EE4ALL: Employee experience e novas tendências em gestão de pessoas

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EE4ALL

O quarto dia de lives  EE4ALL, evento online da Vee Benefícios em parceria com a Grou e a Pulses para falar sobre Employee Experience, foi ao ar nesta quinta-feira 22, ainda com série de lives que aborda o tema “Employee experience e novas tendências em gestão de pessoas”

A apresentação e mediação foi de Heloísa Bomtempo, Head de Comunicação da Vee, que bateu um papo com Jessica Vitoriano,  EE da Neon, Lud Pimenta, Founder da RHLab e Thiago Matos, especialiasta em RH da Claro.

Você conferir o resumo deste bate-papo aqui. Quer conferir a live completa? É só apertar o Play!

Como Employee Experience impulsiona as tendências em Gestão de Pessoas

Heloísa iniciou a conversa questionando os convidados sobre como o RH pode transformar os cenários já existem em possibilidades melhores de trabalho para os colaboradores e Lud Pimenta respondeu:

“Acredito que até mesmo por conta da pandemia, muitas das tendências que antes eram somente ditas que iriam acontecer com o RH, foram aceleradas. Uma das características é que junto com a personalização, que o Employee Experience fala tanto, ela vem justamente para a gente observar os comportamentos que o cenário está oferecendo. As tendências são uma mistura de comportamentos que estão acontecendo e eles podem acontecer de forma diferentes devido ao cenário, nosso papel é entender isso e gerar fluidez.”

“Eu vejo nesse cenário as pessoas mudando muito. É uma grande revolução, é preciso ter um olhar mais próximo para o colaborador, mais empático que ajuda a construir grandes talentos e profissionais mais engajados com o propósitos das marcas”, completou Heloísa Bomtempo.

Thiago Matos também compartilhou sua visão sobre a gestão de pessoas:

“Uma das premissas de EE é dar voz para o cliente, que para nós é o colaborador, para entender como a jornada dele se dá dentro da organização. Isso leva em consideração olhar para diferentes personas para melhor a experiência do colaborador.” 

Jornada do employee experience

A semana de lives do EE4ALL abordou muito a jornada do EE dentro da organização e como ela é essencial para resolver os problemas presentes no ecossistema da empresa.

O especialista de RH da Claro deu alguns insights como implementou o tema dentro de sua corporação:

“A Claro não tem uma área estruturada de employee experience, existe somente uma área de RH. Há dois eu abri um projeto CX, representando a Claro dentro de algumas frentes de change managements e neste meio tempo eu assumi um projeto de on board, para redesenhá-lo. Então a partir daí comecei a trazer os conceitos de CX para aplicar dentro do onboarding.”

Recrutamento e seleção de candidatos

Lud Pimenta, a Founder da RHLab, também comentou sobre como é importante ter atenção desde o recrutamento e seleção dos colaboradores para ter uma boa  jornada do EE.

Employee experience está muito aliado a marca empregadora. Se a gente for observar o que difere um e outro é o meio, é quando você deixa de ser um cliente da marca e passa a ser um colaborador. É um ciclo infinito. Começamos desde quando sou um cliente. E como eu – quando cliente – consigo compreender essa marca? De que forma ela fala com meus valores? De que forma ela me atrai? Por que gostaria de entrar nessa empresa? Tudo isso deve ser questionado primeiro pelo colaborador.”

“Nós fizemos um curso recentemente, no qual começamos a trazer dados no qual as pessoas estão muito desapontadas com os processos seletivos, por N motivos. Seja pelo líder ou recrutador que não fez um bom tratamento, deixou esperando, falta de ética. Então, conseguimos perceber que dentro de uma jornada de seleção do RH, o recrutamento apresenta vários pontos que podem ser solucionados”, completou.

Como aplicar na prática o Employee Experience

Jessica Vitoriano, responsável pelo Employee Experience do banco Neon, compartilhou como está sendo implementar o projeto dentro da empresa e deu algumas dicas práticas de como o tema vem se destacando dentro da corporação:

“Employer branding e employee experience estão sempre andando muito juntos. Assim como a Claro, a Neon também não tem uma área de EE super estruturada. A minha cadeira hoje ela foi desenhada por essa necessidade, para cuidar da experiência de onboarding e assim a gente entende nas atividades e ações que desenvolvemos no dia a dia, o quanto estão ligadas e precisamos das outras áreas.”

Sobre os principais desafios enfrentados pelo banco, a gestora afirmou que são vários, mas que o as ações são o diferencial.

“Na Neon temos o desafio tanto remoto quanto presencial, e acredito que irá ser algo eterno. Nós precisamos comprar, junto com os gestores essas ideias e ações e estar super engajados no projeto de acolhimento e melhorar isso para o colaborador aqui dentro. Estamos em uma startup que o ritmo é totalmente acelerado, então as coisas precisam acontecer. Tínhamos um modelo de onboarding que acontecia apenas dois dias, hoje implementamos para uma semana e temos diversas ações que acontecem paralelo a isso que ajuda a levantar a marca empregador.”

Jessica ainda apontou o principal fator que auxilia a startup a engajar os colaboradores e candidatos:

“O principal fator é sempre demonstram para os candidatos e para os nossos colaboradores todas as ações que a gente faz e como a gente fortalece os nossos valores e a nossa cultura. Ele precisa estar totalmente imerso nisso. Tudo que fazemos aqui dentro, é para ver se a pessoa está 100% ligada na nossa cultura.”

Como implementar EE em empresas sem áreas específicas para o projeto

Durante o debate, uma das questões foi como implementar um employee experience de maneira ágil em empresas que nunca pensaram sobre o tema ou até mesmo não tem recursos para criar uma área específica para isso.

Thiago Matos iniciou as dicas: “Não existe fórmula mágica, o negócio é tentativa e erro. Na Claro, temos focado em dar voz para o colaborador. Então, por exemplo, no projeto de onboarding e da jornada do candidato, nós desenhamos e demos mais voz para eles. Chegamos até criar – por um tempo – um projeto que tinha um olhar processual e um olhar do colaborador, para poder validar isso com mais tranquilidade dentro de uma empresa ainda hierarquizada, com um mindset muito tradicional. Então o nosso desafio é validar esse métodos (de CX) valiosos dentro da nossa rotina.”

“Então o que eu tenho feito é buscar muita informação sobre o tema, aprender o máximo que eu puder, aplicar, testar e dividir com os colegas”, finalizou Matos.

Jessica Vitoriano complementou: “Na Neon temos reuniões diárias com os times e nos dividimos por projeto. Eu acredito que o principal fator é você começar, independente de qual o tamanho do projeto, de quanto tempo irá investir nisso. Tudo irá se ajustando com o tempo, porque é de total relevância e vai impactar na jornada de todo mundo. Irá impactar na performance do colaborador em todas as atitudes que ele tiver dentro da empresa. Se existe essa necessidade dentro da companhia, é necessário começar de algum caminho, de algum momento. Qualquer tentativa é válida, desde que se faça um estudo, se espelha em outras empresas, converse com quem já tem experiência. Elenque as atividade que você consegue fazer sem ter custo e desenvolva a área”, finalizou.

Para não ficar de fora de nenhuma live do EE4ALL não deixe de se inscrever neste link: https://ee4all.club/. Ainda dá tempo de aproveitar o último dia do evento!

A Vee Benefícios é uma das organizadoras do evento e para saber mais sobre nossa empresa entre em nosso site: https://vee.digital/

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Entenda os benefícios do RH estratégico

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rh estratégico

Com a evolução do mercado, é preciso se adaptar a novas e constantes exigências. Mas essa recomendação não é válida apenas para profissionais que buscam desenvolvimento. As empresas também precisam adotar medidas que permitam contratações efetivas, que visam crescimento, rentabilidade e sucesso, como é o caso do RH estratégico.

Isso significa que o setor de Recursos Humanos tem se tornado cada vez mais importante nesse contexto e na definição de ações. Antes tido apenas como operacional e burocrático, agora ele ganha um papel essencial na transformação digital exigida nas organizações e na garantia de mais qualidade de vida aos colaboradores.

Quer saber um pouco mais sobre esse assunto e entender melhor sobre este conceito? Continue a leitura deste artigo e descubra quais são os benefícios que esse departamento pode trazer!

O que é RH estratégico e qual a sua importância para a empresa?

Para começar, é preciso pontuar que o RH estratégico não deixa de lado rotinas usuais, relacionadas a benefícios, controle de pontos e outras gestões pessoais. No entanto, esses são processos burocráticos, que devem ser realizados inclusive para o cumprimento da legislação trabalhista.

A verdadeira missão desse conceito, na verdade, é enxergar os profissionais de maneira estratégica, de modo a usar dados reais na hora de tomar decisões e a utilizar a tecnologia para auxiliar as execuções de ações assertivas. Esse novo RH atua como um suporte para líderes e acompanha de perto o desenvolvimento de equipes.

