Síndrome de Burnout: por que ela afeta tanto empresas e colaboradores

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A Síndrome de Burnout é uma doença que traz diversos malefícios para os colaboradores e prejudicam sua saúde, podendo causar até depressão. Com isso, é um ponto de atenção importante para o gestor de RH.

Apesar de não ser algo novo, já que os primeiros registros da doença são datados dos anos 70, a Síndrome de Burnout está em evidência. Vivemos um momento de reconsideração sobre as relações de trabalho e a saúde dos colaboradores. Por isso, o tema se tornou tão discutido nos últimos anos.

Os seus impactos não afetam apenas somente as pessoas, mas também as organizações em que elas trabalham e o ambiente corporativo. Isso gera um ponto de atenção importante para os gestores de equipe e líderes de RH.

Neste artigo, vamos discutir mais sobre a Síndrome de Burnout e seus desdobramentos corporativos e pessoais. Boa leitura!

O que é Síndrome de Burnout?

Também conhecida como Síndrome do Esgotamento Profissional, a doença é um distúrbio emocional que tem como principais sintomas a exaustão mental, elevação dos níveis de estresse e esgotamento físico.

Junto com um quadro de cansaço e irritação, é possível desenvolver outros sintomas, como:

  • Dores de cabeça frequentes;
  • Alterações no apetite;
  • Insônia;
  • Dificuldades de concentração;
  • Fadiga;
  • Alterações da pressão arterial;
  • Problemas gastrointestinais;
  • Alterações repentinas de humor.

Os sintomas surgem devido às situações de trabalho desgastantes, especialmente quando há competitividade, pressão e responsabilidade em excesso. O acúmulo de horas de trabalho e a falta de descanso adequado se destacam como os principais gatilhos da Síndrome de Burnout. 

Além dos sintomas físicos e mentais mencionados acima, a síndrome pode acarretar em um estado de depressão profunda, algo que pode demandar acompanhamento psicológico e psiquiátrico, além de uso de remédios controlados.

A Organização Mundial da Saúde passou a considerar a Síndrome de Burnout como doença a partir de 2019. 

Estima-se que 30% dos mais de 100 milhões de brasileiros economicamente ativos enfrentam ou já enfrentaram a doença em algum momento de suas carreiras. Os dados foram compilados pela International Stress Management Association.

Quais os riscos da Síndrome de Burnout para empresas e pessoas?

As empresas precisam considerar seus colaboradores como seus principais ativos. São eles os responsáveis por gerar produtividade e fazer com que a organização ganhe notoriedade no mercado e gere bons resultados.

As empresas costumam criar programas para cuidar da saúde e evitar problemas físicos, como a LER. Contudo, a saúde mental também deve ser ponto de atenção empresarial. A cultura de trabalho adotada mundialmente tem elevado os níveis de estresse a pontos inimagináveis.

Para se ter ideia, já existe um termo no Japão para designar pessoas que morrem de tanto trabalhar! O karoshi está se solidificando como uma causa de mortalidade real na sociedade japonesa. Situações como essa demonstram que a preocupação corporativa deve ir além das ginásticas laborais e pausas obrigatórias para descanso.

É necessário olhar para a cultura da organização, a forma como as relações de trabalho são estabelecidas e como está a saúde organizacional da sua empresa, especialmente sobre a questão de horas extras de trabalho. 

É preciso pensar que empregados estressados e sem qualidade em sua rotina trazem diversos problemas como afastamentos, necessidade de substituição profissional e pior no clima organizacional.

Tudo isso impacta na rotina e na produtividade das empresas. No caso do clima organizacional, isso é ainda mais evidente. Pense bem, quem gosta de trabalhar em um setor sabendo que seu companheiro de trabalho entrou em estado de fadiga completa? 

Isso é ruim para o employer branding e para a relação de respeito e admiração que os colaboradores têm com a empresa!

A empresa também precisa pensar nos talentos, em como retê-los e atrair novos. Perder bons profissionais por conta da Síndrome de Burnout é uma grande falha corporativa. Afinal, um colaborador de alto potencial produtivo fica inelegível para o trabalho, e pode ser difícil recuperá-lo. 

É por isso que, ao contrário desse cenário, funcionários felizes são bons para o seu negócio! 

Fique atento aos sinais

Líderes de equipe e profissionais de RH podem se atentar a alguns sinais de que a Síndrome de Burnout está se tornando palpável na vida de um profissional. São eles:

 

  1. Ausências no trabalho;
  2. Queda na produtividade;
  3. Dificuldade de relacionamento com os colegas, especialmente as lideranças;
  4. Distanciamento das pessoas e das atividades de trabalho;
  5. Problemas emocionais (irritações espontâneas, crises de choro, etc)

 

E não são apenas os gestores e o RH que precisam ficar atentos. Todos, inclusive os chefes, precisam analisar suas rotinas com cuidado e procurar um médico ou psicólogo caso haja surgimento de sintomas ou agravamento da sua condição psicológica.

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O Zenklub é uma parceria da Vee Benefícios que pode ser contratada pela empresa ou pelo colaborador. É uma plataforma digital com o objetivo de melhorar e transformar a saúde emocional corporativa. Nela, você pode para realizar consultas com especialistas via internet, que irão auxiliar no bem-estar emocional e desenvolvimento pessoal.

A terapia via web está se tornando cada vez mais comum, ajudando muitas pessoas a dar continuidade a seus tratamentos e busca por uma rotina onde a saúde mental está sempre em evidência.

Temos um post contando um pouco mais sobre flexibilidade e saúde emocional! Confira aqui

Afinal, ao se falar de benefícios flexíveis, é importante que eles sejam diversificados o suficiente para atender as necessidades dos colaboradores, e isso inclui saúde mental!

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