Mudanças das estruturas físicas dos escritórios pós COVID-19

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A Vee Benefícios realizou uma live para abordar um tema de extrema relevância ao RH para o momento em que o Brasil se encontra e que, em breve, estará inserido - a volta ao novo normal. Para isso, veja quem foram os convidados: Ivan Wohnrath, que é Sócio e CEO da Athié Wohnrath,  uma das maiores empresas de arquitetura de ambientes corporativos do Brasil, que atua há mais de 27 anos no mercado. Junto dele, também teve a presença de Marcelo Nobrega, conselheiro da Vee e Linkedin Top Voice e Raphael Machioni, CEO da Vee Benefícios. 



O cenário pede planejamento, já que, diferentemente de como tudo começou, agora os setores de recursos humanos tem tempo para organizar a melhor forma como será esse retorno aos espaços físicos do escritório e aos novos modelos de trabalho. A seguir, veja algumas ideias e possíveis estruturas que o seu RH pode implementar! 

 

Para contextualizar melhor e poder planejar como exercer uma mudanças nas estruturas dos escritórios, é importante visualizar dois momentos distintos. O primeiro deles seria a volta gradativa para os escritórios, na qual imagina-se que vá de junho/agosto até o início do ano de 2021. 

O segundo ciclo seria na sequência, após avanços medicinais, com vacinas e remédios, no qual as pessoas, a partir das experiências que tiveram durante a crise e a volta gradativa, vão desejar adaptações nos escritórios. 

Mas, afinal, o Home Office não era uma prática que viria para ficar? Depende! Em pesquisa apontada por Ivo Wohnrath sobre planejamentos feitos pela Athié Wohnrath, apesar do trabalho remoto ser bem aceito, imagina-se que não será tão grande assim. Além de muitas pessoas terem relatado sentirem-se mais solitárias ou, inclusive, abandonadas pelas empresas, algumas atividades são mais eficazes ou até essenciais de maneira presencial. 

Mas, como apontado anteriormente, é relativo. Segundo estudo realizada pela Universidade de Stanford, 50% dos colaboradores que trabalham em Home Office queriam voltar ao trabalho presencial. Ou seja, metade. Por isso, é válido que cada empresa tenha o seu próprio panorama, com o RH fazendo pesquisas internas e conversando com cada colaborador para entender quais são suas vontades. 

De qualquer maneira, é fato que os escritórios, de um jeito ou de outro, deverão remodelar suas estruturas. De acordo com Ivo Wohnrath, deverá haver uma menor quantidade de componentes que possam gerar contaminação. 

Na prática, o que precisaremos e o que vai mudar? 

 

  • Mesas flexíveis: ou seja, mesas que possam ter várias configurações para diferentes espaços, podendo adequar-se a tamanhos maiores ou menores. Isso porque, é necessário pensar que é possível que, a partir de agora, existiram outros momentos de pandemia que exigirão uma nova reclusão. 

 

  • Salas de reunião e ambientes colaborativos: imagina-se que estes serão mais abertos e arejados, mas que proporcionem uma sensação acolhedora e descontraída. Será necessário que tenha infraestruturas tecnológicas adequadas, a fim de facilitar conversas e reuniões online. Além disso, também é importante pensar que o local demandará uma estrutura para apresentações de planilhas e projetos. Há hipóteses de que algumas reuniões poderão ser configuradas em pé! 

 

  • Ambientes mais espaçados: é importante seguir a recomendação de dois metros de distância entre cada colaborador. Por isso, uma nova disposição das mesas e cadeiras será necessária, como poltronas intercaladas e menor quantidade de assentos. Para as empresas que ainda não tem a adoção: laptos no lugar de desktops

 

Muitas empresas foram impactadas economicamente devido a crise, mas um local que visa o bem-estar dos colaboradores faz com que eles se sintam seguros e permite que as orientações de higiene sejam feitas. Além disso, outra questão que os negócios devem se atentar é na atração e retenção de talentos, que estarão demandando por ambientes que condizem com o cenário em que o novo mundo se encontra. 

Para o segundo ciclo que a Athié Wohnrath projetou, uma fase já tendo em vista vacinas acessíveis, é importante que os locais de trabalho tenham uma filtragem de ar, com equipamentos sofisticados. 

Mas, aos negócios que decidirem manter ou estruturar um trabalho remoto, precisam saber que o seu colaborador deve ter um espaço onde seja possível manejar suas atividades do dia a dia da melhor forma. Temos um post em que explicamos um pouco mais sobre essas questões legais do que a empresa deve saber em relação aos seus funcionários e sobre os benefícios em tempos de Home Office

Por fim, para saber se a sua empresa deve continuar com a prática de Home Office ou voltar ao trabalho presencial, faça uma análise da satisfação de seus colaboradores, entenda o cenário do seu negócio e o que pode ser flexível para que os dois modelos de trabalho possam ser aplicados. Proporcione flexibilidade com os benefícios flexíveis! 

Assim, com trabalhos alternados entre presencial e remoto, as empresas podem oferecer os Benefícios Flexíveis, que são adaptáveis a qualquer tipo de situação, preferência ou necessidade de cada um. O seu colaborador escolhe onde e como ele deseja gastar os benefícios oferecidos pela empresa! Conheça a Vee e saiba mais porque ela é a melhor opção nesse mercado. 




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