Além disso, ele atua em conjunto com outros setores, para que o planejamento de estratégias rumo aos objetivos da empresa seja efetivo e concluído com sucesso. E todo mundo sabe que uma empresa alinhada e bem entrosada consegue melhores resultados, não é mesmo?

Quais são os principais benefícios do RH estratégico?

Um RH estratégico garante benefícios indispensáveis para uma organização. A partir deles, é possível estruturar um novo modelo de negócios, mais ágil e com foco total na gestão de pessoas para além das atividades tradicionais do dia a dia. Aqui estão eles!

Visão estratégica do negócio

Um RH estratégico fornece uma visão mais ampla a respeito da empresa. Afinal, trabalha para entender dificuldades, metas e a própria cultura da organização.

Dessa maneira, é possível construir um posicionamento de mercado mais forte e trazer mais qualidade para processos, demandas e entregas. Pontos muito importantes para que a marca se fortaleça perante seu público externo e interno.

Análise dos dados

Você provavelmente sabe muito bem o quanto a tecnologia é importante atualmente, em qualquer área do mercado. Para contribuir com as estratégias de RH, a análise de dados é uma das vertentes mais utilizadas, uma vez que compreende métricas, logísticas, indicadores e finanças de maneira global e avançada.

Cada um desses fatores pode ser aplicado na gestão de pessoas, com informações relevantes para entender como a equipe trabalha, o que pode ser melhorado, de que maneira deve ser alocada, entre outras questões importantes para a realização das atividades. Sem o RH à frente desse processo, dificilmente as decisões certas serão tomadas.

Auxílio na tomada de decisões

E por falar em tomada de decisões, o RH também deve fornecer total respaldo para que o processo aconteça de forma transparente e sem demora. Ele tem a tarefa de ser um agente transformador dentro da empresa, com sugestões antecipadas ao prever algum problema ou soluções para possíveis impasses.

Um departamento moderno de Recursos Humanos não olha apenas para a empresa. Nesse sentido, sua preocupação também está nos colaboradores, que precisam de ações que sejam motivadoras e interessantes para sua produtividade, algo que é função do RH definir.

Como aliar tecnologia e RH estratégico?

Sem dúvidas, a base de um bom RH estratégico é a tecnologia. O uso de recursos atualizados conta com softwares e sistemas que apoiam processos de recrutamento e seleção, comunicação interna e controle de dados, entre outros. A seguir, veja o que isso pode garantir para o setor e para a empresa, de modo geral.

Métricas precisas

As métricas e análises de dados oferecidas pelos softwares são precisas. Elas acompanham um histórico completo por período, para registrar melhorias, quedas de desempenho, reconhecimento de índices e muito mais.

Tudo é feito de maneira automática e constante, o que diminui as chances de falha humana e ainda ajuda a poupar tempo e recursos, que podem ser destinados a outras atividades igualmente importantes.

Melhoria das atividades

A tecnologia também é uma grande aliada quando se trata de gerenciar pessoas. Um software profissional de gestão, por exemplo, pode ser utilizado para otimizar cadastros de colaboradores, fazer análise de currículos e ajudar nas etapas de processos seletivos.

Existem várias opções de plataformas disponíveis no mercado, com interfaces intuitivas para que a equipe de RH não perca tempo ao realizar suas tarefas. Há também versões personalizadas e mais elaboradas, desenvolvidas para atender às necessidades exatas da empresa.

Vale ainda lembrar que o acesso pode ser compartilhado com outros gestores e setores, sempre que necessário. Assim, a empresa trabalha de maneira unificada, além de permanecer bem informada a respeito de projetos, demandas, processos, e demais análises pertinentes a contratação ou gerenciamento.

Automatização de processos

Automatizar processos faz toda a diferença no mundo corporativo. Essa ação permite mais facilidade para acessar informações, reduz os custos do negócio, possibilita uma gestão mais segura e eficaz, otimiza o tempo e ainda aumenta a produtividade.

Com isso as tarefas do RH ganham uma padronização mais clara, uma vez que há mais facilidade para os trabalhos, com processos lineares que permitem um crescimento saudável do negócio. Além de contribuírem, é claro, para o desenvolvimento profissional dos colaboradores, uma preocupação que também é estratégica e que traz benefícios para todos os envolvidos.

Agora que você já sabe qual é a importância de um RH estratégico para uma empresa, deve começar a arquitetar as novidades para o setor o quanto antes. Mas, se tiver dificuldades nessa adaptação, não se preocupe. Contar com uma empresa de benefícios flexíveis como a Vee é o apoio certo para executar ações transformadoras para seu negócio.

Para conhecer melhor nossas soluções, entre em contato conosco! Estamos ansiosos para atender você.

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Um conselho inusitado: coloque seu cliente em segundo lugar e o colaborador em primeiro

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A importância de colocar o colaborador em primeiro lugar

O mais clássico dos conselhos empresariais é “coloque seu cliente em primeiro lugar”. E, verdade seja dita, esse é um bom conselho. Muitas empresas creditam seu sucesso a este aspecto. Nubank, Amazon, Apple, são reconhecidas por seu foco no cliente e a Zappos é, provavelmente, a maior expoente deste movimento. (Spoiler: até o final desse texto você vai mudar um pouco de ideia e querer colocar o colaborador em primeiro lugar).

Fundada em 1999, a Zappos poderia ser um simples e-commerce de sapatos, bolsas e óculos, mas se tornou caso de sucesso, livro e inspiração para milhares de pessoas.

O motivo? Em apenas 10 anos a empresa atingiu um faturamento anual de um bilhão de dólares. O segredo? Sua cultura na qual “nenhum minuto dedicado ao cliente é desperdício”.

As histórias falam de ligações que duraram 9 horas, funcionários ajudando clientes a encontrar uma pizzaria aberta às 2 horas da manhã e cerimônia de casamento no escritório da empresa.

Em 2009, a Zappos foi comprada pela Amazon por U$ 1,2 bilhão e seu faturamento anual atual é estimado em mais de dois bilhões de dólares.

A experiência do cliente é uma tendência

Suportada pelos casos de sucesso, essa tendência já foi identificada pelos líderes. No mundo inteiro, as buscas pelo termo “customer experience” atingiram o maior volume de todos os tempos, segundo o Google Trends.

Basta uma rápida busca no Google para encontrar dezenas de artigos sobre “a importância da experiência do cliente”, os “n sinais de que você não coloca seus clientes em primeiro lugar” e as “x maneiras de colocar seu cliente em primeiro lugar”.

A Amazon, maior empresa do mundo, tem como principal valor a obsessão pelo cliente.

No dia 10 de setembro de 2019 a empresa lançou o Amazon Prime no Brasil, um serviço que custa R$ 9,90 por mês e oferece frete grátis em todas as compras sem valor mínimo, acesso irrestrito ao Prime Video, serviço de streaming da empresa, centenas de ebooks e revistas gratuita via Prime Reading, milhões de músicas pelo Prime Music e jogos pelo Prime Gaming.

Uma conclusão é unânime: a conta não fecha.

A resposta da empresa, você já deve imaginar, tem foco no cliente e não no lucro: “este é um investimento em marketing, por que quando você presta um bom atendimento, as pessoas retornam para mais”.

Um conselho estranho e a história oculta da Zappos

“O cliente em segundo lugar”, este é o mantra que eu repito para minha equipe, pares e clientes.

Parece contraintuitivo, mas a lógica é simples: coloque seus colaboradores em primeiro lugar e eles cuidarão bem dos seus clientes. E a prova disso está na própria Zappos, citada aqui como o maior exemplo de experiência do cliente do mundo.

Afinal, por trás das surpreendentes histórias de atendimento há sempre uma pessoa executando a façanha. Esse nível de responsabilidade e autonomia só é possível devido aos grandes investimentos em treinamentos e bem-estar das pessoas.

Rob Siefker, diretor sênior de atendimento ao cliente, afirma que para entregar uma experiência única é preciso ser obsessivo em relação à contratação e onboarding de novos colaboradores.

Por exemplo, após treinar seus novos colaboradores por um mês a Zappos oferece dois mil dólares para que a pessoa abandone o emprego. A lógica é fortalecer a cultura da empresa a cada contratação.

E mais, ele diz que a experiência dos colaboradores é considerada uma responsabilidade de todos os 1.500 funcionários da empresa.

Em outras palavras, o employee experience vem antes do customer experience.

Diversos estudos apontam forte correlação entre o employee experience e o customer experience. Um destes estudos demonstra que empresas com colaboradores altamente engajados superam competidores em 147%.

E este é, provavelmente, o ângulo mais ignorado pelas empresas que buscam excelência na experiência do cliente. Se, por um lado, as buscas por “customer experience” dispararam, o termo “employee experience” apresenta tímida evolução.

