O mercado de benefícios não vai ser mais o mesmo após a pandemia de COVID-19

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Como será os benefícios flexíveis pós quarentena

Entre as profundas transformações que a pandemia de COVID-19 proporcionou à sociedade, uma das mais significativas acontece no ambiente de trabalho. A relação entre empresas e colaboradores dificilmente vai ser a mesma, exigindo em novos modelos e alternativas que combinem a produtividade desejada pelas organizações com o bem-estar e os objetivos dos trabalhadores. O home office, evidentemente, é o símbolo dessa nova realidade, mas outro conceito cresce em importância nas atuais circunstâncias: o mercado de benefícios e, consequentemente, os benefícios flexíveis. 

Um novo mercado de benefícios para uma nova geração

Por muito tempo, as empresas apostavam em benefícios fixos para se tornarem mais atrativas, retendo talentos e contratando melhores profissionais. Além do salário, os funcionários costumavam ganhar vales para utilização no transporte e em restaurantes, aproveitando a hora do almoço no expediente. A questão é que essa realidade não faz mais parte do dia a dia dos colaboradores após a quarentena. Se o profissional trabalha de casa, ele não vai gastar com transporte nem com restaurante, deixando essa vantagem parada em muitos casos. 

É justamente nesse ponto que entra o conceito de benefícios flexíveis. Em vez de distribuir as vantagens em diferentes cartões e recursos, limitando e dificultando seu uso pelos colaboradores, essa categoria proporciona maior autonomia, liberdade e praticidade. Afinal, todos os valores vão ser depositados em uma única conta e podem ser usados dentro das regras que a empresa permitir a seus colaboradores. Se a pessoa quer gastar mais com entretenimento do que com alimentação, ela pode, sem ter que recorrer a seu salário. 

A pandemia de COVID-19 apenas acentuou essa facilidade dos benefícios flexíveis. Se a funcionário faz o home office e a maioria das empresas está com as portas fechadas, operando em canais on-line, os hábitos de consumo e a própria utilização desse recurso passarão por transformações – e o colaborador espera, mesmo de casa, usufruir das vantagens que ele conquistou em seu trabalho. Se não dá para usar em restaurantes, por que não usar o dinheiro em supermercados? É possível compensar os colaboradores mesmo diante da pandemia do novo coronavírus. 

Pandemia mudou definitivamente a relação das pessoas com os benefícios corporativos

Um rápido levantamento em nossa base de clientes aqui na Vee mostra a necessidade cada vez maior dos trabalhadores em possuírem benefícios flexíveis. Se antes do novo coronavírus as categorias refeição e alimentação eram as preferidas dos trabalhadores, responsáveis por 57,2% e 20,2%, respectivamente, da movimentação, hoje a situação mudou. Gastos com alimentação ocupam a preferência, com 36,7%. A utilização com atividades culturais, como streaming e livros, passou para a segunda posição, com 25,9%. Já saúde passou de 7% para 17,97%, um crescimento de 156%. 

Investir em benefícios flexíveis, portanto, não é simplesmente uma adaptação durante a pandemia de COVID-19. Na verdade, é uma questão estratégica para atrair os profissionais mais talentosos e, assim, crescer em seus segmentos. Quando tudo se normalizar novamente, o ambiente de trabalho vai ser remodelado, e o que fazia sentido antes para os colaboradores pode não ser mais relevante no futuro. A partir de agora, as pessoas irão valorizar a autonomia, a personalização e a praticidade – algo que só a flexibilidade das vantagens pode proporcionar no dia a dia. 

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Assinatura Raphael GPTW
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