Leadership Conference dia 1: diversidade e inclusão para uma boa liderança

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Leadership conference dia 1

Entre os dias 19 e 23 de outubro, está ocorrendo o Leadership Conference, o maior evento sobre desenvolvimento de liderança da América Latina. Saiba um pouco mais sobre o que aconteceu neste primeiro dia confira os melhores insights com todas as informações para melhorar ainda mais o seu desempenho como líder (ou para chegar lá). 

Como foi o primeiro dia de Leadership Conference

A diretora regional da Salesforce, Priscilla Castanho, participou da primeira live do dia e falou sobre o case da Salesforce em relação a parceria do RH com a liderança. Uma linha fina entre entregar ferramentas e fazer junto, que precisa ser discutida de forma estratégica.

Características da liderança

Para ser um bom líder, é necessário criar e aprimorar diversas características para atender os colaboradores. Para Priscilla, uma boa liderança começa quando se entende do negócio.

“O que é esperado do líder: que ele conheça os negócios, o produto, a empresa. Que ele consiga criar boa relação com os colaboradores. Outra área é a comunicação; é necessário saber criar os chamados ‘conflitos produtivos’, que geram engajamento dentro da equipe.”

A diretora também comentou que – em sua visão – não é preciso ter todas as respostas, mas estar sempre disposto a ouvir e se adaptar a diferente cenários que não apresentados durante o dia a dia.

“O RH precisa estar preparado para fazer coaching com os líderes, porque senão a gente volta a ser um RH processual e não causa o efeito que buscamos, os avanços necessários (…) O papel do líder, do gestor, é fundamental. Você está ali no dia a dia desenvolvendo pessoas. É muito importante.”

A cultura da empresa e o papel da liderança

Priscilla Castanho também dissertou sobre como a cultura empresarial é importante na hora do desempenho do líder e como o RH tem um papel fundamental nisso:

“O papel da liderança é fundamental na disseminação da cultura na empresa. A gente vive nossa cultura no dia a dia. Então o RH pode criar os melhores programas, mas se a gente contratar pessoas erradas e não identificar características essenciais, vai ser difícil para o gestor abraçar a cultura dessa empresa. Ou seja, o RH tem um papel muito importante na hora de recrutar a pessoa certa para empresa.”

Durante sua apresentação no Leadership Conference, Castanho também afirmou que a cultura da empresa deve ser algo presente em todos os setores da empresa, não somente nos gestores, para que ela possa sair da teoria e comece a ser aplicada na prática.

“A cultura da empresa ela é intangível. Ela está o tempo todo no comportamento dos gestores, do líder. Como é possível criar a interação entre todos os colaboradores. Então, eu acho que o papel da cultura deveria estar permeado em todos os programas da empresa, para que possa ser vivenciada no dia a dia, porque o colaborador percebe isso no dia a dia.”

A gestora finalizou com uma mensagem importante:

“A mensagem principal é que a liderança tem que ser protagonista na gestão de pessoas e contar com o RH para este suporte. Se estou tendo um problema com meu colaborador, eu como líder sou o elo principal do fracasso ou sucesso deste funcionário. Então é necessário assumir a responsabilidade, senão vive colocando culpa em outros setores.”

Empreendedorismo, diversidade e machismo

Ana Fontes, segunda palestrante do dia do leadership Conference, é fundadora da RME (Rede Mulher Empreendedora) e presidente do Instituto RME.

Por meio de sua história e experiência, ela empreendedora falou de empreendedorismo feminino e como as mulheres podem “virar a chave” para se tornar cada dia mais empoderadas para assumir a liderança. 

Logo no início da live, Ana afirmou que o ambiente corporativo ainda apresenta muitos traços machistas, dificultando a entrada de mulheres. Esse foi o pontapé inicial para sua decisão de criar uma rede de mulheres empreendedoras, que hoje já conta com mais de 750 mil membros.

“Infelizmente os ambientes corporativos ainda são pautados na busca pela não falha. Já com o empreendedor podemos construir mais pontes, é ao contrário. Vamos crescendo juntos. Ainda é um ambiente machista, mas já é diferente.”

Fontes também contou sua experiência pessoal nestes ambientes, para que ela sirva  de exemplo e força a mulheres e demais pessoas que possam se sentir deslocadas e sem voz no mundo empresarial.

“Não vou dizer que nunca passei por nenhum episódio em que me senti desconfortável. Já estive em eventos a noite em que pessoas me perguntavam onde estavam minhas filhas. Este tipo de pergunta ninguém faz os homens. Hoje em dia eu trago isso para o empreendedorismo, buscando trazer um ambiente mais justo.”

Quando questionada sobre como trabalha para que as mulheres tenham mais representatividade e espaço em um mundo corporativo, basicamente dominado por homens, Ana Fontes afirmou:

“As mulheres são 51% da população do planeta, mas ao mesmo tempo elas são sub representadas nos ambientes do poder. Mas não porque elas não querem, porque foi colocado a elas isso. A elas foi colocado o lugar do cuidado, da casa, etc. A gente trabalha muito isso, a autoconfiança da mulher, que ela tenha acesso também, porque atualmente elas estão muito mais preparadas, criando pontes de relacionamentos, o que falta é oportunidade.”

Ela continuou:

“Quando a gente melhora o ambiente de representatividade, essa mulher se sente mais confiante para concorrer às vagas, etc. Foi sempre ensinado para gente que a mulher tem que sentar de perna fechada, falar baixo, estar abaixo dos outros. Isso é muito pesado como construção social. A gente precisa quebrar isso e as instituições precisam gerar essas oportunidades, porque as mulheres estão mais preparadas.”

Para a presidente do Instituto RME, os gestores e líderes têm um papel de extrema importância quando o assunto é inspiração e devem ser exemplo de ética e responsabilidade para seus colaboradores. 

“Os líderes têm um papel muito mais que fundamental. Ele tem que ser uma pessoa que inspira, não só porque as pessoas querem segui-los. Mas também porque é uma pessoa ética, que cria uma inspiração nas pessoas. Hoje em dia eu ligo muito ao feminismo. Uma liderança que busca a todo momento incluir as pessoas, que entenda que estamos lidando com seres humanos. Várias vezes já ouvi líderes reclamando de lidar com pessoas. Hoje em dia, isso não existe. É preciso ser colaborativo, que olhe para todas as questões de diversidade, inclusão, alguém que joga junto com seu time.”

Fontes ainda afirmou que as organizações necessitam de gestores que olhem para sociedade no geral, não somente em partes segmentadas de seu grupo.

“Organizações que estão mais à frente de outras é aquelas que entendem que o líder tem o poder de responsabilidade não somente naquele ambiente, mas na sociedade como um todo. Vivemos em uma sociedade única e é preciso olhar para isso de uma forma sistêmica.”

Para finalizar, a fundadora comentou sobre a importância em investir na saúde mental e como isso faz parte de uma boa liderança:

“A saúde emocional das pessoas também tem que ser priorizada. Hoje vivemos um momento super diferente, mas temos que caminhar para um ambiente em que as pessoas tenham um horário mais respeita, em que não vivam em um piloto automático. Esse é um papel da liderança também, saber lidar com isso.”

Diversidade e inclusão

A terceira palestrante do dia no Leadership Conference foi Daniele Botaro, Head de Diversidade e Inclusão da Oracle, que iniciou a live afirmando que hoje em dia é mais do que necessário que as lideranças sejam inclusivas e que a diversidade se tornou uma demanda da sociedade.

“É preciso se contextualizar com o mundo. Quando falamos de um mundo mais volátil, mais diverso, é preciso entender que o público também é muito complexo e diverso. É importante o líder entender este ambiente e saber conversar com o pública.”
Mas como aplicar uma liderança inclusiva na prática? Daniele respondeu:

“O primeiro passo da jornada da diversidade é a negação. A gente primeiro pensa que trata todo mundo igual, o speech de todo líder é basicamente assim. Mas existem várias estratégias que pode mostrar que não é bem assim. É nesse momento que a gente consegue mostrar para liderança que é necessária a mudança. Mas é preciso ter um porquê, um propósito para que isso dê certo”.

Para a Head de Diversidade, a proibição de atitudes não é o caminho para a evolução na boa liderança. Primeiro é preciso entender e ter empatia com o seu colaborador, para assim poder aplicar na prática a inclusão.

“Não adianta somente chegar para a liderança e proibir atitudes e linguagens, é preciso entender para poder pôr em práticas a ação. A liderança também tem que ser muito atenta no dia a dia, com aquela pessoa mais introvertida, por exemplo, que não é muito ativa na reunião. É preciso saber incluir todos, prestar atenção nos detalhes e se cada um consegue demonstrar sua ideais.”

