeição, que costumam representar 15,78% da movimentação do cartão Vee, teve um crescimento de 6% no volume das transações e 15% no valor gasto na categoria. 

Mas, para os colaboradores poderem fazer esses ajustes nos seus próprios gastos, é preciso que a empresa tenha implementados os benefícios flexíveis. Assim como os que a Vee oferece. Além da liberdade de utilizar o seu saldo como quiser, para o que quiser, eles ainda têm acesso em condições especiais a diversos parceiros. Entre eles está a Zenklub, uma plataforma totalmente online de saúde emocional, com consultas com psicólogos, terapeutas, coaches e outros profissionais. E mais do que nunca, com todos ainda em isolamento social, a saúde emocional precisa ser discutida.

Quer saber como a Vee ajuda sua empresa na adoção dos benefícios flexíveis? Entre em contato em: https://vee.digital/contato

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O Home Office será definitivo? Saiba o que vai acontecer pós-pandemia

Tempo de leitura: 5 min
O Home Office será definitivo? Saiba o que vai acontecer pós-pandemia

As medidas de isolamento social e distanciamento entraram em vigor em março, no início da pandemia do novo coronavírus no Brasil. Isso significa que muita gente está trabalhando em regime de home office há vários meses seguidos. No começo, muitos colaboradores – e também os próprios gestores – estranharam a nova realidade, . Alguns, inclusive, chegaram a duvidar da eficiência do trabalho remoto.

Contudo, após todo esse tempo, o questionamento mudou um pouco, agora a discussão é se o home office será definitivo. Essa inversão de valores tem suas razões, afinal, alguns mitos foram desmentidos, como a ineficiência do trabalho remoto.

Ao mesmo tempo, as empresas se municiaram de tecnologias – especialmente para gestão de trabalho à distância e realização de videoconferência – e o home office se tornou mais simples, confiável e, claro, producente.

No post de hoje vamos discutir essa nova realidade e a possibilidade do home office se tornar definitivo na realidade de diversas empresas e seus colaboradores. Boa leitura!

O home office no Brasil: os impactos da pandemia na rotina das empresas

O aumento de casos de coronavírus e a consequente ordem dos governos estaduais de limitar os serviços fez com que muitas empresas fechassem momentaneamente seus escritórios. E a única saída para manter a produtividade foi a adoção do trabalho remoto, algo que já era uma realidade por aqui, mas para um número muito reduzido de profissionais.

Segundo o IBGEapenas 3,8 milhões de brasileiros já trabalhavam em regime remoto. O número pode parecer alto, porém, vale lembrar que a estimativa é que existam mais de 105 milhões de brasileiros economicamente ativos. Ou seja, pouco mais de 3% dos trabalhadores do nosso país já teve alguma experiência em trabalhar de casa.

O contingente era pequeno, porém, da noite para o dia, pessoas que nunca imaginaram trabalhar de suas casas tiveram que adaptar seus lares para criar ambientes de trabalho. O número de pessoas em home office neste momento, de acordo com um novo levantamento, é de 6 em cada 10 brasileiros que trabalham.

Toda novidade traz um pouco de incertezas, e com o home office não foi diferente. Entretanto, o que antes era desconfiança agora virou oportunidade de mudanças positivas.

As empresas que antes eram relutantes com a adoção do trabalho remoto agora parecem mais receptivas com essa ideia. Existe uma estimativa de crescimento de 30% no regime home office pós-pandemia.

Quais são os benefícios ao adotar o trabalho remoto?

Neste momento, o home office virou uma medida de segurança, mas, antes da pandemia, ele era adotado pelas empresas com algumas finalidades, dentre elas:

  1. Redução dos custos operacionais da empresa (gastos com luz, água, internet, etc);
  2. Possibilidade de adotar sedes menores e, consequentemente, mais baratas;
  3. Adequação à rotina de colaboradores que passam muito tempo em trânsito ou fora do escritório;
  4. Dar mais liberdade para os gestores empresariais.

Para os colaboradores, por sua vez, os impactos do home office não são financeiros, mas sim, socioemocionais.