E esta pode ser a diferença entre as top 1% empresas e as demais.

Um chefe ruim é tão perigoso quanto fumar passivamente

Pesquisadores de Harvard e Stanford analisaram os resultados de mais de 200 estudos para entender os efeitos do estresse no trabalho e descobriram que 75% dos trabalhadores americanos consideram seus chefes a maior razão de estresse no trabalho.

Os efeitos dessa gestão da saúde das pessoas é devastador.  O medo de ser mandado embora, pode aumentar em até 50% os riscos de problemas de saúde e estar em uma posição que exige mais do que a pessoa pode oferecer tem um impacto de 35%.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) já reconhece o estresse no trabalho como uma doença e estudos recentes mostram que 72% dos brasileiros que estão no mercado de trabalho sofrem alguma sequela ocasionada pelo estresse. Desse total, 32% sofreriam de burnout.

É impossível oferecer uma experiência excepcional aos clientes sem que os colaboradores estejam saudáveis e felizes.

Uma ação para melhorar a experiência do colaborador agora

Um dos grandes desafios do employee experience é ser capaz de atender com alta qualidade às necessidades individuais de cada colaborador, em diversos níveis.

Uma das formas que as empresas endereçam este desafio é construindo uma cesta de benefícios atrativa para seus colaboradores. E uma dose de flexibilidade e autonomia nesta frente pode mudar completamente o employee experience de uma empresa sem aumentar custos.

Afinal, há pessoas que valorizam mais o Vale Alimentação porque gostam de cozinhar. Outras preferem a praticidade e preferem o Vale Refeição. Ainda há os inconstantes que precisam de algo diferente a cada mês.

Alguns colaboradores valorizam o vale transporte, enquanto outros preferem auxílio mobilidade para abastecer o carro, mas este é um tipo de benefício que acaba sendo sem valor para quem vai ao trabalho pedalando ou, em momentos de pandemia como atualmente, trabalha de casa.

Sob esta ótica, proporcionar autonomia para que o colaborador defina como quer usar seus saldos pode multiplicar o valor percebido diversas vezes sem mexer no valor monetário.

Esta é a proposta da Vee Benefícios: com grande eficiência, permitir que os colaboradores utilizem o saldo de benefícios de forma que sejam mais felizes e produtivos diariamente – seja com alimentação, mobilidade, auxílio home office, cultura, educação e muito mais.

As empresas podem ir além e construir uma experiência excepcional ao colaborador ao oferecer benefícios que melhorem a saúde física, emocional e financeira das pessoas. Com a Vee, colaboradores têm acesso a academias com 60% de desconto; terapias, sessões de coach e academia com 40% de desconto; e um clube de vantagens com milhares de marcas a um clique de distância.

E assim você garante que cada colaborador está em sua melhor forma para proporcionar aos consumidores a melhor experiência possível.

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O que não pode faltar no seu cartão de benefícios?

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Como escolher o melhor cartão de benefícios para o seu colaborador?

Na hora de buscar uma nova oportunidade no mercado de trabalho, os profissionais costumam se atentar para uma série de detalhes. Afinal, é fundamental que a proposta se encaixe em suas perspectivas de vida e em seu crescimento e desenvolvimento na área de atuação em que ingressarem. Entre os pontos a analisar com mais atenção, está a questão salarial, é claro. No entanto, o cartão de benefícios é também outro fator de alta relevância.

Uma empresa deve ter em mente que o cartão de benefícios se trata de um diferencial para a atração e a retenção de talentos, uma vez que assim ela se compromete, inclusive, com a qualidade de vidas de seus colaboradores.

Mas, o que esta solução deve conter para ser ideal e como ela realmente funciona no dia a dia da equipe? Veja as respostas para essas perguntas e muito mais sobre este assunto a seguir!

O que é um cartão de benefícios?

O cartão de benefícios permite que o colaborador faça compras ou ganhe descontos em estabelecimentos variados. Como, por exemplo, restaurantes, mercados, lanchonetes, farmácias, clínicas de serviços de saúde, cursos, shows, livrarias e muito mais.

A empresa pode definir o que é oferecido nesse cartão. No entanto, há também opções em que o próprio colaborador escolhe aquilo o que é mais importante para ele: os chamados benefícios flexíveis, ou Beneflex. Quanto mais possibilidades a empresa inclui em seu cartão, mas atrativa se torna para sua equipe. Isso mostra que ela se preocupa com suas necessidades e desejos, e que está disposta a entregar condições para que tudo seja realizado com segurança e qualidade.

As transações realizadas são rápidas e seguras, e basta ter a empresa formalizada com um CNPJ regular para fazer a solicitação do cartão junto a uma empresa especializada.

O que mudou com o passar do tempo?

Antigamente, o cartão de benefícios se limitava somente a oferecer uma quantia para ser gasta com alimentação. Ou seja, o colaborador poderia fazer compras em estabelecimentos credenciados, como mercados, padarias, feiras e assim por dia.

Na modalidade voltada para refeição, o gasto era aplicado em refeições diárias, em restaurantes e lanchonetes. Mas, este era somente o básico garantido, e, muitas vezes, havia um valor limitado para ser usado diariamente, o que nem sempre beneficiava o colaborador.

Ao identificar necessidades mais específicas, que envolvem o bem-estar dos profissionais, as empresas passaram a buscar por outras soluções que envolvam lazer, cultura e saúde. E é por isso que este pacote é tão valorizado por quem se candidata a uma vaga em uma empresa.

O que um cartão de benefícios ideal precisa ter?

Diante dessa evolução, é indispensável oferecer um cartão completo e que realmente beneficie seu colaborador em seu dia a dia. Sendo assim, esteja atento aos seguintes fatores, que não podem faltar entre os benefícios e as funcionalidades dele.

Flexibilidade

Oferecer benefícios flexíveis aos colaboradores é incrível, porque dá à pessoa ampla liberdade de escolha. No formato tradicional, os benefícios são indicados pelo gestor da empresa ou setor de RH, independentemente das necessidades individuais de cada colaborador

Porém, com um sistema flexível, os colaboradores podem usar o saldo do benefício com liberdade, conforme as diversas finalidades viabilizadas por legislação e acordos coletivos. O gestor configura os padrões a ofertar — e pronto, sem nenhum trabalho operacional complexo por trás!

Rede de alimentação ampla

Embora vários tipos de benefícios sejam valorizados hoje em dia, a alimentação continua em primeiro lugar no interesse dos colaboradores. Portanto, é indispensável trabalhar com uma rede de alimentação ampla que permita o uso do cartão.

Hipermercados, sacolões, açougues e padarias devem ser priorizados, para que o usuário economize com transporte e armazenagem da cesta básica. Restaurantes e lanchonetes devem fazer parte disso também, porque nem sempre o colaborador tem a oportunidade de preparar sua própria comida ou mesmo quer fazer isso, o que traz a necessidade de se alimentar fora.

Vale dizer que muitas vezes os cartões tradicionais são limitadores na quantidade de estabelecimentos oferecidos. Por isso, a rede de alimentação ampla é algo que deve ser levado em conta na hora de escolher o cartão de benefícios ideal.

Contactless

A tecnologia por aproximação também deve estar presente no cartão de benefícios físicos. É fundamental que ele seja contactless, ou seja, que não necessite ser inserido na máquina de cartão para efetivar a compra.

Basta uma aproximação rápida e pronto! O sinal é lido por radiofrequência ou comunicação de campo próximo. Tudo com total rapidez e praticidade, sem qualquer tipo de impasse para consulta posterior da compra.

Segurança e proteção

A gestão dos pagamentos deve ser feita de forma simples, por meio digital e em completa segurança. Melhor ainda se a empresa de benefícios tiver uma plataforma que concentre tudo em um só lugar, com profissionais para assessorá-lo quando for preciso.

Saldo físico e digital

Esse acompanhamento pode ser feito por meio de um aplicativo ou do próprio site do sistema de benefícios escolhidos. Vale observar que tanto o cartão físico quando o digital, no app, têm o mesmo saldo.

Assim, fica mais fácil fazer o controle de orçamento adequado e destinar melhor a quantia oferecida pelo cartão. Tudo de forma simples e prática!

Descontos

Os descontos devem ser disponibilizados não somente no momento da compra ou devido à parceria com algum estabelecimento. Clubes de pontos e condições exclusivas para os usuários também são importantes para que esses descontos sejam ainda mais exclusivos.

Liberdade de adaptação

Mais uma vez, a liberdade de escolha de benefícios por parte do colaborador faz toda a diferença. Com a adaptação a suas principais necessidades, ele consegue aproveitar muito melhor o que é oferecido e fica ainda mais satisfeito em poder contar com o cartão.