Daniele ainda apontou que o feedback é fundamental para ser um gestor de qualidade:

“A maioria das pessoas que estão na posição de liderança hoje em dia são homens brancos, que não apresentam deficiências e a maioria heterossexuais. Então eles não têm a vivência, por exemplo, de como é ser uma mulher negra. Eles podem ter empatia, mas não são lembrados o tempo inteiro como é ser uma. Então o feedback, o escutar, é o início da construção dessa liderança inclusiva.”

Ela finalizou sua apresentação no Leadership Conference com uma dica: “Estar presente nos comitês de diversidades, ouvir as histórias que são contadas, para aprender sobre esses assuntos faz a diferença.”

O Leadership Conference irá até sexta-feira, 23, e você não pode perder as lives que estão por vir!

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Empreendedorismo e RH na pandemia com Cris Arcangeli e Edu Gouveia – Melhores Momentos

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Livee com Cris Arcangeli

Como será a liderança no novo normal? O que acontece com o Empreendedorismo , gestão de pessoas e RH na pandemia?

Esse foi o tema do debate desta quarta-feira, 16, entre a empreendedora, investidora, CEO da beauty´in e “tubarão” no programa Shark Tank Brasil, da Sony,  Cristina Arcangeli e Edu Gouveia, conselheiro da Vee, especialista em loyalty, meios de pagamento e benefícios . A mediação foi de Raphael Machioni, CEO da Vee.

Reveja a liVEE com Cris Arcangeli e Edu Gouveia

Como será a gestão de colaboradores no “novo normal”?

Cris Arcangeli compartilhou sua experiência com crises e disse ter se mantido serena.

Esse é um momento de grandes transformações. Eu já passei por grandes crises na minha vida, então isso não é uma coisa que grande me assusta”, contou. Eu sei que o pessoal de 30 anos ainda não viu crises, porque nos últimos 20 anos tivemos anos bastantes estáveis pertos dos anos que eu vi, no meu começo como empreendedora. Então hoje, eu sei, que com a crise, mais oportunidade vem também. Quando surgem dores, novas oportunidades para trazer soluções.”

E ela completou:

“Como líder, a minha posição, foi o momento de compartilhar essa paz, um pouco de calma. Estudar nosso mercado e ver as transformações que vieram com este impacto”.

O conselheiro da VEE Edu Gouveia revelou que, apesar da crise, sentiu um momento de muito acolhimento e empatia entre as pessoas.

“Nunca passei por uma crise com uma extensão tão forte como essa, de ‘jogar’ todo mundo em casa, lockdown. Mas foi um momento muito rico também, de empatia, de acolhimento”, contou Edu, ex-CEO de Livelo, Alelo, e Multiplus, entre outras. “A tempestade é igual para todo mundo, mas a gente está em barcos diferentes. Pessoas sofrendo mais ou menos. Então foi a hora de tratar cada um individualmente. O líder chegar perto, fazer o ritual de proximidade. Tem muita gente sofrendo. O papel do líder agora é de empatia, de acolhimento, de entender, de chegar perto”.

A importância do digital e da tecnologia

Cris Arcangeli também mostrou o seu ponto de vista sobre a mudança às pressas para o digital e o trabalho remoto. Ela aproveitou para explicar qual é, na sua opinião, o grande problema que enfrenta no Brasil.

“Foi uma transformação desde quando decidi que não ia voltar para o varejo e iria focar mesmo no digital. Eu tive o primeiro produto físico vendido no Hotmart, as pessoas ainda não tinham esse costume na época. E isso surgiu mais apressadamente na quarentena. Mas acredito que as pessoas aprenderam a usar e entenderam a lidar com isso. Mas o grande problema é que no Brasil a gente tem um problema muito grave com logística. O maior desafio agora é a distribuição.” 

Edu Gouveia também afirmou que o consumidor atual está muito exigente e que as tecnologias estão trazendo um senso de urgência muito maior.

“O mercado também está muito exigente. Se um produto demora um ou dias para chegar, parece que ele está demorando muito. O celular trouxe um senso de urgência muito grande. Tudo precisa ser para agora e a gente teve que lidar com essa impaciência durante a pandemia, contratar e treinar funcionários para lidar com isso durante a crise.”

Como lidar com tantas mudanças no trabalho?

Edu Gouveia afirmou que a flexibilidade foi essencial para o RH na pandemia e será também para a readaptação futura.

“A readaptação vai ser voltar ao escritório. Não vai ser igual ao modelo antigo, haverá novas regras. E eu acredito muito no equilíbrio.” Ele explicou: “Neste momento, por exemplo, estou em Recife, e estou trabalhando como se estivesse em São Paulo. Então essa flexibilidade faz com que os talentos sejam não mais locais, mas globais. As fronteiras caíram.”

Já Cristina Arcangeli, mostrou preocupação com as mudanças drásticas e disse que é preciso ter cautela na hora de tomar decisões importantes.

“Eu me preocupo um pouco, porque acredito que acho que não dá para ser 100% online. Acho muito cedo, uma atitude muito drástica para poucos meses dessas experiência, porque está todo mundo em casa obrigatoriamente, então está funcionando ‘na marra’. A gente deveria esperar um pouco tudo voltar para tomar essas medidas definitivamente.” 

A nova era do RH na pandemia

O conselheiro da VEE, Edu Gouveia, contou como foi o início da pandemia e que agora é necessário mirar na retomada.

“A gente teve momento de muito choque no começo, quando foi decretado o lockdown. Tiveram várias empresas em que tenho atuação que estavam mais preparadas e outro bem menos preparadas. Tivemos que cuidar das pessoas, não somente com notebooks, mas da saúde mental. Mas outro cuidado foi com as próprias empresas, olhar o caixa, se preparar para o pior. Cuidamos da cadeia de suprimentos, desde o fornecedor. E agora, estamos mirando na retomada.”

Edu completou:

“Empresas que tinham culturas bem definidas se saíram muito bem. Tenho certeza que a empresa da Cris foi uma delas, porque ela tem uma liderança muito forte. Outras empresas que estavam com culturas mais largadas sofreram um pouco mais.” 

O que o RH pode fazer para ajudar os colaboradores agora mesmo?

Edu Gouveia é taxativo sobre como deve agir o RH na pandemia (e depois dela).

“O conselho agora é: cuide da saúde mental da turma. Tem muita gente trabalhando em apartamento pequeno, sem sair de casa a meses. Isso é muito importante”.

Cris Arcangeli afirmou que foi uma época de sair da zona de conforto de novos descobrimentos:

“Existem mercados que foram muitos desafiados, como o turismo, festas, etc. Mas todo mundo saiu da zona de conforto. Foi época de testar. No fundo, essa quarentena e essa mudança toda, com todo esse sofrimento, trouxe muitos descobrimentos e adaptações. Foi uma oportunidade que nós tivemos para exercitar muitas coisas.”

Cuidado com os colaboradores

Cris finalizou o bate papo afirmando a importância de cuidar de pequenos e médios empreendedores e quais foram sua ações durante a crise.

“Essa pandemia trouxe uma coisa bastante impactante, no meu ponto de vista, pois ela escancarou as diferenças sociais. Então quando você vê uma classe que se isolou em praias, fazendas, como se o mundo tivesse acabado, ainda existem pessoas que precisam pagar suas contas e precisam sair no dia a dia. Então, eu desde o começo da quarentena me coloquei para ajudar os pequenos e médios empreendedores, porque me solidarizei com essa situação, acho que foi muito pouco tratado, mesmo com todas as linhas de créditos liberadas.” 

Edu completou a fala de Cris, reafirmando que, mais do que nunca, o RH e a liderança devem andar juntos, para que os funcionários possam usufruir de um líder empático.

“Eu vejo o papel da liderança e do RH com uma proximidade muito grande. É importante entender a especificidade de cada um. A gente está tendo um problema muito sério de saúde mental agora, as pessoas estão estressadas e a gente tem que respeitar isso. O papel do líder e do RH é de empatia, de entender o funcionário e se aproximar dele.” 

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Por que é importante pensar em atividade física para os colaboradores?

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Praticar atividade física aumenta o bem estar do funcionário

Você sabia que a falta de atividade física é a maior causa dos problemas de saúde da população brasileira? Esses problemas vão muito além do ganho de peso, podendo causar complicações como diabetes, doenças cardiovasculares, cansaço, improdutividade, entre outros. 

É claro que isso também pode influenciar na produtividade no trabalho. Sem contar o aumento nos custos com plano de saúde e o principal: a falta de bem-estar e qualidade de vida dos seus funcionários. 