Veja alguns dados:

  1. 98% dos trabalhadores desejam, pelo menos uma vez na semana, trabalhar remotamente até o fim de suas carreiras;
  2. 49% dos brasileiros empregados e 55% dos desempregados apontaram que gostariam de trabalhar em regime remoto;
  3. 71% dos funcionários em home office declararam estar mais felizes com a rotina;
  4. Desde o início da pandemia, 78% dos brasileiros em regime de home office se declararam mais produtivos.

Esses números demonstram que home office chegou para ser uma opção valiosa para as empresas que pretender dar uma dinâmica mais moderna para as relações de trabalho e a rotina das pessoas.

Então, o home office será definitivo?

É muito cedo para tirar esse tipo de conclusão, especialmente porque a América do Sul é o continente com mais empresas que relutam na adoção do regime remoto.

De acordo com levantamento da Owl Labs, Ásia e América do Sul têm uma média 9% maior de empresas que não aceitam o home office e não querem adotá-lo. Isso mostra que ainda há uma certa resistência ao modelo de trabalho remoto. Contudo, a realidade para muitas empresas (mesmo as contrárias ao home office) pode ser o trabalho remoto até 2021. Empresas como a Google, Facebook e Amazon anunciaram a prorrogação do home office até o ano que vem.

A Mastercard, por sua vez, vai permitir que os funcionários voltem quando se sentirem confortáveis. Já o Twitter sinaliza que vai implementar o home office como modelo definitivo para parte de suas equipes.

É claro que tudo, neste momento, depende do avanço do novo coronavírus. Se os casos não forem reduzidos drasticamente, é bem provável que mais e mais empresas continuem (ou sejam forçadas) a adotar o home office.

A maior probabilidade é que mais empresas passem a adotar um modelo híbrido de trabalho, que consiste em dias de operação no escritório e outros trabalhados de casa.

Esse meio termo pode ser a solução para uma futura adaptação à realidade 100% home office, algo que é economicamente vantajoso para empresas e motivacional para os funcionários.

Com isso, surgem mais oportunidades e momentos de reflexão e análise sobre a eficiência desse modelo de trabalho e seus impactos sobre o fator humano.

Flexibilidade é tendência no mercado de trabalho

Dar mais autonomia às pessoas é uma forma de demonstrar confiança e reconhecimento. O home office começou a ser adotado exatamente por trazer uma nova dinâmica de trabalho, que consolida economia de gastos operacionais e, ao mesmo tempo, é capaz de fazer com que os funcionários sintam-se valorizados pela suas instituições.

Essa filosofia, que começou como algo de vanguarda, acabou sendo empurrada às pressas para todo o mercado de trabalho, e é claro que algumas empresas terão um poder de adaptação e aceitação maior do que outras. Contudo, uma coisa é fato: nenhuma instituição deixará de pensar em flexibilização dos postos de trabalho daqui em diante.

E quando o assunto é flexibilidade, saiba que essa é a filosofia que carregamos aqui na Vee. Nosso trabalho surgiu exatamente da crença na flexibilização, mas com foco nos benefícios corporativos.

Os benefícios flexíveis são uma peça-chave para a satisfação do colaborador, uma poderosa ferramenta para retenção dos talentos e também para o aumento da produtividade.

Se a sua empresa discute flexibilização, mais do que aplicar este conceito à rotina, é possível implementá-la na remuneração indireta e garantir bons índices de satisfação.

Quer conhecer mais sobre os impactos positivos da Vee e os planos de benefícios flexíveis? Então, basta acessar o nosso site para ficar por dentro de tudo que podemos oferecer para sua empresa!

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As mudanças do novo normal na cultura empresarial pós-pandemia

Tempo de leitura: 5 min
As mudanças do novo normal na cultura empresarial pós-pandemia

Ainda não é possível calcular todo o impacto que a pandemia do novo coronavírus trouxe para nosso mundo. Porém, uma coisa é certa: muitos comportamentos, hábitos, processos empresariais e modelos de consumo serão alterados para sempre. E tudo isso será refletido na cultura empresarial pós pandemia.

Está surgindo um novo normal, tanto nas empresas quanto dentro de nossas casas. Estamos falando de alterações tão significativas que deverão se tornar novas práticas na rotina. E é claro que o universo corporativo não está imune à essas mudanças.