E não se esqueça de que cartões que incluem dependentes para serem beneficiados são um diferencial a mais. Uma família com filhos, por exemplo, consegue utilizá-lo muito melhor dessa maneira.

Como escolher o melhor cartão de benefícios para os colaboradores de sua empresa?

Para escolher o melhor cartão de benefícios para os colaboradores da sua empresa, é fundamental fazer uma pesquisa sobre empresas do segmento. Em seguida, basta entrar em contato para que as opções disponíveis sejam devidamente avaliadas.

Caso estejam de acordo com a proposta da empresa, um credenciamento é feito, para negociar taxas e cadastrar a solicitação desses cartões. Os repasses, então, são feitos e cada colaborador passa a ter acesso a seu próprio cartão, pessoal e intransferível.

Nesse conteúdo você pôde ver que é importante contar com uma empresa especializada em cartão de benefícios, e que pode trabalhar em conjunto com a sua empresa para garantir sempre o melhor para sua equipe.

Para saber mais sobre benefícios para oferecer na empresa, siga nossas páginas no Facebook, no LinkedIn, no Instagram e no YouTube e acompanhe nossas dicas e soluções.

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Entenda o impacto dos benefícios corporativos na jornada do colaborador

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Entenda o impacto dos benefícios na jornada do colaborador

Se por um lado a competitividade do mercado de trabalho exige cada vez mais dos candidatos, na outra extremidade estão as empresas que veem a demanda por profissionais qualificados aumentar significativamente. Promover o bem-estar interno acompanhando a jornada do colaborador tem se tornado uma prática altamente recomendável a uma boa gestão.

Essa equação tem impacto direto nas empresas que precisam assegurar que seus contratados estejam satisfeitos e engajados, a fim de evitar a rotatividade. Os custos operacionais e o impacto de constantes processos seletivos podem afetar não só o aspecto financeiro, mas também o ambiente de trabalho como um todo.

Acompanhar e facilitar a jornada do colaborador pode ser decisivo para qualquer empresa. Descubra a seguir qual o impacto dos benefícios corporativos nesse processo.

O que é a jornada do colaborador?

O objetivo da jornada do colaborador — que também é uma estratégia de gestão — é aumentar o engajamento dos funcionários por meio da integração entre times, mudança de cultura e comportamentos, aumento de produtividade e retenção.

Tudo isso com foco no crescimento da empresa, mas comprometido com o desenvolvimento das pessoas. Para que o processo seja eficiente, é preciso acompanhar todas as etapas pelas quais o indivíduo transita durante o seu envolvimento com a companhia.

Quais as etapas da jornada do colaborador?

Recrutamento

O recrutamento é o início da jornada do colaborador, é nesse momento que ele entra em contato com a empresa pela primeira vez. Por isso, é preciso questionar como é a experiência dele durante o processo de seleção e se essa etapa poderia ser melhorada de alguma forma.

É fundamental saber qual o tempo necessário para se completar o processo seletivo de um novo profissional, se é possível reduzi-lo e qual a impressão do candidato.

Treinamento

O treinamento engloba todo o período onde o novo colaborador é introduzido à cultura da empresa e seus processos. Esse momento é importante para a motivação do contratado e precisa ser adequado para suprir as necessidades iniciais do profissional.

Para que ele seja eficiente, o tempo e as abordagens do treinamento precisam permitir a integração do contratado na rotina da empresa de forma harmônica, mas precisa.

Desenvolvimento

É durante essa etapa da jornada do colaborador que deve-se acompanhar seu envolvimento com o trabalho e com a equipe. É preciso oferecer as condições ideais para que o crescimento profissional e a satisfação sejam realizáveis.

É muito importante ouvir suas demandas para poder entender as motivações e expectativas em relação ao seu futuro, que podem ser tanto no aspecto profissional quanto no pessoal. Na questão pessoal, é possível ampliar a experiência por meio de benefícios como: apoio psicológico, convênios com academias, programas de fidelidade e outros.

A fim de mensurar essa etapa, pode-se avaliar o desenvolvimento de suas habilidades e produtividade, bem como conhecer suas metas de crescimento. Um colaborador que é ouvido se sente mais valorizado.

Retenção

Já falamos que a retenção é um aspecto fundamental na gestão de RH, afinal, o processo de seleção e recrutamento constante, por causa da alta rotatividade, pode ter um impacto negativo em vários aspectos da empresa.

Nessa etapa da jornada do colaborador é conveniente monitorar os níveis de satisfação e a evolução do profissional. Além de um plano de carreira, cursos e treinamentos, os benefícios corporativos que são oferecidos têm um papel muito importante na motivação dos funcionários.

Uma forma amplamente utilizada para medir o nível de satisfação dos funcionários são os questionários direcionados para o desempenho pessoal e ambiente de trabalho.

Desligamento

Apesar de ser uma etapa de encerramento de ciclo, ela também deve ser acompanhada, pois os motivos que levam ao desligamento de um indivíduo da empresa podem ser muitos. Dependendo de como e por que a saída do funcionário ocorre, ela poderá ter um impacto negativo tanto para o profissional como para a equipe que permanece.

É um bom momento para avaliar toda a jornada do colaborador e entender se ele alcançou seus objetivos pessoais e profissionais nesse período.

Como melhorar a jornada do colaborador com benefícios?

A forma como uma empresa se prepara para conduzir esse processo é chamada, na gestão de RH, de Employee Experience ou Experiência do Funcionário, em português.

É preciso estabelecer uma cultura de respeito em que o discurso e a prática sejam coerentes por parte do líder. As promessas como períodos de férias, licenças e promoções devem ser cumpridas; tudo o que tiver sido acordado deve ser honrado.

Uma boa maneira de incentivar o engajamento e otimizar a experiência do funcionário é por meio de benefícios que são oferecidos pela empresa. Com eles, é possível melhorar a saúde, estimulando os cuidados com o corpo e a mente.

A qualidade de vida ajuda a manter o colaborador motivado e isso contribui para um ambiente de trabalho agradável e, consequentemente, diminui os níveis de absenteísmo. Os reflexos poderão ser vistos no aumento de produtividade, maior participação dos times e retenção de talentos.

Quais benefícios corporativos podem ser oferecidos?

Os benefícios corporativos podem ser entendidos como uma forma de incentivo que as empresas oferecem aos funcionários além do salário. A competição acirrada faz com que tanto os profissionais disponíveis no mercado quanto quem já está empregado vejam com bons olhos tudo que possa enriquecer sua rotina pessoal e profissional. 

Além de flexibilizar os tradicionais convênios médicos e vales-refeição, atualmente é possível oferecer uma experiência diferenciada em termos de benefícios personalizados. A empresa pode proporcionar ao colaborador a liberdade de decidir como e quando ele irá utilizar os recursos disponíveis.

A experiência do funcionário pode ser melhorada de forma inovadora com serviços e recursos como:

  • vale-transporte;
  • auxílio home office;
  • auxílio-creche;
  • auxílio-saúde (para ser usado em farmácias e laboratórios);
  • pagamento de boletos;
  • mobilidade urbana;
  • auxílio-educação;
  • vale-cultura;
  • campanhas de incentivo;
  • premiação.

Mesmo com toda a concorrência e os constantes desafios enfrentados pelas rápidas mudanças que ocorrem no mercado de trabalho, os gestores de RH podem contar com boas e inovadoras ferramentas que ajudam a tornar a jornada do colaborador uma experiência positiva e com bons resultados para a empresa.

Quer saber por que os benefícios flexíveis são a melhor opção? Confira neste artigo.

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Como a transformação digital focada nos colaboradores acelera o Employer Branding

Tempo de leitura: 3 min
transformação digital

Não há dúvidas de que a reputação e a imagem são fundamentais para o sucesso de qualquer empresa atualmente. O bom posicionamento de uma marca perante seus consumidores, o mercado e os demais stakeholders diminuem os riscos de uma crise e alavancam os resultados financeiros a curto, médio e longo prazo quando bem trabalhados. Entretanto, surgiu nos últimos anos um novo conceito de imagem corporativa que precisa ser levado em conta pelos empresários e líderes: o employer branding, que é formado justamente pelos próprios colaboradores e profissionais que, eventualmente, podem trabalhar no local. É uma situação que a transformação digital focada na personalização da experiência do profissional consegue resolver. 

Em uma tradução livre, employer branding significa “marca do empregador”. Em outras palavras, é a estratégia que cada empresa utiliza para fomentar uma imagem positiva em relação aos próprios colaboradores e ao mercado de trabalho, posicionando-se como uma organização que respeita e valoriza seus funcionários.

O objetivo é simples: mostrar que é uma ótima opção para a carreira das pessoas, retendo os melhores talentos que já existem em seu quadro e, principalmente, atraindo novos profissionais para crescer e se destacar da concorrência em seu segmento. 