Por isso, hoje vamos falar porquê é importante pensar em atividade física para os colaboradores. Confira! 

Quais são as principais causas do sedentarismo?

A tecnologia nos proporciona diversas facilidades no dia a dia. Você pede comida, encomenda itens do mercado, usa elevadores, enfim, toda a tecnologia somada a falta de tempo aumentam o índice do sedentarismo.

Quais as consequências do sedentarismo?

O aumento de peso é a primeira consequência do sedentarismo, e, com o passar do tempo, outras complicações podem surgir, como:

  • Doenças cardiovasculares; 
  • Diabetes; 
  • Falta de força muscular; 
  • Dor nas articulações; 
  • Aumento de colesterol e triglicerídeos; 
  • Problemas para dormir; 
  • Cansaço e improdutividade constante.

Atividade física para combater o sedentarismo 

Perguntamos para o Educador Físico e Gerente Técnico do Grupo Bio Ritmo e TotalPass, Guilherme Micheski, sobre os benefícios da atividade física para os colaboradores:

“Podemos listar inúmeros motivos para valorizar a prática da atividade física no ambiente corporativo, tanto para as organizações quanto para as pessoas que lá estão. Para os colaboradores temos benefícios: físico, mental e social, que é praticamente impossível se separar quando o olhar está para o ser humano no seu nível máximo de desempenho”, afirma. 

Benefícios da atividade física para o corpo

Durante a prática de atividade física, o sistema muscular e o sistema nervoso trabalham de maneira coordenada com o sistema esquelético, ajudando em seu fortalecimento.

Segundo o Ministério da Saúde, os principais benefícios são: 

  • Fortalecimento dos ossos e músculos;
  • Melhora do condicionamento muscular e cardiorrespiratório;
  • Redução do risco de doenças cardiovasculares, diabetes, osteoporose, fibromialgia, alguns cânceres, entre outras doenças;
  • Controle da pressão arterial e níveis de açúcar no sangue;
  • Controle de peso;
  • Manutenção da autonomia nas atividades diárias e prevenção do risco de quedas para pessoas de terceira idade.

Benefícios da atividade física para a mente

Além dos benefícios para o corpo, praticar atividades físicas regularmente também pode trazer benefícios para a mente.

De acordo com o Ministério da Saúde, com essa prática, é possível:

  • Melhorar quadros de depressão;
  • Aumentar a autoestima e a sensação de bem-estar;
  • Aumentar a expectativa de vida;
  • Melhorar a qualidade do sono;
  • Melhorar a saúde mental e o humor;
  • Reduzir o estresse.
  • Beneficia a empresa

Benefícios da atividade física para a sua empresa 

Quando a empresa incentiva a prática de atividade física regular, é possível que os colaboradores consigam prevenir doenças e notem melhora na qualidade do sono e na disposição diária.

Consequentemente, o volume de faltas pode diminuir e a produtividade aumentar, visto que o profissional poderá se sentir mais disposto ao realizar suas atividades.

“Para as empresas, podemos perceber que a ação nesse ponto está muito atrelada a cultura organizacional, mas que independente dela, o olhar para a saúde de forma ampla, que contempla a atividade física, é algo que traz a valorização de algo que transcende o olhar somente para o lucro. Assim, é possível exercer um papel fundamental para a sociedade”, afirma Guilherme. 

Em uma pesquisa realizada com algumas empresas em 2018 pela IGNILIFE, as principais motivações de prevenções das empresas eram: 

  1. Melhorar o bem-estar dos funcionários (86,9%) 
  2. Reduzir os gastos em saúde (85,7%) 
  3. Melhorar a produtividade (84,8%) 
  4. Reduzir a sinistralidade (83,8%)

A boa notícia é que a prática regular de atividades físicas está direta ou indiretamente ligada às três primeiras respostas da pesquisa. 

“Os benefícios a médio e longo prazo são de grande valia não somente para os colaboradores, mas também para a sociedade do século XXI”, finaliza Guilherme. 

Como incentivar a prática de atividades físicas na empresa?

Em um ambiente de trabalho, tornou-se muito comum passar o dia sentado em frente ao computador, levantando apenas algumas vezes. 

Para reverter esse cenário, os líderes podem incentivar os colaboradores a serem mais ativos, seja incentivando o uso da escada ou até oferecendo um benefício relacionado a academias. 

Desse modo, é possível aumentar o engajamento das equipes e melhorar a qualidade de vida no trabalho, evitando sintomas de estresse e ansiedade, para que possam ser mais produtivos. Anote essas dicas para aplicar na sua empresa: 

1 – Sessões de alongamentos

Principalmente se sua equipe precisa ficar muito tempo sentado em frente ao computador, o alongamento é uma excelente prática para ajudar a melhorar a postura e flexibilidade.

Isso significa que é possível prevenir algumas doenças relacionadas a má postura e ainda melhorar a condição física do colaborador. Sem contar que pode ser um momento de descontração e relaxamento para lidar com o dia a dia. 

2 – Grupos de treinos

Seja de forma presencial ou digital, treinar em grupo ou dupla é sempre uma ótima maneira de se manter motivado para manter a prática de exercícios físicos. 

Você pode estipular uma competição saudável para que a equipe que mais treinar junto ganhe um prêmio, por exemplo.

Dividir os colaboradores em equipes também é uma forma de integrá-los e motivá-los como um time. Assim, é possível que além de colocarem a atividade física como parte da rotina, eles também se tornem um grupo mais unido.

3 – Descontos em academias ou plataformas de treinos online

Entre os muitos benefícios corporativos que você pode oferecer aos seus colaboradores, o desconto em academias está entre eles. Quando o empregador disponibiliza essa opção, os colaboradores se sentem mais motivados a se exercitar.

Sem contar que esse tipo de benefício corporativo ajuda a deixar a sua empresa mais atrativa para os melhores talentos, pois demonstra que a empresa se preocupa com a saúde e qualidade de vida do funcionário.

Se ainda não se sentir confortável em disponibilizar a opção de academias devido ao momento de pandemia, é possível oferecer plataformas de treinos online e ao vivo. O TP Plus, por exemplo, é uma plataforma com especialistas que montam aulas exclusivas para a sua empresa. 

4 – Incentive a atividade física, de verdade! 

Mais do que oferecer essas ações para os colaboradores, é preciso que a saúde faça parte da cultura da empresa. 

Você pode incentivar o uso das escadas para chegar no escritório, a ida de bicicleta ao trabalho ao disponibilizar bicicletários ou até mesmo incluir um vestiário para que ele tome um banho e se troque.

Separe uma horinha da semana para reunir o time todo para praticar atividades físicas, ofereça dicas de como ter uma rotina mais saudável e ouça seus colaboradores. Entenda quais as ações funcionam e quais podem ser melhoradas. 

Com essas dicas, sua empresa está preparada para colocar a atividade física em prática e melhorar a qualidade de vida e bem-estar dos seus colaboradores

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Como usar dados básicos para otimizar os benefícios do colaborador

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RH Talks com Raphael Machioni e Lauro Nunes sobre dados básicos para insights valiosos

Os dados são essenciais para tomar boas decisões no ambiente de trabalho e esse foi o tema do bate papo desta última terça-feira, 18, no RH Talks – “Como utilizar de dados básicos para gerar insights valiosos”.

Apresentado por Jéssica Martins, o CEO da Vee Benefícios, Raphael Machioni, e o CTO da Appus, Lauro Nunes, uniram suas experiências em rh e gestão de dados para ampliar o debate de como a tecnologia e o people analytics podem otimizar o rendimento do colaborador.

Como usar dados de RH de forma simples

Muitas empresas ainda estão presas a modelos clássicos de RH, muito formais, e acabam não tendo conhecimento sobre todo potencial que poderiam alcançar junto com os colaboradores.

Lauro Nunes comentou durante a live, que não é necessário muito investimento para começar a transformar dados em estratégias reais.

“O pessoa acaba criando um monstro e às vezes não é necessário criar esse dinossauro gigante. Você pode começar de uma forma devagar e que ainda sim irá trazer grandes benefícios”, explicou. “(…) Cada vez mais a gente um vê um RH que começou a ser pautado por análise e orientado pelos dados. E cada vez mais a gente está se aproximando de uma gestão de talentos que faz parte do negócio.”

O CTO da Appus também fez questão de explicar que o “People Analytics é simplesmente o processo de coleta e análise de dados dos colaboradores, utilizando métodos científicos”.

“(People Analytics) é um apoio para a tomada de decisão. E o apoio tem um papel importante nesta frase, pois ela não vai substituir a tomada de decisão das pessoas, ela irá apoiar, para que a liderança da empresa consiga pautar suas decisões baseadas em alguma coisa.”