Muitas empresas já alteraram sua rotina de operações para dar origem a ambientes seguros para trabalho, inclusive adotando medidas como:

  • Home office;
  • Jornadas presenciais reduzidas;
  • Diminuição da quantidade de pessoas em cada departamento.

No post de hoje, vamos falar sobre este novo normal e seus impactos sobre a cultura empresarial pós pandemia, os processos e ações do dia a dia corporativo.

Aproveite para conferir algumas dicas para manter bons níveis de engajamento na cultura organizacional, mesmo com a necessidade do afastamento físico e trabalho remoto. Boa leitura!

Mudanças e renovações da cultura empresarial pós pandemia

O trabalho remoto

A cultura de muitas empresas é estruturada no formato presencial. Para diversos gestores, o trabalho remoto não funciona ou é um risco para os resultados. O primeiro desafio é justamente a quebra do mito do home officealgo que será indispensável para a cultura empresarial pós pandemia.

Algumas instituições foram obrigadas a aprender como lidar com um modelo de trabalho remoto, e, para a surpresa de muitos, os resultados se tornaram até mais expressivos.

O home office se mostrou uma alternativa segura, eficaz e que gera oportunidade de redução dos custos operacionais. Tudo isso é vantajoso para a empresa e bom para o colaborador.

E graças às tecnologias como o cloud computing, ficou bem mais fácil levar para dentro de casa todas as ferramentas necessárias para o trabalho.

O trabalho presencial e os novos ambientes operacionais

Se a adoção do home office é uma possibilidade para áreas estratégicas, o mesmo não se aplica ao setor operacional.

Aqui entra uma questão delicada: instituições terão que rever seus processos de produção e suas plantas fabris para desenvolver espaços de trabalho que sejam capazes de comportar as pessoas, mas respeitando o distanciamento seguro.

Sim, uma das mudanças mais discutidas neste novo normal da cultura empresarial pós pandemia é justamente as aglomerações. Pouco a pouco, fica evidente que o distanciamento físico é uma barreira importante para o contágio de doenças e criação de ambientes de trabalho mais saudáveis.

O impacto do novo normal no setor de Recursos Humanos

O setor de RH tem sob sua responsabilidade uma tarefa bem complexa, que é nutrir a cultura empresarial junto aos colaboradores. Em tempos de trabalho remoto, reuniões online e a impossibilidade de realizar grandes dinâmicas ou eventos, cabe ao gestor do setor de RH buscar novas formas de seguir com seus objetivos.

6 dicas para criar práticas que desenvolvem a cultura empresarial pós pandemia

1 – Estabeleça pontos de contato

O monitoramento das atividades e a nutrição do contato com os colaboradores vai ficar por conta da tecnologia, ainda mais em empresas com grande contingente de pessoas trabalhando de casa.

O ideal é usar um aplicativo para reuniões e videoconferências e determinar horários fixos para conversar com equipes e prestar atendimentos. A frequência pode ser determinada em sintonia com os gestores e com os próprios colaboradores, mas é importante que sejam encontros semanais ou quinzenais.

Se o gestor de RH perde o contato com as pessoas, parte de suas funções deixam de existir. Por isso, será essencial elaborar uma agenda bem estruturada e determinar os pontos de contato.

2 – Cuidado com a formalidade!

Trabalho remoto não reduz a eficiência, mas diminui um pouco a formalidade. Com todo mundo em casa e inseridos em seus ambientes de conforto, não faz sentido manter toda aquela formalidade dos encontros pessoais.

Pegue leve na linguagem, leve um papo descontraído com os participantes e aproveite para quebrar um pouco a formalidade com a condução mais leve desse tipo de reunião.

3 – Faça uma boa comunicação de metas e objetivos

Os momentos de diálogo precisam ser para esclarecer dúvidas quanto às metas e diretrizes do trabalho das pessoas ou de cada setor. Aproveite para monitorar o desempenho dos resultados e, gradativamente, deixar os colaboradores a par da performance.

