Experiência dos colaboradores: como transformá-la no ambiente de trabalho

Tempo de leitura: 2 min
Como transformar a experiência dos colaboradores

Atualmente se fala muito sobre experiência dos colaboradores, e essa história não começa no RH.

Você, como consumidor (a), tem analisado produtos e serviços cada dia mais pela ótica da experiência. Serviços de streaming como netflix e spotify que entregam personalização e autonomia, seu relacionamento com o banco via aplicativo, muito mais ágil e aplicativos de mobilidade que te dão muito mais conforto e segurança. As avaliações de atendimento se tornaram funcionalidade importante em soluções como airbnb, ifood, uber, como outros, que medem a sua experiência a todo momento.

O seu candidato/colaborador é também um consumidor acostumado com toda essa dinâmica da vida “aqui fora” e tem escolhido a sua empresa a partir da maneira que ele (a) interage em seus diversos pontos de contato com os produtos de gente, sejam eles produtos de atração, contratação, carreira, desenvolvimento, entre outras pautas de RH. 


Um grande desafio deste tema muitas vezes tem sido mapear as jornadas de experiência com personalização. Mas um outro desafio que quero destacar para que você faça intervenções antecipadas tem relação direta com a conexão dos produtos de gente (subsistemas do RH). Não podemos falar de jornada e de experiência sem entender que ela precisa ser fluida para o candidato/colaborador, portanto as etapas dessa jornada precisam passar a mesma mensagem.

Lembra que falamos no conteúdo anterior sobre a transversalidade de alguns temas? Um deles é a cultura. Para que você consiga entregar uma experiência única com mensagens que reforçam umas às outras e em qualquer etapa da jornada, é fundamental que a cultura seja o fio condutor. 

Vamos exemplificar para que você entenda exatamente sobre o que estou falando. Do que adianta, você elaborar estratégias incríveis na etapa de atração (uma das etapas de uma jornada), e fazer com que o seu candidato (a) fique completamente apaixonado pela empresa, se quando ele deixa de ser candidato (a) e passa a ser parte de um time, a experiência dele com a liderança distorce toda a mensagem anterior. Se cultura for o fio condutor da jornada, todos os pontos de contato do profissional com a empresa, passarão a mesma mensagem e ele será tratado e conduzido por ela, da mesma maneira por qualquer pessoa internamente. Se colaboração, desenvolvimento, comunicação fluida e pertencimento são características da sua cultura, por exemplo, toda a jornada precisa ter inputs que transmitam esta mensagem.

Ficou claro agora?

Mais uma vez, reforço que não é sobre trazer práticas do mercado para a sua empresa a qualquer custo, é entender qual é o objetivo de cada uma delas e estrategicamente usá-las para entregar cada dia melhor os seus produtos de gente. Neste caso, o desenho de uma jornada, por exemplo, vem para acelerar a sua entrega de experiência e cultura.

Faz sentido pra você?

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