Como os dados ajudam nos benefícios

Raphael Machioni fez questão de ressaltar que a análise de dados feita de maneira correta são de extrema importância na hora de  escolher qual o melhor benefício para seu colaborador.

“Se os dados estiverem completamente errados, sem qualquer tratativas, pode não ter uma resultado muito legal (…). O próprio conceito de benefício flexível deixa a gente livre. Você precisa criar um plano de benefícios flexíveis e deixar a critério do seu colaborador.”

O CEO da Vee ainda comentou durante o RH Talks como a flexibilidade está se tornando cada vez mais inerente ao ambiente corporativo e que entender as necessidades de seu funcionário é essencial.

“Hoje em dia é inimaginável que ainda existam grandes empresas sem oferecer, por exemplo, uma academia. Dependendo do público da empresa, atende 20% do público. Imagina um benefício flexível que atende 100%? Quem não tiver isso, daqui um tempo, vai ter desvantagem competitiva.”

Novo normal e saúde do colaborador

Vivendo uma pandemia gerada pela novo coronavírus, é óbvio que a saúde dos funcionários tornou-se algo ainda mais delicado e que precisa de uma atenção redobrada. 

Com as orientações de isolamento social da OMS, o home office foi a solução para todos aqueles que não trabalham em serviços essenciais, mas a Vee também buscou novas possibilidades de agregar na vida do colaborador no quesito saúde.

“A Vee consegue ajudar com algo mais do que só reter e atrair talentos. A gente identifica hoje que um dos maiores custos das empresas é o plano de saúde e atualmente a gente usa os dados ao nosso favor, para gerenciar estes custos.”

A saúde emocional também foi algo citado pelo CEO como outro benefício da flexibilidade, pois a Vee tem parceria com a Zenklub e junto com a análise de dados, pode ser muito útil para as empresas.

“A Zenklub tem um analytic muito legal. Por exemplo, para que falar de setembro amarelo se nunca teve caso de suicídio na sua empresa mas está tendo muito caso de ansiedade e depressão? Porque não usar isso para ministrar esse tipo de palestra? A gente usa isso para melhorar o ambiente de trabalho.”

Empresas que entendem as necessidades do colaborador

Lauro Nunes completou o debate, no RH Talks, afirmando que estamos vivendo uma nova era de relação de trabalho e que os dados, que antes não eram tão valorizados, hoje são grandes aliados para identificar necessidade particulares.

“Os funcionários esperam que as empresas entendam suas necessidades e se a gente pegasse há 10, 20, 30 anos, não era assim. Precisamos entender as particularidades, justamente neste momento que estamos vivendo, no qual o recrutamento de profissionais de alta performance é um processo árduo. Então qualquer tipo de diferencial que venha oferecer acaba pesando fortemente na balança.”

E esse peso na balança pode se encontrar na flexibilidade de benefícios, já que você garante que está entregando o que o seu futuro colaborador quer, independente do perfil dele.

Como implementar o uso de dados no seu negócio

Fica mais do que claro que a análise correta dos número é uma forte aliada para melhor o desempenho do colaborador na empresa. Isso porque assim é mais fácil de entender suas necessidades.

 “O que você precisa: alguém com conhecimento de negócio, técnico e alguém que entenda de gestão de pessoas. Não existe fazer people analytics com só técnica, precisa de um equilíbrio.”, refletiu durante o RH Talks Lauro Nunes. 

Quer saber como funcionam os benefícios flexíveis com a Vee e oferecer o melhor aos seus colaboradores de acordo com as necessidades deles? Entre em contato com a gente pelo link: https://vee.digital/contato

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LiVEE: RH, por que a saúde financeira do seu colaborador é importante pra você?

Tempo de leitura: 2 min
LiVEE com Rafael Milaré e Raphael Machioni, CEO da VEE

RH, você sabe porque a saúde financeira dos seus colaboradores deveria te importar (e muito), muito além do salário oferecido? Uma pesquisa realizada pelo IBOPE a pedido da Creditas traz essa resposta e chegou a hora de contar pra você o porquê.

No próximo dia 26 de agosto, às 19 horas, o CEO da Vee Raphael Machioni recebe Rafael Milaré, do time da Parcerias da Creditas para uma LiVEE especial com o tema “RH, por que a saúde financeira do seu colaborador é importante pra você?”. As inscrições são totalmente gratuitas e já estão abertas. Não deixe de garantir sua vaga acessando o link: https://beneficios.vee.digital/live-creditas-saude-financeira-do-seu-colaborador/ ou no formulário abaixo.

Inscreva-se la LiVEE com a Creditas:

Mas como auxiliar na saúde financeira de seu colaborador?

O bem-estar dos funcionários está diretamente ligado a sua saúde financeira, conforme o estudo encomendado pela Creditas ao IBOPE Inteligência.

Porém, segundo informações divulgadas pela Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), 84% dos trabalhadores entrevistados enfrentam dificuldades quando o assunto é dinheiro e sofrem prejuízos por não entenderem de finanças.

A análise da Creditas e do IBOPE mostra que quase metade dos profissionais, cerca de 44%, dos pesquisados,  desejam trabalhar em uma empresa que os ajude em sua gestão financeira. Além disso, cerca de 19 % deles dizem que produzem menos no trabalho quando as contas não estão em dia.

LiVEE 26 de agosto

Estes dados são uma demonstração de como a estabilidade financeira pode influenciar na qualidade do trabalho de seus funcionários, o que será debatido na LiVEE.

Sobre a Vee Benefícios:

A Vee é uma HR tech brasileira que oferece um pacote completo de benefícios, através de benefícios flexíveis, descontos em academia, saúde emocional e clube de descontos. Operando comercialmente desde 2018, ela resolve um problema comum das empresas brasileiras: a gestão dos benefícios recebidos pelo trabalhador. A solução proporciona mais flexibilidade e liberdade ao colaborador, empoderando-o na utilização dessas vantagens. Em uma única plataforma, ele tem acesso a benefícios flexíveis, descontos em academias, saúde mental, clubes de benefícios e de viagens, entre outros. Somando a isso, possibilita às corporações oferecerem o mesmo pacote de vantagens de grandes multinacionais de forma gratuita para as empresas, garantindo que seus clientes consigam atrair e reter talentos.

Sobre a Creditas:

Creditas é uma startup brasileira do segmento de serviços financeiros (fintech). Ela é a principal plataforma online de crédito com garantia do Brasil. A Creditas trabalha com quatro produtos principais: empréstimo com garantia de imóvel, empréstimo com garantia de veículo, empréstimo consignado privado e financiamento de veículo.

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Entenda a importância do fit cultural ao selecionar trabalhadores para a empresa

Tempo de leitura: 4 min
Compreenda a importância do fit cultural na hora de selecionar colaboradores para empresas

O fit cultural é um termo em alta na atualidade. Mas, você sabe exatamente o que ele significa? Entende porque ele é tão comentado e os benefícios que ele pode trazer para os trabalhadores e o negócio como um todo? Se não, está na hora de descobrir!

O fit cultural se refere ao encaixe, à adequação de determinado profissional aos valores e cultura da empresa como um todo. Isso está ligado à forma como ele se comporta, valores que prioriza e princípios que compartilha. Encontrar um bom fit cultural entre um profissional e a empresa é, portanto, encontrar alguém que compartilha dos mesmo valores da empresa e se comporta de forma esperada no ambiente de trabalho.

Quer saber qual a importância do fit cultural ao selecionar talentos e como colocar isso em prática? Então continue a leitura e descubra mais sobre o assunto!

LiVEE 26 de agosto

Por que o RH deve se preocupar com o fit cultural ao selecionar talentos?

O fit cultural é importante na hora de selecionar talentos uma vez que ele ajuda a encontrar profissionais que compartilham os valores e a cultura da empresa.

A sua empresa tem uma cultura própria, mesmo que você não saiba exatamente qual é ela. Essa cultura influencia o comportamento dos colaboradores, as decisões dos líderes e na reputação que a sua marca tem no mercado.

A cultura também irá refletir em questões mais operacionais da sua empresa, como o tipo de remuneração, por exemplo. Em uma empresa que respeita a diversidade e valoriza a individualidade dos colaboradores, os benefícios tendem a ser flexíveis, de forma a evidenciar esse tipo de valor dentro da organização e atender aos desejos e necessidades de um grupo maior de colaboradores.