Esse monitoramento (que também envolve um pouco de cobrança) é um tanto quanto cansativo e requer uma conversa bem estratégica, porém, é essencial para manter a motivação e foco dos funcionários.

4 – Amplie o conhecimento de todos quanto aos projetos

A sinergia de trabalho pode ser impactada negativamente pelo distanciamento, mas tudo pode ser corrigido com uma boa comunicação.

Para elevar e manter o engajamento, mantenha as equipes a par das demandas que estão sendo executadas e das novidades que serão aplicadas na rotinas conforme novos projetos são desenvolvidos.

Neste momento, é importante pensar que a informação é essencial para manter as pessoas envolvidas com a cultura empresarial e nos resultados que estão sendo construídos.

5 – Estimule o contato entre departamentos

Sabe aquela pessoa que poderia agregar muito no trabalho de outra equipe, mas sempre teve vergonha de falar na frente dos colegas? Agora é o momento para quebrar esse gelo.

Quem está em trabalho remoto vai ter que se acostumar com os encontros à distância para nortear o trabalho e seguir a par da cultura empresarial pós pandemia.

Sendo assim, pouco a pouco, os colaboradores vão se acostumando com essa dinâmica de participação, o que pode ser bom para os mais tímidos. Estimule a troca de conhecimentos, coloque as pessoas em contato e promova debates.

As dinâmicas podem ser mais desafiadores com a distância. Porém, essas mudanças podem servir de estímulo para criar processo onde as pessoas interagem mais e sentem-se mais confortáveis para participar das ações propostas.

6 – E os momentos de descontração?

Algumas empresas estão apostando nas reuniões online e videoconferências para simular os momentos descontraídos da rotina, como aquela reunião rápida enquanto toma um expresso ou até o happy hour. E talvez esse seja uma das grandes perdas da cultura empresarial pós pandemia.

Essas interações digitais podem ser meio estranhas ou muito menos prazerosas que os encontros pessoais, porém, é melhor criar momentos de descontração adaptados do que perder o contato com as pessoas, não é mesmo?

Quando tudo isso passar, é provável que boa parte dos colaboradores retomem uma rotina mais presencial. Sendo assim, não é preciso acabar com os momentos de descontração (que tanto contribuem para uma boa cultura empresarial), mas sim fazer mudanças para que eles continuem acontecendo.

Esteja atento às mudanças para não ficar para trás!

Ainda vamos ouvir falar muito sobre o novo normal, afinal, ele está sendo construído enquanto você lê este conteúdo. O mais importante para se encaixar nessa nova realidade e seguir realizando um bom trabalho de nutrição da cultura corporativa é estar aberto para novas possibilidades.

Chegou o momento de testar novas ferramentas, usar a criatividade e buscar novos meios de seguir trabalhando. E você? Vai ficar esperando tudo voltar a ser como era ou vai em busca de mudanças positivas para pensar a cultura empresarial pós pandemia?

Reveja a live da Vee + RH Play sobre cultura empresarial na gestão remota

Por fim, não se esqueça de conferir o nosso site para saber como a Vee traz mais mudanças positivas para a sua empresa com um modelo de benefícios flexíveis, capaz de ampliar a experiência dos colaboradores e a satisfação com a remuneração indireta!

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O que os gestores se arrependerão de não ter feito durante a crise do COVID-19

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Crise do COVID-19: o que os gestores se arrependerão de não ter feito

Com as medidas de segurança devido à crise do Covid-19 ainda em vigor no Brasil, as empresas podem observar quais ações que funcionaram bem ao seu modelo de negócio e o que poderia ter sido feito de outra forma. Certamente as decisões de distanciamento social foram positivas e essenciais, mas será que alguns lugares não demoraram muito tempo para tomar as melhores decisões? E o que podemos aprender com isso? Veja mais no post de hoje.

A decisão de aderir ao Home Office foi boa?