A questão é que isso não é uma tarefa simples, principalmente em um cenário de intensa competitividade entre as corporações (inclusive de diferentes setores) na busca pelos melhores profissionais. A boa notícia é que a tecnologia é uma aliada importante na consolidação desse conceito no dia a dia corporativo.

A proposta de transformação digital, por exemplo, vai além da implementação de ferramentas e soluções no cotidiano da empresa. Na verdade, trata-se justamente da otimização de processos internos para valorizar as tarefas do empregado, aumentando sua produtividade e satisfação. 

Não é exagero dizer que o colaborador é um dos principais pilares para o sucesso de qualquer negócio – e hoje ele sabe muito bem a importância que tem dentro da organização. Com o conhecimento adquirido, ele espera ser valorizado na empresa onde trabalha. Caso contrário, não tem mais medo de sair e encontrar um cargo nas condições que lhe satisfaçam. Por muito tempo, bastava oferecer aumento de salário para agradá-lo e garantir sua permanência.

Agora, ele busca uma experiência personalizada em seu local de trabalho e deseja ser valorizado com vantagens que atendem a seu gosto e perfil dentro – e fora – de sua vida profissional.  

É neste ponto que a transformação digital converge com a proposta de employer branding. A empresa pode adotar soluções que otimizam a oferta de benefícios ao seu colaborador, permitindo que ele tenha liberdade e flexibilidade para usar esses recursos da forma que preferir. Com uma única plataforma, o colaborador tem uma ampla rede à disposição, como restaurantes, supermercados, saúde mental e academias para praticar atividades físicas e ter uma vida mais saudável fora do escritório. Dessa forma, ao poder escolher o que fazer com os benefícios, frutos de seu trabalho, ele sente que a empresa respeita suas decisões e está antenada a seus desejos e necessidades. 

Se já há consenso sobre a necessidade de melhorar a visão e a experiência dos consumidores para alavancar as vendas, é natural, portanto, imaginar que a mesma situação aconteceria com os funcionários cedo ou tarde. No ambiente organizacional, eles desempenham um papel de extrema importância, permitindo que a empresa possa competir e crescer em seus segmentos.

Assim, nada mais justo do que valorizá-los, respeitando seus diferentes perfis e oferecendo liberdade para que possam satisfazer suas vontades e, assim, ficarem plenamente focados em seus afazeres do dia a dia. 

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Guia de perguntas e respostas sobre o programa PAT: tire suas dúvidas aqui

Tempo de leitura: 4 min
Perguntas e respostas sobre o PAT - Programa de Alimentação do trabalhador

Para oferecer melhores condições para os funcionários, as empresas podem aproveitar vantagens de alguns programas federais. Um deles é o PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador), oferecido pelo governo brasileiro que foi criado para que a distribuição de renda seja mais igualitária e auxilie na renda dos trabalhadores.

Nas últimas décadas, os direitos trabalhistas evoluíram, assim como aumentou o estímulo ao suporte para a qualidade de vida dos trabalhadores. Dessa maneira, o PAT é instituído em lei e gera vantagens tanto para os colaboradores quanto para os gestores.

A seguir, confira todas as respostas para as dúvidas sobre o PAT, por que o programa é importante e como ele funciona. Confira!

O que é PAT?

O PAT é um programa do Governo Federal que tem como objetivo melhorar a nutrição dos trabalhadores brasileiros. Assim, ele foi criado para que a distribuição de renda seja mais igualitária. Dessa forma, as empresas que aderirem ao programa podem executá-lo das seguintes maneiras:

  • por meio de um serviço próprio de refeições;
  • distribuição de cesta básica;
  • convênios com empresas que fornecem serviços coletivos de alimentação;
  • vale-refeição e/ou vale-alimentação.

Nesse sentido, a empresa que adere ao PAT pode ter descontos com as despesas de seus colaboradores no imposto de renda. Além disso, o valor pago é isento de recolhimento de FGTS e INSS.

No entanto, aderir ao PAT não é obrigatório e a decisão sobre a participação cabe a cada instituição. Assim, se a empresa optar por ingressar no programa, ela fornecerá os subsídios e o funcionário contribuirá com, no máximo, 20% do valor de suas refeições.

Quando nasceu esse programa?

O Programa de Alimentação do Trabalhador foi criado em 14 de abril de 1976 para melhorar a saúde nutricional dos trabalhadores brasileiros. A Lei n° 6.321 foi instituída e regulamentada pelo Decreto nº 5, de 14 de janeiro de 1991, que visa atender os funcionários de empresas por meio de parcerias com o governo.

Para que serve o PAT?

Por meio de incentivos fiscais, o governo ajuda a empresa a zelar pela qualidade da alimentação de seus colaboradores. Assim, a organização escolhe como dar o benefício alimentar, que pode ser fornecendo refeições, por meio de cesta básica, vale-alimentação ou vale-compras.

Essas vantagens têm extrema importância não apenas para a alimentação, mas também para a qualidade de vida como um todo — além de promover a motivação nas equipes e deixá-las mais engajadas. Portanto, é uma maneira estratégica de conseguir mais produtividade dos times.

Quais as principais vantagens do PAT para os colaboradores?

Quando uma empresa adere ao PAT, seus colaboradores têm diversas vantagens, como menos fadiga pela alimentação mais rica, maior qualidade de vida, mais disposição física para o dia a dia de trabalho e outros pontos positivos.

E os benefícios para a empresa?

Enquanto isso, os gestores também contam com muitos benefícios, entre eles:

  • risco menor de funcionários doentes e, portanto, faltas ou licenças médicas reduzidas;
  • aumento do desempenho e da produtividade nas equipes;
  • desconto de valor proporcional no imposto de renda, que pode chegar a até 4%;
  • incentivos fiscais como isenção de encargos sociais, entre eles, FGTS e INSS;
  • redução no índice de turnover, assim como maior retenção de talentos na empresa;
  • o fornecimento do PAT é uma prática estratégica para melhorar o clima organizacional e o rendimento dos colaboradores;
  • o PAT é um incentivo e atua como um ponto motivacional, pois gera um alívio no orçamento familiar dos funcionários.

Portanto, o Programa de Alimentação do Trabalhador oferece benefícios para o empregador e para o empregado.

Que empresas podem adotar o PAT?

Para participar do programa, é necessário que a pessoa jurídica tenha, ao menos, um colaborador contratado, sobretudo se a empresa paga imposto de renda. Entretanto, não declarar IR não é impedimento, pois mesmo empresas que sejam isentas podem participar, como:

  • microempresas;
  • condomínios;
  • empresas filantrópicas e outras.

O foco principal são os trabalhadores considerados de baixa renda e que recebem até 5 salários mínimos, mas os que ganham mais também podem receber. No entanto, não importa as diferenças salariais dos trabalhadores, todos devem receber o mesmo valor do PAT.

Como aderir ao PAT?

As empresas que estiverem interessadas em aderir ao Programa de Alimentação do Trabalhador devem acessar a página do PAT, realizar o cadastro preenchendo as informações pedidas e escolher uma das modalidades disponíveis — ou seja, a forma na qual a empresa pretende fornecer o crédito para seus funcionários.

Assim, o gestor escolhe se prefere fazer a autogestão (fornecer a alimentação para os colaboradores ou terceirizar a administração, sendo que a empresa também deve estar cadastrada no programa), fazer a distribuição de cestas básicas para os funcionários ou dar o vale-alimentação ou vale-refeição. Uma boa parcela dos negócios preferem as últimas opções, pois são as medidas mais práticas.

Se a gestão da empresa preferir, também é possível ir até uma agência dos Correios para dar entrada no programa e retirar a documentação.

O Vale-Refeição ou Vale-Alimentação pode ser pago em dinheiro?

O PAT é um programa aprovado pelo Ministério do Trabalho e a parcela paga não se trata de uma remuneração para os funcionários. Ou seja, não tem natureza salarial e, por isso, não pode ser paga em dinheiro, pois esse tipo de pagamento é vedado no art. 457, § 2º da CLT, pela Lei 13.467/2017. Portanto, não deve ser pago em dinheiro, uma vez que não é incorporado ao contrato de trabalho.

A Vee está enquadrada no PAT?

Sim! A Vee está regulamentada e certificada no Programa de Alimentação do Trabalhador. Além disso, estamos de acordo com todas as questões tributárias, sendo uma solução 100% legal. Portanto, auxiliamos as empresas com benefícios estratégicos conforme suas necessidades.

O PAT é um programa muito importante tanto para os colaboradores, que recebem um ótimo benefício, quanto para os empregadores, que podem oferecer uma melhor qualidade de vida aos seus colaboradores e, com isso, ter a produtividade aumentada. Nesse sentido, ambos ganham e podem aproveitar as vantagens.