É por isso que o fit cultural é tão importante na hora de selecionar talentos. Quando você leva isso em consideração, abre portas para que os novos membros do time já sejam bastante alinhados com a cultura da organização. Com isso, eles se adaptam mais rapidamente ao ambiente de trabalho, estabelecem uma boa relação com colegas e superiores e se sentem mais satisfeitos e acolhidos.

Os benefícios do fit cultural no recrutamento e seleção

Colocar o fit cultural em foco no recrutamento e seleção da empresa traz uma série de benefícios, tanto para o time quanto para a organização. Descubra agora quais são eles.

Melhora a produtividade

O engajamento está intimamente relacionado à produtividade de um colaborador dentro da empresa. Quanto mais engajado, mais e melhores resultados ele é capaz de gerar. E, para isso, é importante que ele se sinta parte, compartilhe dos valores organizacionais, sinta que é valorizado pela empresa.

Portanto, quando você contrata com base no fit cultural, aumenta as chances de que o profissional seja engajado com as atividades, e, com isso, aumenta a sua produtividade.

Reduz a rotatividade

Quando o profissional sai da organização, além de desfalcar o time, é necessário desembolsar recursos na contratação de um novo trabalhador para ocupar esse lugar. É por isso que o turnover deve ser combatido.

Dessa forma, a redução da rotatividade também é uma das consequências de se contratar com melhor fit cultural. Assim como é importante conhecer as habilidades técnicas do futuro colaborar, é igualmente essencial entender se ele se encaixa na cultura do ambiente.

Aumenta o bem-estar

O fit cultural também traz benefícios para o trabalhador. Afinal, é melhor estar em um ambiente no qual você compartilha os valores e se identifica com as pessoas ao redor do que em um local desalinhado com as suas próprias crenças, não é mesmo?

Portanto, quando você investe no fit cultural na hora de contratar, também investe no bem-estar no profissional que já está na sua empresa. Ele se sente confortável em ser quem ele é e com o ambiente de trabalho como um todo, o que aumenta os seus índices de satisfação e motivação.

Reduz os conflitos dentro da empresa

Conflitos entre colaboradores e entre e a equipe e gestor são bastante prejudiciais ao negócio como um todo. Eles podem atrapalhar o clima organizacional e o fluxo de atividades dentro da organização. Portanto, utilizar estratégias para combater esse problema é essencial para o bom andamento dos processos.

Contratar com fit cultural é uma das formas de fazer isso. Afinal, quando todos estão alinhados, é difícil que ocorram grandes desentendimentos dentro da empresa.

Boas práticas para colocar o fit cultural em foco

Quer colocar o fit cultural em foco no seu processo seletivo? Então continue a leitura e descubra, agora mesmo, as melhores práticas para investir nessa estratégia!

Aplique testes específicos

Entenda qual a cultura da sua empresa e o que você espera dos profissionais que irão fazer parte dela. A partir disso, é possível encontrar testes específicos, capazes de descobrir quais os principais valores dos candidatos em um processo seletivo, suas tendências comportamentais e, até mesmo, seu perfil.

Investir nesse tipo de ferramenta durante o processo seletivo pode ser uma ótima forma de colocar a fit cultural em foco. Com a análise de resultados, você já tem algumas pistas de quais são os profissionais que tem esse encaixe com a sua empresa.

Pergunte sobre valores na entrevista

Você também pode perguntar diretamente para os colaboradores quais são os seus valores, que tipo de ambiente eles preferem trabalhar e as suas prioridades profissionais. Aproveite para contar um pouco mais sobre a empresa e a sua cultura, perguntando também o quanto ele se identifica com isso.

Fique atento à dinâmica de grupos

Outra estratégia para observar o fit cultural de candidatos de um processo seletivo com a sua empresa é ficar atento ao comportamento deles durante a dinâmica. Perceba quais são aqueles que apresentam um comportamento que você deseja ver dentro da organização, os valores que eles parecem demonstrar nesse momento e o que eles valorizam na hora de resolver os problemas propostos.

O fit cultural é um elemento bastante importante no momento de selecionar trabalhadores para a empresa. É ele que permite que você forme um time talentoso e alinhado aos valores e princípios da organização. Portanto, comece, agora mesmo, a colocar as nossas dicas em prática durante os processos seletivos!

Gostou do artigo? Quer aprender mais sobre os impactos do comportamento dos colaboradores na empresa? Então leia o nosso próximo artigo e descubra a importância do perfil comportamental para o RH!

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RH Talks – Como utilizar de dados básicos para gerar insights valiosos

Tempo de leitura: 2 min
RH Talks sobre dados básicos e insights

O conteúdo não para! O CEO da Vee, Raphael Machioni, estará presente no próximo RH Talks. Na próxima terça feira, 18 de agosto, ele é um dos convidados do Webinar “Como utilizar de dados básicos para gerar insights valiosos”. Na apresentação, ele vai estar ao lado de Lauro Nunes, CTO da Appus. A mediação é de Jessica Martins, head da vertical de Recursos Humanos do Transformação Digital.

O evento virtual começa às 19h e as inscrições são gratuitas pelo link https://bit.ly/3iPripw.

Inscreva-se agora no RH Talks clicando aqui

Por que dados?

Saber sobre os dados ajudará não somente a gestão da empresa, mas também aos seus funcionários. Isso porque será possível ter uma noção maior e privilegiada de como tornar a vida de seu colaborador melhor a partir destas informações.

Por isso, durante sua apresentação Raphael Machioni irá mostrar como cruzar os dados de utilização dos benefícios com dados do plano de saúde para gerar informações importantes para tomadas de decisão que melhoram a vida do seu colaborador.

LiVEE 26 de agosto

Mais do que “apenas” ter estes dados, é importante saber como usá-los ao seu favor e é sobre isso que o CEO da Vee irá falar. São informações que você já coleta desde o processo de admissão de um novo funcionário. Porque não, então, colocá-los para bom uso? 

Com o contexto atual, em tempos de pandemia, com muitas empresas preocupadas com a situação de seus colaboradores e de sua economia, os profissionais também conseguiram fornecer dicas de como aproveitar o momento para lidar com tudo da melhor maneira. 

Então não perca tempo e inscreva-se já no RH Talks e não perca o Webinar!

Sobre o RH Talks

O RH Talks é um evento da TD (Transformação Digital) e foi desenvolvido para profissionais de todos os níveis da área de Recursos Humanos. Com foco nas mudanças do mercado e na importância do reposicionamento para obter sucesso na Era Digital, o evento oferecerá conteúdos exclusivos de forma online e gratuita com a participação de grandes especialistas no mercado.

Para ter acesso ao conteúdo é simples e fácil: basta se inscrever neste link :  https://bit.ly/31QyyuC

Sobre a Vee Benefícios:

A Vee é uma HR tech brasileira que oferece um pacote completo de benefícios, através de benefícios flexíveis, descontos em academia, saúde emocional e clube de descontos. Operando comercialmente desde 2018, ela resolve um problema comum das empresas brasileiras: a gestão dos benefícios recebidos pelo trabalhador. A solução proporciona mais flexibilidade e liberdade ao colaborador, empoderando-o na utilização dessas vantagens. Em uma única plataforma, ele tem acesso a benefícios flexíveis, descontos em academias, saúde mental, clubes de benefícios e de viagens, entre outros. Além disso, possibilita às corporações oferecerem o mesmo pacote de vantagens de grandes multinacionais de forma gratuita para as empresas, garantindo que seus clientes consigam atrair e reter talentos.

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Guia Completo de Gestão de Benefícios para sua empresa

Tempo de leitura: 9 min
Como fazer uma boa gestão de benefícios na sua empresa

Hoje, o departamento de Recursos Humanos está deixando para trás o título de área de custo necessário para assumir, cada vez mais, a qualidade de área essencial para o desenvolvimento estratégico. O avanço das ciências administrativas tem reforçado a importância de valorizar a humanização nas organizações. O que antes era tratado como assunto secundário, como a gestão de benefícios, agora é prioridade. Diversos estudos mostram que esse detalhe é o segredo para se alcançar a alta performance.

Nesse sentido, os benefícios que uma empresa oferece são um grande diferencial competitivo. No entanto, como implementá-los de forma inteligente para o negócio?

Pensando nisso, fizemos este artigo especial sobre gestão de benefícios! Continue a leitura e confira os principais aspectos desse gerenciamento. Vamos lá?

LiVEE 26 de agosto

Conheça as vantagens de oferecer benefícios em uma empresa

A gestão de benefícios é um dos principais dispositivos utilizados no gerenciamento estratégico de pessoas para estimular o engajamento, assim como reter talentos. As vantagens geradas por essa boa prática são inúmeras e é possível comprová-las por meio de análises comparativas entre indicadores de People Analytics, Comunicação e Desempenho de uma organização. A seguir, saiba mais sobre os ganhos possíveis dessa estratégia.