Em pesquisa realizada pela SAP, em 2018, no Brasil, 45% das empresas entrevistadas já haviam adotado a prática de Home Office e 15% avaliavam implantar essa medida. Muitos lugares conseguiram transferir bem as demandas do trabalho presencial para o remoto, já que tinham boas estruturas ou mesmo já o aplicavam para alguns colaboradores de maneira flexível. Por outro lado, muitos gestores encontraram uma grande dificuldade em estabelecer a melhor forma da sua equipe continuar normalmente com suas atividades e poder trabalhar em casa, como apontou Marcelo Nóbrega em live da Vee Benefícios sobre como a gestão e o RH podem enfrentar os desafios pós-confinamento e crise do Covid-19.

Tal receio de algumas empresas na adoção do trabalho remoto desencadeou uma demora maior para agir, o que fez com que alguns líderes tomassem decisões precipitadas. Um exemplo disso foram as férias coletivas. Em entrevista para o Valor Econômico, uma consultora da BTA revelou que, inclusive, alguns RHs tiveram que voltar atrás de algumas medidas que foram tomadas. É válido ressaltar que, apesar do cenários ser completamente novo, a legislação prevê aspectos legais, o que auxilia as empresas neste momento de indecisões.

Outro ponto foi em relação a demora em colocar os gestores a frente nas tomadas de decisões. O tempo para aprender a lidar com o Home Office é individual. Alguns colaboradores têm mais dificuldade que os outros para continuar com o mesmo ritmo que antes tinham presencialmente. A presença de um bom líder é essencial em tempos como esse. Para isso, também é necessário sua transparência mediante o que está acontecendo dentro da empresa. A China, que já passou por essa situação, pode ensinar alguns aprendizados durante a crise, assim como a Espanha, que já entra no novo normal.

E quanto a saúde dos colaboradores?

O aspecto saúde envolve tanto o lado físico quanto o emocional. Se antes isso já deveria ser uma preocupação das empresas em fornecer apoio e incentivos, já que afeta diretamente a produtividade e desempenho dos colaboradores em suas atividades, agora é ainda mais essencial prestar atenção.

Muitas pessoas moram sozinhas e podem se sentir solitárias, tendo que enfrentar o distanciamento social sem companhia. Para isso, uma das medidas que alguns gestores tiveram foi disponibilizar um canal de comunicação aberta, a fim de saber como cada um está lidando com a situação, promovendo conversas que fazem com que a proximidade da equipe e cultura da empresa continuem fortes.

Em um panorama da empresa como um todo, saúde organizacional deve prevalecer e os gestores e líderes devem cuidar para que a essência do que cada negócio não se perca. Todas essas questões são importantes para que as companhias possam continuar evoluindo sustentavelmente, sem que a crise afete drasticamente outras questões.

E a flexibilidade?

Essa é a atitude que mais demanda atenção no momento e uma das maiores questões com a crise do Covid-19. Para isso, o conceito de flexível deve ser aprimorado para todos os aspectos da vida do seu colaborador. Isso inclui o entendimento de que a adaptação ao novo cenário é relativa para cada pessoa.

Ao implantar o Home Office, o setor de recursos humanos teve dificuldades para saber como faria com os benefícios de seus colaboradores. (Inclusive, temos um post para você pode saber mais sobre isso). Nesse cenário, os benefícios flexíveis ganham ainda mais destaque por poderem se adequarem às vontades de cada um e serem a solução das gestões que não precisaram se preocupar com mais essa questão.

Ao conhecer sobre os benefícios flexíveis, esse provavelmente seja outro arrependimento das empresas: essa é uma medida que elas poderiam ter tomado antes. Em um contexto geral, o benefício flexível é uma plataforma que permite que cada integrante do time utilize seus próprios recursos da maneira como preferir. Isso transmite o sentimento de que cada colaborador é único. Consequentemente, aumenta o engajamento em suas atividades e trazendo uma maior felicidade do funcionário ao desempenhar suas funções.

Agora, em tempos de crise, como estilo de vida dos consumidores alterado e o consumo continuamente mudando, os benefícios flexíveis ajudam a passar por tudo isso com um maior bem-estar, autocuidado e liberdade. O seu RH pode ajudar. Basta oferecer uma plataforma que, em um só lugar, proporciona saúde emocional, academias (videoaulas para fazer dentro da sua casa) e um cartão flexível para comida, deixando o seu colaborador decidir se prefere fazer compras em supermercado, pedir delivery ou comprar o que ele preferir.