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Como aplicar pesquisa de satisfação com seus colaboradores

Tempo de leitura: 5 min
como aplicar uma pesquisa de satisfação em seus colaboradores

Os estudos acadêmicos já confirmaram o que um RH, por experiência própria, sempre soube: uma equipe feliz é mais produtiva. Os esforços para garantir o bem-estar dos colaboradores, portanto, estão mais do que justificados — e a melhor forma de assegurar os benefícios de um ambiente saudável e criativo é aplicar uma pesquisa de satisfação de funcionários.

Uma das missões do departamento de Recursos Humanos é manter a motivação e o engajamento dos profissionais contratados, garantindo que as entregas estejam sempre alinhadas às metas da companhia, certo? A boa notícia é que essa tarefa se torna mais simples, orgânica e acertada quando a equipe mantém o entusiasmo e permanece satisfeita.

Neste post, você entenderá um pouco mais sobre o papel da pesquisa de satisfação na estratégia de qualquer empresa — independentemente do porte ou do segmento em que atue.

Primeiro, destacamos a importância de medir o nível de contentamento do público interno para, em seguida, ensinarmos como acompanhar esses índices da melhor forma possível.

Ainda está em dúvida se a pesquisa de satisfação é o recurso que você está procurando? Não deixe de ler o conteúdo até o final e, além de esclarecer seus questionamentos, fique por dentro das principais dicas para aplicar os questionários — inclusive em esquema de trabalho remoto.

Boa leitura e bons insights!

Por que é importante medir a satisfação dos funcionários?

O objetivo de qualquer organização é gerar lucro. Enganam-se, porém, aqueles que pensam que a satisfação dos colaboradores não tem nada a ver com isso: de acordo com um levantamento produzido nos Estados Unidos, uma equipe feliz vende até 37% mais. No fim do dia, isso certamente significa um fluxo de caixa bem mais positivo, né?

Ainda que a felicidade seja um conceito subjetivo, há existem maneiras eficazes de identificá-la e de medi-la, construindo cenários de melhoria sempre que for necessário. No contexto corporativo e na linguagem da área de RH, funcionários felizes são aqueles que entregam mais — e por mais tempo.

Quando há insatisfação no trabalho, é comum que o turnover seja alto, que o controle absenteísmo exija atenção redobrada e, principalmente no caso de fábricas, que os acidentes de trabalho se tornem um acontecimento corriqueiro. Todos esses fatores são negativos (e mesmo perigosos) e acabam por ter impacto direto no resultado da empresa. 

Por outro lado, um ambiente leve e saudável faz os olhos do time brilharem. Os profissionais tendem a ser mais criativos e comprometidos com a excelência na execução de suas tarefas, uma vez que reconhecem e retribuem os esforços da companhia para mantê-los satisfeitos.

A produtividade é, portanto, um efeito colateral muito bem-vindo e geralmente reflete um conjunto de boas práticas internas. A comunicação transparente, o reconhecimento estruturado e o oferecimento de benefícios atrativos, por exemplo, podem ser apontados como alguns dos critérios que contribuem para manter o público interno mais satisfeito.

Por que a pesquisa de satisfação é a abordagem ideal?

De forma geral, a pesquisa de satisfação é um instrumento estratégico. Fácil de construir e de aplicar, esse tipo de recurso reúne duas características importantes: se, por um lado, não exige investimentos volumosos em sua concepção; por outro, produz insights capazes de maximizar os resultados do negócio no curto, no médio e no longo prazo.

A pesquisa de satisfação pode ser descrita como um esforço deliberado para colher dados (quantitativos e qualitativos) de uma fonte preciosa: o seu quadro de colaboradores. Alguns dos principais objetivos da iniciativa são:

  • detectar expectativas internas;
  • qualificar o clima organizacional;
  • avaliar a aderência de políticas e práticas internas (incluindo o plano de carreira e os benefícios ofertados, por exemplo).

Uma vez finalizada, a pesquisa entrega aos líderes da companhia um incrível volume de dados. Os números — e os comentários, sempre que uma resposta mais extensa for solicitada — permitem que os gestores conheçam o sentimento geral e, frente a isso, identifiquem pontos fortes e vulnerabilidades.

A comunicação entre departamentos apareceu como um ponto sensível? Aja rápido e crie novas táticas para melhorar a integração dos canais internos. A carteira de benefícios foi apontada como um item que deixa a desejar? Talvez seja a hora de repensar a abrangência e/ou a flexibilidade dessa política, solucionando eventuais descontentamentos. 

A pesquisa de satisfação de funcionários pode ser um importante catalisador de mudanças positivas. Se seu intuito é aumentar a retenção e alavancar a produtividade da equipe, vale considerar a aplicação de um questionário bem estruturado. 

Como aplicar medir os índices internos de satisfação?

Agora que você já está convencido a respeito da importância de contar com funcionários satisfeitos e sabe por que a pesquisa de satisfação é a estratégia perfeita, é hora de agregar um pouco mais de prática à discussão, certo? 

O próximo passo é entender como, de fato, aplicar um questionário coeso e alinhados às suas expectativas. Confira as principais dicas!

Escolha o melhor método

Para que seja confiável e transparente, toda pesquisa deve ser precedida de um bom trabalho metodológico. É necessário fixar a abordagem, selecionar os instrumentos de avaliação e programar o tratamento estatístico, por exemplo. 

Você quer priorizar análises rápidas, estipulando porcentagens de satisfação? Perguntas quantitativas ajudam você a obter esse tipo de insights. Se, por outro lado, a meta estiver relacionada a um conhecimento aprofundado sobre determinado assunto (clima organizacional ou percepção de benefícios, para citar apenas alguns fatores), o questionário qualitativo pode ser a melhor opção. 

Formule as questões pertinentes

Ninguém gosta de responder uma pesquisa que tem dezenas de páginas — caso o questionário seja muito longo, é provável que o colaborador se mostre contrariado antes mesmo de participar. Foque na coerência das perguntas e seja sempre objetivo, combinado?

Além disso, as questões devem ser absolutamente claras, evitando interpretações equivocadas. Afinal, caso o funcionário não entenda o propósito da pergunta, as chances de inserir uma resposta confusa (e distante da realidade) são enormes — isso, é claro, prejudica suas análises finais.

Comunique os funcionários

É importante que todos os pormenores estejam cientes da aplicação da pesquisa de satisfação. O objetivo, bem como as políticas de privacidade, devem ser explicadas em detalhes. Lembre-se de que qualquer mal-entendido pode comprometer a participação do time e inviabilizar os resultados.

Seja muito transparente e informe, por exemplo, a data de aplicação, a metodologia de coleta de dados, a previsão para divulgação de resultados e o objetivo do levantamento. Compartilhe com a equipe o desejo de promover a melhoria contínua com base nas demandas internas.

Além de incentivar as respostas, uma postura aberta inspira confiança e gera motivação — tudo o que você precisa para um levantamento de sucesso, né?

Tabule e analise os resultados

Uma vez aplicada, a pesquisa tem seu momento mais glorioso: é preciso examinar as respostas e compilar as informações, extraindo insights preciosos ao desenvolvimento íntegro da companhia. Resgate a metodologia inicial e garanta que questões diferentes — em se tratado de perguntas quantitativas e qualitativas, principalmente — sejam tratadas de modo distinto.

Depois disso, a pesquisa deve ser a base para um plano de mudanças. A dica é: elenque os pontos mais sensíveis e elabore estratégias para promover melhorias, estimulando a satisfação dos funcionários de forma sinérgica e efetiva.

Vale lembrar, ainda, que a realidade do mercado vem mudando. A pandemia de coronavírus, por exemplo, acelerou a adaptação ao trabalho remoto — e obrigou os profissionais de RH a reinventar estratégias de engajamento e produtividade.

A boa notícia é que, em tempos de trabalho à distância, a pesquisa de satisfação de funcionários também faz todo o sentido no home office. É, aliás, mais importante do que nunca: enquanto gestor de pessoas, você precisa garantir que seu time permaneça motivado. Para assegurar a eficácia do método e a pertinência das respostas, certifique-se de seguir o passo a passo à risca.

O conteúdo foi útil e ajudou você a fortalecer a estratégia interna da sua empresa? Ótimo! Novos conteúdos sobre os desafios gerenciais são lançados toda a semana e você pode nos seguir no Facebook, no LinkedIn, no Instagram e no YouTube para ficar sempre por dentro das novidades. Até breve!

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Guia do People Analytics para o RH

Tempo de leitura: 9 min
guia para desempenho de people analytics

Analisar dados já faz parte da rotina diária de diversos setores em uma empresa. Afinal, eles servem de base para que a gestão possa decidir estrategicamente sobre vários assuntos. O setor de RH também pode utilizar esse recurso para melhorar suas atividades e decisões por meio de uma estratégia chamada People Analytics, que, basicamente, significa analisar dados para a gestão de pessoas.