Atração e retenção de talentos

Você sabia que 84% dos colaboradores que estão satisfeitos com os seus benefícios apresentam maior satisfação também em relação ao trabalho? Naturalmente, isso impacta positivamente o seu indicador de turnover (rotatividade de funcionários). Outro ganho é o de colaboradores promotores do seu negócio. Quando satisfeitos, eles promovem o seu employer branding para outros talentos, que vão se sentirem instigados a fazerem parte do seu headcount (quadro de pessoal).

Uma das frentes que a atração e retenção de talentos também atua é na manutenção do know how (saber como fazer). Toda empresa deve enxergar os seus colaboradores como ativos do negócio, que detém conhecimentos únicos quanto ao funcionamento das rotinas diárias.

Quando esse talento é perdido para o mercado, a sua organização está perdendo informações estratégicas, bem como tendo que empregar energia para contratar e treinar outro colaborador. Por isso, o cenário mais ideal para qualquer empresa é manter os seus colaboradores satisfeitos e engajados.

Redução de custos operacionais

Um dos grandes problemas que assombram o departamento de RH são os custos. Essa área sempre foi reconhecida por suas despesas. No entanto, com o avanço de processos ocasionado pela transformação digital, percebeu-se que é possível encontrar oportunidades de ganho em diversas rotinas produtivas.

Com a retenção de talentos em si já é possível reduzir uma série de custos operacionais que são extremamente altos para o negócio, como processo seletivo, treinamentos e desligamentos. Utilizando softwares para o gerenciamento da operação de RH é possível alcançar melhor performance dos custos da área, principalmente quando a tecnologia é aplicada à gestão de benefícios. Existe uma expectativa de aumento de quase 10% na utilização de softwares no RH até 2025.

Fortalecimento da cultura

Uma boa gestão de benefícios atua diretamente na relação dos colaboradores com a sua marca. Nesse sentido, tem-se uma conquista de fortalecimento da cultura do negócio. Quando os colaboradores estão mais satisfeitos, eles tendem a ficarem mais abertos, do ponto de vista psicológico e comunicacional, às boas práticas da empresa.

É uma relação complexa a questão da cultura corporativa: ao mesmo tempo que ela é uma diretriz do negócio também é construção diária feita pelos colaboradores. Vale reforçar que para uma cultura organizacional forte é essencial implementar outras estratégias em parceria à gestão de benefícios inteligentes.

Otimização do desempenho

A relação entre felicidade e performance é uma realidade nas empresas. Inclusive, há muitas organizações que estão desenvolvendo o cargo de CHO (Chief Happiness Officer, ou Diretor de Felicidade). Ter uma boa gestão de benefícios melhora a experiência do colaborador e o torna um profissional mais feliz, não é verdade?

Dessa forma, tem-se uma otimização da produtividade dos seus colaboradores, uma vez que eles estão mais engajados com o negócio. Uma dica interessante para impulsionar ainda mais a melhora no desempenho é associar a gestão de benefícios com programas de meritocracia. Juntas, essas ações são poderosas no gerenciamento estratégico de pessoas.

Melhora na experiência do cliente

Você deve estar pensando que leu errado, mas não. Quando você melhora a experiência do seu colaborador, você está impactando, também, a experiência do seu cliente. Se os colaboradores estão mais satisfeitos no trabalho isso é refletido na produtividade e, inclusive, na qualidade do atendimento prestado ao cliente.

Já foi atendido por alguém que tem sorriso na voz? É bom quando nos deparamos com agentes de atendimentos que estão felizes. Essa energia passa para o cliente e torna a sua experiência mais harmônica, criando uma identificação dele com o seu negócio. Lembre-se que, direta ou indiretamente, todos os seus colaboradores impactam a experiência do cliente.

Adequação ao trabalho remoto

O home office já vinha se firmando como uma tendência no país em decorrência de novas modalidades de negócio que surgiram com a crise que começou entre 2014 e 2015. Nesse movimento, o trabalho remoto atingiu um recorde em 2018, atingindo a marca de 41,1%. Agora, com a crise mundial causada pela pandemia COVID-19, esse cenário sofreu uma aceleração profunda, uma vez que as empresas viram no home office a oportunidade para manter a produtividade mesmo no isolamento social.

Nesse movimento, as organizações estão experimentando uma série de redução de custos operacionais e o mercado indica que a tendência é a manutenção de muitas rotinas em home office após o fim da pandemia. Um terço dos Millenials (nascidos na década de 1980 e meados de 1990) se sente obrigada a voltar ao escritório, conforme uma pesquisa do LinkedIn. Para que as organizações consigam ter benefícios aderentes ao novo contexto é interessante implementar a flexibilidade: seu colaborador usa o benefício como quiser.

Entenda 6 pontos de como fazer uma boa gestão de benefícios

Não adianta ter benefícios se eles não são aderentes ao perfil dos seus colaboradores e se não há um gerenciamento eficaz sendo realizado. Para tanto, elaboramos algumas dicas fundamentais para conseguir implementar uma gestão de benefícios inteligente no seu departamento de RH. Veja só!

1. Conhecer o perfil dos colaboradores

A sua empresa tem relatório de People Analytics? Se o seu RH ainda não faz a coleta e análise de dados de pessoas chegou a hora de começar a colocar isso em prática! Conhecer o perfil dos seus colaboradores é o primeiro passo para realizar qualquer ação que os envolva, tanto para as necessidades do departamento de Recursos Humanos como para a Comunicação Corporativa. Com as análises é possível desenvolver estratégias mais precisas, trazendo mais retorno para o seu negócio.

2. Analisar as necessidades do seu headcount

Além das análises de dados de controle, coloque em ação as pesquisas de clima. Elas são fundamentais para conhecer mais sobre a experiência dos colaboradores com o seu negócio. Outra dica interessante é implementar o eNPS (Employee Net Promoter Score, ou Índice Líquido do Colaborador Promotor), uma adaptação da tradicional NPS aplicado aos clientes para o contexto da gestão de pessoas.

Esse tipo de pesquisa permite a empresa fazer a coleta de dados que permitem identificar com maior precisão as necessidades do headcount. Dessa forma, as soluções desenvolvidas para o gerenciamento estratégico de pessoas são, praticamente, personalizadas. Naturalmente, o impacto positivo a diversos indicadores de performance é uma consequência.

3. Estabelecer uma Política de Benefícios

É impossível implementar uma gestão de benefícios inteligente se não temos diretrizes de atuação. Por isso, desenvolva uma Política de Benefícios para o seu negócio. Nela devem constar informações sobre quais são oferecidos por categorização de cargo, bem como indicando valores etc.

Destacamos que é essencial que essa política esteja disposta em um local de fácil acesso para os seus colaboradores poderem consultar. Uma dica é que ela seja apresentada a eles no momento do seu onboarding (a integração). Geralmente, no anúncio de vagas são apresentados os benefícios que as empresas oferecem, mas é preciso que isso seja esclarecido com mais detalhes após a admissão.

4. Definir metas para a gestão de pessoas

Quando falamos em gerenciamento, nenhuma decisão pode ser tomada sem se pensar em resultados. Por isso, defina metas que devem ser alcançadas com a implementação da gestão de benefícios. Elas devem ser incorporadas ao seu People Analytics, à Comunicação Corporativa, ao gerenciamento de custos e ao desempenho do negócio.

Lembre-se de definir metas reais, além de métricas adequadas. Não adianta nada ter metas, se os indicadores de controle e performance não são os que o seu negócio precisa. Um detalhe importante para a escolha de métricas é ter a noção de que menos é mais: não adianta criar muitos indicadores, sendo que a maioria não será usada.

5. Apostar em inovações existentes no mercado

Precisão, agilidade e qualidade são características de performance que podem ser alcançadas quando a sua gestão de benefícios usa boas práticas, como a tecnologia e a implementação de outras formas de inovações, como novas modalidades de benefícios. Estar por dentro do que surge no mercado é o segredo para fazer otimizações contínuas na sua gestão de benefícios é o segredo para que ela sempre tenha alta performance.

Nesse sentido, o uso de softwares e a adoção de benefícios flexíveis são ações tendências para o RH em 2020 e nos próximos anos. Mas comece a transformação do seu RH agora! Não deixe que a concorrência se destaque por um pioneirismo que pode ser do seu negócio, afinal, agora você já sabe o que é fazer.