Saiba porque a Vee é a sua melhor opção e como ela ajuda você a fazer isso.

Aqui vai outra dica: veja como ser você pode fazer as duas coisas: ser flexível e oferecer benefícios flexíveis.

Por fim, esse panorama todo reflete que mais transformações acontecerão daqui para a frente. Isso para enfrentar um cenário ainda incerto, mas com aprendizados para situações futuras que exigirão planejamentos e decisões mais assertivas. Novas ferramentas estão sendo utilizadas, assim como novas formas das empresas organizarem suas equipes no trabalho e fazerem os negócios superar desafios e continuar crescendo. E, claro, superando a crise do Covid-19.

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Como a Espanha lida com a volta ao trabalho presencial pós-pandemia

Tempo de leitura: 3 min
O que o Brasil pode aprender com a Espanha na volta à rotina de trabalho pós-Coronavírus.

Ainda é incerto como será o mundo pós-pandemia de Covid-19. A única coisa que se pode concluir é que não será mais o mesmo e as empresas devem começar a se preparar para enfrentar desafios deste “novo normal” na volta ao trabalho.

No segundo episódio da série de lives que a Vee e o RH Play preparam para ajudar os RHs nesse contexto, os convidados foram Caio Barroso e Estella Barroso, fundadores do Lá na Firma. Esta é uma empresa de consultoria, inovação e gestão de pessoas com sede em Barcelona, na Espanha, país que já passou pela mesma situação em que o Brasil se encontra. Assim, eles puderam trazer várias dicas e informações valiosas. Junto deles, também estava participando o CEO da Vee Raphael Machioni e Jessica Martins, Head e Co-Founder do RH Play.

Barcelona está abrindo seu comércio e a volta ao mundo presencial aos poucos. O uso das máscaras nas ruas ainda é obrigatório e as empresas precisam seguir uma linha de cuidados previstos para que os colaboradores trabalhem com segurança.

Essa volta aos espaços físicos chega junto a mudanças de comportamento, necessárias de serem colocadas em prática pelas pessoas. Dentre esses aspectos estão a falta de contato uns com os outros, o distanciamento mínimo de dois metros e bastante higiene.

O que podemos aprender com a Espanha na volta trabalho pós-pandemia

Veja algumas mudanças que foram implementadas no Lá na Firma e que os RHs podem usar como inspiração no retorno ao escritório pós-pandemia:

Horários e Rodízios

Na volta ao trabalho, é importante pensar nos transportes públicos e quais são os maiores horários de pico deles. Assim, o colaborador que utiliza esses meios para chegar ao trabalho pode optar por horários em que a aglomeração é menor.

Além disso, escolher diferentes horários para que as equipes se dividam também é importante, assim uma quantidade menor de pessoas está no mesmo local ao mesmo tempo. Fora os turnos intercalados, uma ideia também é alternar dias presenciais com Home Office.

Ambiente

Os elevadores que os colaboradores utilizam para chegar no andar do escritório também precisam ter certas regras neste momento de pós-pandemia. Por exemplo: encostar o mínimo possível nas superfícies, somente utilizando um dedo para apertar o botão, apenas duas pessoas no máximo por vez e, sempre, com a utilização de máscara.

As disposições dos escritórios, que foi comentada na live com Ivo Wohnrath sobre mudanças na arquitetura, também já estão acontecendo no Lá na Firma. Cada colaborador tem sua mesa virada uma de costas para a outra. No chão, têm setas indicando apenas um sentido para ser caminhado, a fim de evitar esbarrões e encontros inesperados.

Empatia

Uma comunicação de alertas uns com os outros para lembrar de cuidados que cada um deve ter também é interessante, pois o momento pede empatia com todos. Todas as ações de cada colaborador dentro e fora da empresa têm impacto nos demais, por isso, uma ideia para os RHs aderirem é fazer com que as pessoas assinem uma declaração de responsabilidade e compromisso de seus atos com o local de trabalho.