Entretanto, nem todas as empresas conhecem o potencial dessa ferramenta e os benefícios que ela pode proporcionar ao setor de RH e aos seus colaboradores, como o aumento da produtividade, a execução de processos seletivos mais eficientes e muito mais.

Fizemos este guia em que vamos explicar o conceito de análise de pessoas e mostrar em detalhes o que é preciso para implementá-lo, na prática, e contém os seguintes tópicos:

  • O que é People Analytics?
  • O que o People Analytics pode fazer pela empresa?
  • Os benefícios do People Analytics
  • Como implementar o People Analytics na empresa?
  • Como o People Analytics pode auxiliar na gestão de benefícios?
  • Por que contar com a Vee?

Continue a leitura para saber mais.

O que é People Analytics?

People Analytics é um método de análise de dados utilizado para estudar uma série de fatores que envolvem a gestão de pessoas na empresa, como os desafios e oportunidades para os colaboradores, as melhores formas de facilitar o processo de contratação e de encontrar talentos no mercado e muito mais.

Seu objetivo é alimentar de informações o setor de Recursos Humanos para que as decisões, tais como evitar o custo com contratações que não estejam alinhadas ao perfil da empresa, sejam mais assertivas e, dessa forma, melhorar o ROI – retorno sobre o investimento. Ele também é uma ferramenta de análise para identificar quais fatores podem causar a saída de funcionários, especialmente, aqueles que são mais representativos para a empresa. 

A realização dessa análise envolve a coleta de dados que podem estar armazenados em diferentes sistemas. Por isso, os conceitos de Big Data e Business Intelligence aliados ao uso da tecnologia são essenciais para auxiliar as atividades relacionadas com People Analytics, já que eles permitem analisar um grande volume de dados coletados de diferentes fontes para a tomada de decisões estratégicas.

O People Analytics, portanto, é uma metodologia para auxiliar o setor de Recursos Humanos na análise de questões que envolvem o relacionamento entre o funcionário e a empresa. Dessa forma, a gestão pode identificar pontos em que seja preciso melhorar, além de ser uma maneira de entender melhor as necessidades e o perfil de cada colaborador.

O que o People Analytics pode fazer pela empresa?

A estratégia de People Analytics pode ser aplicada em diferentes situações na empresa. Confira, a seguir, algumas delas.

Processo de recrutamento e seleção

Embora os profissionais de recursos humanos que realizam a atividade de recrutamento e seleção de pessoas já estejam bem familiarizados com essa tarefa, muitas vezes não é tão fácil encontrar o candidato ideal para uma determinada posição na empresa.

Em meio a tantos candidatos que concorrem a uma mesma vaga, informações importantes sobre cada concorrente e seu perfil profissional podem passar despercebidos e a escolha realizada não ser a mais adequada para a empresa.

A aplicação de People Analytics nessa tarefa é muito benéfica, pois permite a avaliação criteriosa, com base em diversos fatores, como a análise comportamental e de performance dos colaboradores atuais. Dessa forma, é possível cruzar informações para selecionar candidatos que tenham o fit cultural da empresa, ou seja, que estejam alinhados às características e necessidades da empresa.

Oportunidade de reduzir custos

As despesas que envolvem o turnover podem desequilibrar os custos relacionados aos colaboradores, pois a rotatividade aumenta os gastos com a rescisão contratual, além da aquisição de um novo talento e seu processo de treinamento e adaptação.

A estratégia de People Analytics ajuda a gestão a identificar as razões pelas quais os colaboradores pedem demissão. Dessa forma, é possível perceber, por exemplo, se o que motivou a saída foi a falta de benefícios oferecidos pela empresa, salários abaixo da média ou outros fatores. 

Com base nesse levantamento, é possível desenhar uma estratégia mais eficaz e certeira para diminuir a saída voluntária de colaboradores, cortando assim um grande gasto para a empresa como um todo.

Treinamento e desenvolvimento dos colaboradores

Outra forma de aplicar a ferramenta é para avaliar quais colaboradores precisam de treinamentos e os mais indicados para cada um deles. A análise ajuda a identificar, por exemplo, o perfil de cada profissional e, assim, selecionar os que são mais indicados a cargos de liderança ou os que têm o perfil mais técnico ou operacional.

Com base nessas informações, a gestão pode direcionar treinamentos específicos a cada um e incentivar o crescimento profissional de acordo com as habilidades e os objetivos do colaborador.

Os benefícios do People Analytics

Adotar o Analytics na empresa proporciona uma série de benefícios para a gestão de pessoas. Confira, a seguir, os principais deles.

Maior controle pelo gestor

A análise de dados é essencial para que a gestão tenha maior conhecimento sobre os problemas e as necessidades relacionadas aos setores da empresa e aos seus colaboradores.

Em uma avaliação sobre as causas do turnover, por exemplo, a gestão pode identificar que o motivo da saída de funcionários essenciais para empresa é a falta de investimentos em benefícios personalizados, como plano de saúde familiar para os profissionais com filhos, falta de auxílio-educação etc.

Processos mais eficientes

Um dos processos realizados pelo RH é o de fazer a avaliação do engajamento dos funcionários. Essa é uma tarefa importante para identificar em quais atividades eles têm maior afinidade e em quais eles se destacam mais.

Entretanto, realizar essa avaliação pelos métodos tradicionais é bem trabalhoso, pois em primeiro lugar é preciso definir o que será considerado engajamento, que pode ser o alcance de metas ou atingir a satisfação do cliente, por exemplo.

A seguir, é preciso definir como realizar essa avaliação e, por fim, fazer a análise do resultado. Com a aplicação de tecnologias de People Analytics, esse processo é mais eficiente, pois a capacidade de análise é mais abrangente e permite, por exemplo, avaliar feedbacks com maior frequência e oferecer dados atualizados para a gestão. 

Maior produtividade

As atividades do setor de Recursos Humanos também são beneficiadas pela ferramenta. Isso porque o cruzamento de informações variadas traz mais agilidade a diversas tarefas do setor — entre elas, o processo seletivo, a identificação das razões do turnover e a gestão de benefícios.

Outra atividade beneficiada é a supervisão da produtividade e a gestão de desempenho dos funcionários, que podem ser acompanhadas de perto pelo People Analytics. A mensuração dos resultados em cada tarefa do setor ganha mais agilidade e é feita com base em informações confiáveis. Isso contribui para que a gestão possa tomar melhores decisões. 

Contratações mais assertivas

O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo. Encontrar o profissional que tenha o perfil alinhado ao da empresa pode ser um verdadeiro desafio se o processo seletivo for feito por meio das análises tradicionais. Imagine para o profissional de recrutamento e seleção, como é difícil filtrar um grande número de candidatos e escolher as melhores opções para seguir no processo seletivo.

Ao utilizar o People Analytics, esse processo ganha mais agilidade, pois é possível selecionar os perfis de acordo com critérios predefinidos pela empresa. Dessa forma, a empresa consegue encontrar com mais facilidade o profissional mais indicado para a vaga em questão.

Vantagem competitiva

Contar com profissionais altamente capacitados é essencial para que a empresa possa realizar suas atividades com excelência e, como consequência, ter maior vantagem competitiva. Por meio da análise de pessoas, é possível selecionar os melhores candidatos, além de capacitá-los de acordo com a necessidade da empresa e objetivos de cada colaborador.

Como implementar o People Analytics na empresa?

Como mencionamos, existem diversos benefícios em adotar essa ferramenta para auxiliar a gestão de pessoas. Por isso, confira quais as etapas para implementá-la na empresa.

Identifique os problemas

O primeiro passo para implementar a estratégia na empresa é identificar quais os problemas existentes. Com base nessa necessidade, será possível determinar quais as fontes de dados serão necessárias para obter as informações adequadas à análise do problema.

Para entender as razões do turnover, por exemplo, é preciso avaliar a média entre admissões e demissões em um determinado período para determinar o seu índice. Além disso, é necessário buscar informações sobre a gestão de desempenho para identificar quais fatores poderiam ter causado o desligamento desses colaboradores.

Defina qual software será utilizado

O apoio da tecnologia é essencial para garantir resultados confiáveis e precisos nas análises efetuadas pelo People Analytics. Por isso, a escolha do software a ser utilizado é tão importante. Ao escolher a ferramenta mais adequada, é preciso considerar o que a empresa deseja avaliar porque existem programas que atendem a escopos diferenciados. 

Os de recrutamento, por exemplo, permitem realizar o processo de seleção de candidatos por meio do cruzamento de informações variadas para identificar as características do profissional e realizar a análise de currículo, entre outras ações.

Realize a coleta dos dados

A coleta dos dados pode ser feita a partir de diferentes fontes de dados. Trata-se de uma etapa muito importante para a análise das informações. Por isso, ela deve ser realizada de acordo com o objetivo proposto. Os dados coletados podem ser extraídos de fontes como redes sociais, softwares de gestão, sistemas de folha de pagamento, entre outros.