6. Mensurar o resultado das ações implementadas

Nós já falamos um pouco sobre a importância dos indicadores para a gestão de benefícios. Mas queremos reforçar o quanto é necessário ter um cronograma de rotina para acompanhar e fazer a consolidação do resultado das suas métricas. Um dos grandes equívocos no gerenciamento de processos é deixar para conferir os indicadores no último momento.

O ideal é usá-los de forma preditiva, para corrigir a rota e melhorar a qualidade das tomadas de decisões do seu departamento de RH. Lembre-se que para fazê-lo deixar de ser uma área operacional e se tornar estratégica deve-se implementar uma cultura data driven (direcionada a dados).

Saiba como fazer a escolha dos benefícios mais indicados

Você já sabe como fazer a implementação do processo necessário para a gestão de benefícios. No entanto, queremos detalhar mais sobre como identificar quais são os benefícios mais adequados para a sua organização após a validação do perfil dos seus colaboradores e dos profissionais do mercado que o seu negócio quer atrair. Continue a leitura e saiba como fazer isso.

Conhecer o que é praticado pela concorrência

O seu negócio precisa acompanhar o que os seus concorrentes fazem para gerir o capital humano. Os benefícios são atrativos para os profissionais e um dos diferenciais na hora de escolherem uma empresa para trabalhar. Por isso, busque conhecer quais são os benefícios que os seus concorrentes oferecem.

No mercado, uma tendência que está se consolidando é os benefícios com clube de descontos. Nesse modelo, o seu colaborador tem descontos especiais na compra de produtos em determinadas marcas. Aqui na Vee, por exemplo, a sua equipe tem condições especiais na Zenklub — cuidar da saúde emocional tem sido muito importante com a pandemia, não é verdade?

Pesquisar sobre as alternativas existentes

Hoje, existem diversos tipos de benefícios no mercado. Além dos obrigatórios, sendo sua maioria definida por convenção coletiva dos sindicatos, como o vale-refeição e a alimentação, há opções para deixar o seu negócio mais atrativo. Nesse sentido, os benefícios flexíveis são uma das novidades existentes no mercado e tendência no segmento.

Um cartão pré-pago e que seja aceito em diversos estabelecimentos é uma ótima opção de benefício para os seus colaboradores. Com esse recurso, eles têm a personalização dos benefícios e podem usar da maneira que quiserem. A satisfação e o impulsionamento do engajado desses talentos é consequência.

Verificar o atendimento dessas empresas

Um ponto que deve ser destacado na hora de verificar as opções no mercado é buscar referências sobre a qualidade do atendimento prestado pelo fornecedor do benefício. Lembre-se que a sua equipe de benefícios vai precisar entrar em contato com o fornecedor, bem como todos os usuários. Um mau atendimento do fornecedor vai impactar diretamente na experiência do seu colaborador.

Conte com um parceiro que esteja preocupado com o sucesso do seu negócio. Na Vee, os nossos especialistas estão preparados para ajudar você a implementar a melhor solução em benefícios do mercado.

Validar a oferta de serviços diferenciados

A gestão de benefícios atua na atração e retenção de talentos e deve oferecer diferenciais competitivos para que a sua empresa seja atrativa aos olhos dos profissionais, correto? Dessa forma, a sua escolha deve oferecer serviços diferenciados para os seus colaboradores, como:

  • planos de fidelidade e cashback;
  • descontos exclusivos em parceiros;
  • aceitação em mais de 2 milhões de pontos comerciais.

Todas essas vantagens e serviços diferenciados você pode encontrar na Vee. Com a nossa solução flexível a sua empresa se destaca no mercado e otimiza a gestão de benefícios do negócio. Oferecemos também gerenciamento de vale-transporte e opção de crédito consignado para os seus colaboradores.

O que acha de colocar em prática o RH estratégico começando com uma gestão de benefícios disruptiva? Entre em contato conosco e descubra como podemos revolucionar o gerenciamento de pessoas do seu negócio!

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Como o perfil comportamental impacta a gestão de pessoas? Saiba aqui!

Tempo de leitura: 5 min
Como o perfil comportamental impacta a gestão de pessoas? Saiba aqui!

Ao lidar com gestão de pessoas, é nítida a diferença entre cada funcionário, por mais que tenham características parecidas. Entender o perfil comportamental ajuda a compreender melhor os colaboradores e a adotar abordagens capazes de melhorar a performance e o trabalho em equipe.

Essa compreensão cria uma visão muito mais clara do quadro de funcionários e facilita a determinação de ações e cargos com maior alinhamento às características individuais. Assim, é possível exercer uma gestão de excelência, ou seja, capaz de aproveitar ao máximo o talento dos profissionais.

Neste post, vamos falar rapidamente sobre os principais perfis e como a adoção dessa ferramenta ajuda a empresa. Acompanhe até o final!

Quais são os tipos de perfil comportamental?

Embora cada indivíduo tenha a sua maneira de ser e se portar diante das situações, a análise de perfil comportamental sugere 4 tipos principais capazes de classificar as pessoas. Essa classificação é feita com a ajuda de testes, geralmente avaliados por especialistas para um resultado mais preciso.

Livee 26 de agosto

Vale ressaltar que não existe um perfil “bom” ou “ruim”, mas sim o mais indicado para a realização de determinadas tarefas. Outro ponto importante é que uma equipe produtiva se caracteriza pela presença de pessoas de vários perfis, promovendo a diversidade e a riqueza de ideias.

Perfil comunicador

Pessoas com esse perfil costumam ser muito ativas e têm grande poder de persuasão. Tendem a estabelecer conexões com pessoas e ambientes, pensam diferente e geralmente são bem criativas.

Indivíduos comunicadores sentem necessidade do contato interpessoal e de um local agradável de trabalho. Por isso, se dão melhor quando trabalham em equipe ou em atividades em que tenham contato direto, como atendimento ao cliente e vendas, por exemplo.

Perfil executor

Executores são dinâmicos e líderes natos, com foco em resultados e conseguem concluir suas tarefas com rapidez. Muito autoconfiantes, por vezes podem parecer autoritários.

Porém, ter um executor na equipe é promessa de que os projetos serão desenvolvidos da melhor maneira, já que essas pessoas não temem dificuldades e têm um apurado senso competitivo.

Perfil planejador

Os planejadores têm um comportamento mais tranquilo e calmo, são pacientes e disciplinados. Lidam bem com a rotina e gostam de estar em conformidade com os processos.

Com sua calma e prudência características, conseguem tomar decisões mais acertadas e têm facilidade para adaptar-se às normas. Equilibrados, costumam se portar bem em situações de pressão, sendo excelentes candidatos para vagas administrativas.

Perfil analista

Pessoas com o perfil analista são detalhistas e têm um comportamento muito focado. Geralmente são mais caladas e retraídas, e trabalham melhor sozinhas que em grupos.

Analistas gostam de buscar conhecimento e têm facilidade com tarefas detalhadas, que exigem controle no processo ou raciocínio.

Dentro da empresa, geralmente são pontuais e comprometidos. Porém, o excesso de foco nos detalhes pode comprometer a criatividade e a desenvoltura diante dos problemas.

Como a compreensão do perfil comportamental impacta na gestão de pessoas?

Podemos perceber diferenças sutis, mas preponderantes em cada um dos perfis, que influenciam as relações internas e os resultados.

Saiba um pouco mais desses impactos.

Autoconhecimento da equipe

O desenvolvimento profissional passa por uma visão mais clara sobre as próprias qualidades e como essas características podem ser melhor empregadas. Ao aplicar testes de avaliação comportamental, você proporciona ao funcionário uma noção sobre a sua postura e como isso influencia os resultados.

Trata-se de um eficiente recurso de crescimento, já que a partir dessas avaliações é possível trabalhar os pontos claros e superá-los, tornando-se um profissional mais completo.

Esse processo pode ser feito isoladamente ou em conjunto com as avaliações de desempenho, oferecendo um quadro claro de pontos positivos e negativos.

Melhor recrutamento e seleção

Na hora de contratar um novo funcionário, alguns aspectos devem ser considerados, como a aptidão para o cargo e o alinhamento com a cultura organizacional. Nesses momentos, é importante fazer uma avaliação do perfil comportamental, evitando seleções equivocadas e uma demissão em pouco tempo.

Quando falamos de aptidão para o cargo, é importante considerar as características necessárias para a realização das funções. Por exemplo, uma pessoa excessivamente tímida e com dificuldades para comunicação dificilmente será um bom vendedor.

Sobre a cultura organizacional, toda empresa tem uma identidade baseada em seus valores e propósitos. Para esses casos, pessoas mais conservadoras costumam se ambientar facilmente em corporações tradicionais, ao passo em que indivíduos dinâmicos têm maior identificação em empresas com mudanças aceleradas.