Proximidade à distância

Ainda que a distância exista, ela não é impedimento de que a sensação de proximidade uns com os outros prevaleça. A cultura da empresa, inclusive, deve ser preservada. Isso pode ser feito por meio de ligações em grupo, conferências, conversas descontraídas como aconteciam no ambiente presencial. Isso gera um maior engajamento, além de saúde organizacional.

Saúde Emocional e bem-estar

Na mesma linha de uma comunicação que visa a proximidade, ela também deve existir como um canal aberto para falar sobre questões internas e problemas. O foco maior deve ser nesses cuidados, voltados a saúde emocional, com plataformas online, exercícios físicos que podem ser feitos em casa, meditação, entre outros.

Mudança de hábito

Cada vez mais percebe-se o quanto o consumo das pessoas está mudando a partir desse novo cenário e o impacto que isso terá para os negócios. São novas prioridades, necessidades e até mesmo preferências. Por isso, uma das ferramentas que possibilita que os RHs possam proporcionar ao seu colaborador liberdade de escolha é oferecendo benefícios flexíveis. Com eles, cada um utiliza como desejar!

Saiba mais como a Vee ajuda a sua empresa a compor um mix de benefícios.

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Flexibilidade e cuidados para diminuir os impactos na economia em momentos de pandemia

Tempo de leitura: 5 min
Flexibilidade e cuidados para diminuir os impactos na economia em momentos de pandemia de covid-19
Flexibilidade e cuidados para diminuir os impactos na economia em momentos de pandemia de covid-19

Muitas empresas já estão sentindo o impacto que a pandemia de Covid-19 tem causado em seus negócios. É certo que a economia será fortemente atingida em meio a essa crise e quem sentirá a consequência de todas essas ações são as pessoas. Esse é o momento de criarmos novos hábitos e prioridades para que o vírus possa ser definitivamente combatido.

Iniciativas para diminuir os impactos na economia das empresas em momentos de pandemia

Veja as inciativas para curto, médio e longo prazo:

1. Trabalho remoto

Você já pensou na possibilidade de adotar uma política de trabalho à distância no seu negócio? Empresas com trabalho remoto trazem uma nova flexibilidade ao modelo tradicional e podem, inclusive, gerar mais produtividade aos seus colaboradores. Em pesquisa realizada pela PowWowNow, 58% dos colaboradores remotos entrevistados sentem-se mais produtivos trabalhando de casa. Você também pode conferir o nosso post com algumas dicas sobre como ser mais eficaz no Home Office. 

Mas o que isso tem a ver com o combate ao Covid-19? Tudo! Ao implementar a prática do Home Office, além de você evitar que os seus colaboradores possam enfrentar aglomerações durante o trajeto deles até a empresa, com o seu local de trabalho tendo uma rotatividade de pessoas, isso também evita que o contato físico entre eles seja maior. 

Ainda que muitas das empresas estejam fazendo essa prática de trabalho e emprego remoto apenas agora, devido ao momento de reclusão em que estamos vivendo, aprender a lidar com a gestão remota pode ser muito útil para o seu negócio e para medidas de segurança do contágio. Tem dúvidas de como sua empresa deve lidar com benefícios dos colaboradores quando eles fazem o Home Office? Veja aqui o conteúdo que fizemos.

Com diversos aplicativos e ferramentas, você pode alterar reuniões presenciais por onlines, continuar mantendo a mesma cultura da empresa, com canais abertos para conversas, alinhamentos e interações. Continuar mantendo a cultura do seu negócio e relações de trabalho é essencial para que os seus colaboradores sejam engajados e motivados com o trabalho.

2. Disposição das equipes 

Uma das consequências da pandemia, como apontado no começo, é em relação ao impacto na economia. E isso pode ser uma questão bastante problemática para o seu negócio quando isso começa a atingir nossas equipes. Imagina se diversos colaboradores ficam doentes de uma só vez ou se o líder de uma área, ou alguém responsável por determinada função essencial, não pode trabalhar. Isso pode gerar diversas consequências para a sua empresa. 

Para evitar que isso aconteça, você deve planejar que uma boa organização na sua equipe. Primeiro, pense em cada colaborador e os separe por grupos de responsabilidade. Se você tiver pessoas no seu trabalho que desempenham funções únicas ou de liderança no seu negócio, evite que elas estejam no mesmo ambiente. 