Dados coletados por meio de formulários ou pesquisas realizadas com os colaboradores, também podem servir de fonte para a análise de pessoas.

Faça efetivamente a análise dos dados

A análise dos dados é uma das etapas mais importantes, pois ela fará o estudo das informações coletadas e apresentará um resultado para que a gestão possa identificar problemas ou situações que precisem de ações específicas.

É importante dizer que as análises podem seguir diferentes orientações, conforme as possibilidades realizadas em grande volume de dados. Veja como funciona cada uma delas:

A análise preditiva é realizada para prever o que pode acontecer em determinada situação. Ela é feita com base na análise de situações semelhantes ocorridas no passado. Dessa forma, é capaz de estabelecer tendências para o futuro. Uma forma de aplicação é estudando os funcionários de sucesso atuais para selecionar no mercado perfis semelhantes.

A análise descritiva é indicada para identificar fatos atuais que possam interferir na questão avaliada. Com base nos dados coletados, é possível, portanto, identificar quais são esses fatores. Uma das aplicações desse modelo de análise é para identificar o motivo de insatisfação dos funcionários que causa o seu desligamento da empresa.

A análise diagnóstica é feita para compreender as razões para a ocorrência de determinados fatos ou problemas. Ao fazer a avaliação das informações coletadas, é possível diagnosticar o que é preciso melhorar na empresa. Um exemplo dessa análise é para identificar a origem dos problemas que causam o turnover, como a falta de capital para investir em benefícios melhores aos funcionários.

Por fim, temos a análise prescritiva, que avalia diferentes cenários a partir de uma determinada ação. Dessa forma, é possível mensurar qual o impacto será sentido pela empresa em diferentes situações. Uma aplicação possível é para avaliar quais benefícios podem ser aplicados para cada funcionário para evitar o turnover, por exemplo.

Crie planos de ação

Os dados, sozinhos, não têm muito sentido. É preciso transformá-los em alguma.

Com a análise realizada de acordo com a necessidade da empresa, é hora de elaborar o plano de ação. As informações coletadas e processadas geram relatórios precisos para que a gestão possa utilizá-los como base para a tomada de decisões.

Como o People Analytics pode auxiliar na gestão de benefícios?

De acordo com a pesquisa Guardian Workplace Benefits Study — 6th Annual, realizada pela The Guardian Life Insurance Company of America, em 2018, 70% dos funcionários entrevistados disseram que são leais às empresas que oferecem benefícios personalizados de acordo com suas necessidades. Esse número demonstra a importância de entender as necessidades de benefícios do colaborador.

Uma forma de obter esse entendimento é por meio da aplicação da estratégia de People Analytics, que faz o levantamento adequado com base na coleta e análise de dados conforme a necessidade e perfil de cada colaborador. Portanto, é possível avaliar quais benefícios são mais indicados para cada um.

Por meio dessa análise é possível, por exemplo, identificar quais funcionários percorrem grandes percursos para chegar ao local de trabalho e oferecer um benefício adicional para a mobilidade urbana. Já àqueles que trabalham de suas casas, é possível oferecer o benefício de auxílio home office. Dessa forma, eles terão maior satisfação com a empresa, já que cada um teve suas necessidades atendidas.

Por que contar com a Vee?

A gestão de benefícios é uma tarefa importante na empresa, pois ela permite fazer um planejamento sobre como oferecer recursos complementares aos colaboradores, tanto os exigidos por lei quanto os benefícios adicionais, que servem para atrair e valorizar os bons profissionais, como o vale-alimentação (VA), o vale-refeição (VR), o auxílio-educação, as parcerias com academias e muito mais.

Com a Vee, a empresa constrói um pacote de benefícios flexíveis, mais atrativo ao perfil de cada colaborador. Isso porque, com o chamado Beneflex cada funcionário usa o saldo como quiser ou precisar, de acordo com suas necessidades, o que é essencial para garantir uma melhor employee experience.

Além disso, todo o gerenciamento é feito de forma centralizada, o que significa que não é preciso administrar contratos com diferentes fornecedores de benefícios, o que garante mais facilidade e agilidade na gestão de benefícios.

Adotar a estratégia de People Analytics é essencial para o setor de RH. Por meio dessa ferramenta é possível coletar e analisar informações de diferentes fontes relacionados aos profissionais da empresa. Com base nessa análise, a gestão pode tomar decisões ou elaborar planos de ações para garantir maior produtividade, menor rotatividade e profissionais mais satisfeitos.

Agora que você já conhece os benefícios da análise de pessoas e da gestão de benefícios, entre em contato conosco e conheça as nossas soluções!

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Como a tecnologia pode auxiliar na vida financeira dos brasileiros em tempos de crise e pandemia

Tempo de leitura: 3 min
benefícios flexíveis que você pode oferecer para o seu colaborador

Controlar sua vida financeira é a principal tarefa para quem deseja ter uma vida tranquila, sem sustos e com possibilidade de ampliar seus rendimentos. A missão, porém, não é fácil, sobretudo em uma época de crise como agora com o novo coronavírus. As contas se avolumam e, para piorar, as pessoas não têm uma visão precisa de seus rendimentos, como os salários e benefícios, com o cenário de home office.

A ausência de gestão neste ponto é um fator essencial para entender essa dificuldade. Felizmente, estão surgindo no mercado diversas soluções tecnológicas com a proposta de facilitar essa questão. 

Não é segredo para ninguém que a grande maioria dos brasileiros tem séria dificuldade na gestão do orçamento mensal. A falta de educação financeira e o próprio cenário macroeconômico, marcado por diversas instabilidades ao longo da história, ajudaram a acentuar essa questão.

O impacto da tecnologia para gestão de benefícios na vida financeira do colaborador

Agora, com a pandemia da Covid-19, a situação é ainda pior. As pessoas não conseguem estabelecer prioridades e não têm visibilidade de todos os seus recebíveis, como o salário e, principalmente, os benefícios que recebem do local onde trabalham. Desta forma, desconhecem a quantia exata que recebem e não compreendem nem mesmo sua própria vida financeira. 

A crise provocada pela COVID-19 exige atenção, sem dúvida, mas é preciso mudar essa realidade para que todos possam usufruir do dinheiro a que têm direito – e essa transformação passa pela utilização constante da tecnologia no dia a dia. Com o apoio de diversas soluções, é possível controlar seus recebíveis e o valor de seus gastos recorrentes. Ter acesso a essas informações de forma rápida e precisa incorpora esse hábito em sua rotina, permitindo maior controle dos gastos durante a quarentena.

Além disso, é preciso saber manejar os benefícios recebidos com uma plataforma digital. A tática permite ter acesso, por exemplo, a uma ampla rede de vantagens e maior conhecimento de oportunidades para melhorar seu controle financeiro.

A gestão dos benefícios é, inclusive, um dos pontos cruciais para quem deseja controlar as finanças pessoais neste momento. Muitos desconhecem os valores que recebem e não têm liberdade para utilizá-los de acordo com seu perfil. Colaboradores de empresas que adotam benefícios flexíveis conseguem ter uma personalização no uso dessas vantagens, sempre levando em conta seus objetivos e necessidades individuais. Isso faz com que eles tenham mais opções durante este período de comércio fechado, além de ampliar seu poder de compra, principalmente para quem perdia parte do valor tentando vender o benefício (cerca de 20% da importância recebida). É uma quantia que, no fim do mês, pode fazer grande diferença no orçamento familiar e no controle das despesas.  

Benefícios Flexíveis

O conceito de benefícios flexíveis já é uma realidade no exterior e começa a ganhar espaço significativo aqui no Brasil. As empresas perceberam que, ao dar autonomia para os colaboradores utilizarem as vantagens oferecidas do jeito que se ajustam a seus objetivos, registram aumento significativo de satisfação e produtividade – enquanto os trabalhadores se sentem mais prestigiados e felizes. Pesquisa da consultoria Bematize exemplifica isso: 85,71% das empresas alcançaram a satisfação de seus empregados, ao passo que 71,43% identificaram maior percepção dos benefícios pelas pessoas. 

Vivemos em um mundo em que a tecnologia se faz presente em praticamente todos os aspectos da vida cotidiana – e que assume papel essencial no combate à crise de coronavírus. É natural, portanto, que soluções surjam para auxiliar a nossa relação com o dinheiro e o controle financeiro.

Quando compreendemos a importância não só de controlar os benefícios que recebemos, mas, principalmente, da flexibilidade que ele pode oferecer, a missão de manter nossa vida financeira no azul fica mais fácil – e aí conseguiremos, finalmente, usufruir de verdade do fruto de nosso trabalho e empenho. 

Assinatura Raphael GPTW
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