Retenção de talentos

Como consequência do processo seletivo apurado, o índice de desligamentos (voluntários ou involuntários) cai. Avaliar o perfil comportamental ajuda não só a contratar melhor, como auxilia na estruturação de equipes mais coesas.

Sabendo como o funcionário se porta, o gestor pode escolher funções que tenham mais a ver com as habilidades dessa pessoa, além de colocá-lo em times nos quais ele realmente consiga contribuir ou terá um melhor convívio.

Assim, é possível diminuir o turnover, impactando no clima organizacional de maneira positiva.

Aumento da qualidade dos produtos e serviços

Com a adequação correta dos funcionários baseada no perfil comportamental e a diminuição da rotatividade de colaboradores, é possível contar com uma equipe organizada e centrada para o atendimento aos clientes e processo produtivo.

Isso permite uma maior qualidade no produto final, diminuindo a sobrecarga dos funcionários e proporcionando um melhor clima organizacional.

Diminuição de gastos

A necessidade de recontratações ou de treinamentos para situar o funcionário em um cargo que ignora as capacidades que o perfil comportamental oferece gera altos custos para a empresa.

O valor pode ser melhor empregado em uma seleção mais precisa e no desenvolvimento de habilidades que tenham ligação com as habilidades que o profissional apresenta. Com essa abordagem, o retorno sobre o investimento é muito maior, gerando não só economia, como resultados para a organização.

Por que adotar a avaliação do perfil comportamental?

Com todas essas vantagens, fica fácil constatar como as avaliações de perfil comportamental impactam a gestão de pessoas e todos os benefícios que trazem para a empresa.

Porém, vale ressaltar o grande ganho competitivo que a organização obtém com essa estratégia, obtendo a compreensão de aspectos subjetivos que muitas vezes são ignorados dentro da realidade corporativa.

A compreensão do perfil comportamental traz maior inteligência emocional e a diminuição da perda do conhecimento para a concorrência, além do aumento do poder de comunicação interna e o fortalecimento do clima e da cultura organizacionais.

Além disso, os indivíduos têm necessidades e desejos diferentes. Com a adoção de benefícios flexíveis, é possível proporcionar maior engajamento e satisfação. A Vee pode ajudar na estruturação de um programa de benefícios capaz de atender a todos.

Adote a análise do perfil comportamental dentro da gestão de pessoas da sua empresa e tenha resultados melhores, estruturando equipes que atuarão de maneira fluida na realização dos objetivos da empresa.

Aproveite para assinar a nossa newsletter e acompanhar a publicação de mais conteúdos como este!

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Veja 5 dicas de como estruturar cultura organizacional na sua empresa

Tempo de leitura: 4 min
Veja 5 dicas de como estruturar cultura organizacional na sua empresa

Você sabe a importância de estrutura uma cultura organizacional dentro de sua empresa não é mesmo? Mas, na hora de estruturá-las, você sabe quais são as melhores estratégias para isso? Se não esta na hora de descobrir!

A cultura organizacional é o conjunto de valores e crenças compartilhados pelos colaboradores dentro de sua empresa. Ela é importante pois mantém o seu time alinhado em torno dos objetivos do negócio. Saber qual é e como estruturar a cultura organizacional de seu negócio é essencial para garantir o engajamento dos colaboradores e conduzir a empresa rumo ao sucesso.

Descubra agora quais são as melhores práticas para isso.

1. Crie um documento que contemple tudo o que foi definido para a cultura organizacional

O primeiro passo para estruturar uma cultura organizacional dentro de sua empresa é deixar bem claro as crenças, hábitos e valores que você quer que seus funcionários compartilhem no ambiente de trabalho.

Para isso, defina um código de ética com os valores e práticas aceitáveis e inaceitáveis dentro da empresa. Pontue as diretrizes que a organização procura e os objetivos que desejam alcançar. Também é válido desenvolver essas ideias com o auxílio de seus colaboradores para ver qual a visão deles sobre a empresa e trazer práticas para deixar o ambiente de trabalho mais agradável a todos.

Após esse processo, é importante criar um documento com esse material para que seja acessado por todos os funcionários a qualquer momento. E lembre-se de colocar em prática essas normativas. Não as deixe somente no papel. Assim você começa a estruturar a cultura organizacional de seu negócio e demonstra as práticas que espera da sua equipe.

2. Fortaleça a cultura desenvolvida

Agora que você já definiu quais diretrizes que sua cultura empresarial vai seguir, está na hora de fortalecê-la dentro da empresa. Uma boa forma de fazer isso, é aplicando treinamentos em sua equipe abordando as diretrizes.

A prática de gamificação segue sendo tendência para essa finalidade. São medidas de ensino que estimulam os colaboradores através de jogos, podendo ter uma bonificação no final da etapa. Isso ajuda a fortalecer laços com os funcionários e, ao mesmo tempo, passa a eles as medidas esperadas dentro da empresa. É importante também fazer avaliações sazonais para ver se o aprendizado se encontra em dia e se ainda ocorre a interação com a cultura empresarial.

Outra forma de fortalecimento desses ideais é por meio do investimento na propagação desses valores. Aumente a visibilidade de sua logomarca dentro do negócio, dissemine mensagens com a cultura e faça questão de que elas estejam à mostra para que todos possam ler. Utilize de imagens e exemplos que descrevem os hábitos de sua empresa. Você verá que todo esse esforço é válido, pois fortalece os pilares de sua estrutura organizacional.

3. A liderança deve dar o exemplo da cultura

A relação da chefia com os ideais, tem um papel fundamental para a solidificação da cultura empresarial. O CEO e os líderes do negócio servem de referência e inspiração aos demais funcionários. Como você pode esperar que seus colaboradores sigam as diretrizes da empresa se os cargos acima não?

Por isso é importante estar bem claro com a liderança o que se espera na empresa. Assim que eles estiverem familiarizados com a cultura da empresa instrua-os a fortalecer essas ideologias com seus subordinados.

Uma boa forma de fazer isso é mostrando as vantagens de estar a par do valores da instituição, por exemplo dando oportunidades de promoção ou bonificações aos funcionários que tenham relação com a cultura da empresa.

4. Deixe as normas claras

Toda forma de cultura é fundamentada e reforçada por meio de valores a serem adotados e regras a serem seguidas.

Agora que você já apresentou os ideais da empresa a seus funcionários, está na hora de deixar bem claro as regras que devem ser seguidas. Alguns exemplos de normas que podem ser adotadas são:

  • dress code: deixe bem claro quais as formas de vestimenta que são apropriadas para o local de trabalho;
  • horário de trabalho: estipule os horários de expediente dos funcionários e deixe bem claro as medidas que serão tomadas por atraso e horas extras;
  • comunicação: defina bem como funcionará a interlocução interna da empresa e busque e criar diferentes canais de comunicação de modo a facilitar o acesso à chefia;
  • transparência: Apresente o máximo de informação possível da empresa a seus funcionários, como mestas e resultados, buscam criar um engajamento e motivação na equipe.

5. Contrate pessoas que estejam alinhadas a essa cultura

Agora que você já desenvolveu uma cultura dentro de sua empresa, deve ter a preocupação em mantê-la. São os funcionários que dão continuação a esses ideais e por isso é importante ficar atento a que compõem sua equipe.

Ocorre muitas vezes a necessidade de uma contratação rápida, seja por demandas acumuladas ou pelo crescimento rápido da empresa o que gera um alto índice de turnover. Na hora de contratar, o RH deve buscar profissionais que se enquadrem e identifiquem a cultura da empresa para que isso não ocorra.

Um bom currículo é importante, mas não deve ser o único critério a ser averiguado. Durante o processo, busque identificar nos candidatos, valores e hábitos que se relacionam aos ideais da empresa. Desenvolva dinâmica de contratação que facilite perceber essas qualidades. Com isso ocorrerá de ter uma equipe mais engajada com os pensamentos da marca. Com isso haverá a diminuição da rotatividade e o fortalecimento da cultura empresarial.

No artigo você pode observar a importância de desenvolver uma cultura organizacional para o sucesso de seu negócio. É por meio dessas práticas que a empresa instruirá seus funcionários a compartilhar os valores e hábitos esperados dentro do ambiente de trabalho. Isso pode aumentar a motivação e o engajamento de sua equipe, resultando em mais eficiência nas atividades realizadas.

Você também pode perceber uma melhoria na clareza das normas e na comunicação interna da empresa. Por esses e ouros motivos, aproveite as dicas do texto e comece agora mesmo a estruturar a cultura organizacional de sua empresa e usufrua dos benefícios que ela traz.

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