Outro tipo de planejamento que você pode estabelecer é pensar em pessoas ou colaboradores que você pode substituir para tal cargo, caso seja necessário. 

Converse com seus colaboradores e ouça o que eles têm a dizer. Certifique-se de que o modelo que você adotar para a disposição de cada um esteja de acordo com suas expectativas. Assim, você também estabelece mais flexibilidade, incentiva o aprendizado e promove a saúde organizacional, com a sua equipe engajada. 

3. Saúde e higiene 

É muito fácil cairmos na armadilha de apenas adotar hábitos de higiene quando já estamos em alguma situação que exige tais cuidados – como agora. Por isso, devemos lembrar que, mesmo quando a nossa rotina voltar a ser da forma como era antes, você deve continuar praticando as precauções. 

Que tal disponibilizar álcool em gel nas mesas de seus colaboradores? Agora e depois que a pandemia acabar! Você também pode espalhar cartazes com alguns lembretes e reforços de higiene, como lavar as mãos e evitar contato físico!

Além de um local de trabalho limpo, é essencial que todos colaborem com a limpeza. Utensílios de cozinha compartilhada, como talheres e pratos, devem ser de responsabilidade de cada um mantê-los higienizados após seu uso. Cafeterias, lanchonetes e áreas sociais da sua empresa devem estar com o acesso restringido. 

4. Suspensões de trabalho e contratações

Com o impacto que a economia causar em nosso negócio, certamente alguns reajustes de gastos e estratégias deverão ser feitos. Ainda assim, há uma responsabilidade social quando pensamos sobre as pessoas que compõem a nossa equipe.  

Por isso, primeiro, estabeleça um panorama geral da sua empresa e identifique quais atividades são mais essenciais para esse momento. Se for necessário que alguns cargos sejam preenchidos, você pode avaliar a possibilidade de contratar um trabalho remoto. 

É importante lembrar que você deve considerar suas ações tendo em vista os aspectos legais, que podem auxiliar sua empresa neste cenário novo. 

5.Comunicação e empatia 

Essa crise ainda é muito incerta e não temos previsão de seu término. Isso pode acabar gerando ansiedade nas pessoas e em sua equipe. Uma boa comunicação com os seus colaboradores é muito importante. Você pode proporcionar, dentro dos benefícios da sua gestão, uma plataforma que cuide da saúde emocional. Saiba mais como acessando aqui. 

Além de canais de comunicação, atualizações semanais sobre o seu negócio e feedbacks para cada um da sua equipe faz com que todos estejam a par do que está acontecendo. A imagem de um líder e do CHRO devem estar presentes aos colaboradores, com espaços abertos para conversas. Saber que eles têm um apoio tanto para as suas questões profissionais quanto pessoais pode ajudar a acalmar e manter a saúde emocional nesse momento. 

Apesar de o assunto do Covid-19 estar em todas as mídias, mantenha os seus colaboradores informados a respeito das últimas notícias. Claro, tenha certeza de que o que você está compartilhando é verídico. 

6. Flexibilidade

Ser flexível em seu ambiente de trabalho faz com que os seus colaboradores sejam mais engajados, sintam-se mais confiantes e produtivos. Afinal, eles são os elementos mais importantes para que o seu negócio continue funcionando. Você sabe como pode promover isso? 

Além dos aspectos já citados, uma forma de demonstrar tudo isso, com uma inovação desse mercado de gestão de RH é oferecendo Benefícios Flexíveis aos seus colaboradores. Isso faz com que eles tenham a liberdade de escolha diante do que recebem e como querem usar os benefícios empresariais, além de entenderem sua própria identidade dentro do ambiente de trabalho. 

Descomplique a forma como os seus colaboradores recebem benefícios e saiba quais os benefícios que uma empresa pode oferecer e porque escolher a Vee.

Esse cenário de crise irá passar e tomando as devidas medidas e precauções para nós mesmos e o nosso negócio, os impactos econômicos e sociais que a pandemia poderia gerar será muito menor. Estaremos mais fortalecidos e preparados para novos desafios. E a Vee pode te ajudar!

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