Crise do COVID-19: o que os gestores se arrependerão de não ter feito

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Com as medidas de segurança devido à crise do Covid-19 ainda em vigor no Brasil, as empresas podem observar quais ações que funcionaram bem ao seu modelo de negócio e o que poderia ter sido feito de outra forma. Certamente as decisões de distanciamento social foram positivas e essenciais, mas será que alguns lugares não demoraram muito tempo para tomar as melhores decisões? E o que podemos aprender com isso? Veja mais no post de hoje.

A decisão de aderir ao Home Office foi boa?

Em pesquisa realizada pela SAP, em 2018, no Brasil, 45% das empresas entrevistadas já haviam adotado a prática de Home Office e 15% avaliavam implantar essa medida. Muitos lugares conseguiram transferir bem as demandas do trabalho presencial para o remoto, já que tinham boas estruturas ou mesmo já o aplicavam para alguns colaboradores de maneira flexível. Por outro lado, muitos gestores encontraram uma grande dificuldade em estabelecer a melhor forma da sua equipe continuar normalmente com suas atividades e poder trabalhar em casa, como apontou Marcelo Nóbrega em live da Vee Benefícios sobre como a gestão e o RH podem enfrentar os desafios pós-confinamento.

Tal receio de algumas empresas na adoção do trabalho remoto desencadeou uma demora maior para agir, o que fez com que alguns líderes tomassem decisões precipitadas. Um exemplo disso foram as férias coletivas. Em entrevista para o Valor Econômico, uma consultora da BTA revelou que, inclusive, alguns RHs tiveram que voltar atrás de algumas medidas que foram tomadas. É válido ressaltar que, apesar do cenários ser completamente novo, a legislação prevê aspectos legais, o que auxilia as empresas neste momento de indecisões.

Outro ponto foi em relação a demora em colocar os gestores a frente nas tomadas de decisões. O tempo para aprender a lidar com o Home Office é individual e alguns colaboradores têm mais dificuldade que os outros para continuar com o mesmo ritmo que antes tinham presencialmente. A presença de um bom líder é essencial em tempos como esse e, para isso, também é necessário sua transparência mediante o que está acontecendo dentro da empresa. A China, que já passou por essa situação, pode ensinar alguns aprendizados durante a crise.

E quanto a saúde dos colaboradores?

O aspecto saúde envolve tanto o lado físico quanto o emocional. Se antes isso já deveria ser uma preocupação das empresas em fornecer apoio e incentivos, já que afeta diretamente a produtividade e desempenho dos colaboradores em suas atividades, agora é ainda mais essencial prestar atenção.

Muitas pessoas moram sozinhas e podem se sentir solitárias, tendo que enfrentar o distanciamento social sem companhia. Para isso, uma das medidas que alguns gestores tiveram foi disponibilizar um canal de comunicação aberta, a fim de saber como cada um está lidando com a situação, promovendo conversas que fazem com que a proximidade da equipe e cultura da empresa continuem fortes.

Em um panorama da empresa como um todo, a saúde organizacional deve prevalecer e os gestores e líderes devem cuidar para que a essência do que cada negócio não se perca. Todas essas questões são importantes para que as companhias possam continuar evoluindo sustentavelmente, sem que a crise afete drasticamente outras questões.

E a flexibilidade?

Essa é a atitude que mais demanda atenção no momento. E, para isso, o conceito de flexível deve ser aprimorado para todos os aspectos da vida do seu colaborador. Isso inclui o entendimento de que a adaptação ao novo cenário é relativa para cada pessoa.

Ao implantar o Home Office, o setor de recursos humanos teve dificuldades para saber como faria com os benefícios de seus colaboradores. (Inclusive, temos um post para você pode saber mais sobre isso). Nesse cenário, os benefícios flexíveis ganham ainda mais destaque por poderem se adequarem às vontades de cada um e serem a solução das gestões que não precisaram se preocupar com mais essa questão.

Ao conhecer sobre os benefícios flexíveis, esse provavelmente seja outro arrependimento das empresas: essa é uma medida que elas poderiam ter tomado antes. Em um contexto geral, o benefício flexível é uma plataforma que permite que cada integrante do time utilize seus próprios recursos da maneira como preferir. Isso transmite o sentimento de que cada colaborador é único, aumentando o engajamento em suas atividades e trazendo uma maior felicidade do funcionário ao desempenhar suas funções.

Agora, em tempos de crise, como estilo de vida dos consumidores alterado e o consumo continuamente mudando, os benefícios flexíveis ajudam a passar por tudo isso com um maior bem-estar, autocuidado e liberdade. O seu RH pode oferecer uma plataforma que, em um só lugar, proporciona saúde emocional, academias (videoaulas para fazer dentro da sua casa) e um cartão flexível para comida, deixando o seu colaborador decidir se prefere fazer compras em supermercado, pedir delivery ou comprar o que ele preferir.

Saiba porque a Vee é a sua melhor opção e como ela ajuda você a fazer isso.

Aqui vai outra dica: veja como ser você pode fazer as duas coisas: ser flexível e oferecer benefícios flexíveis.

Por fim, esse panorama todo reflete que mais transformações acontecerão daqui para a frente para enfrentar um cenário ainda incerto, mas com aprendizados para situações futuras que exigirão planejamentos e decisões mais assertivas. Novas ferramentas estão sendo utilizadas, assim como novas formas das empresas organizarem suas equipes no trabalho e fazerem os negócios superar desafios e continuar crescendo.

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