Gestão remota: 6 boas práticas para avaliação de desempenho

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Dicas práticas para avaliar o desempenho de sua equipe durante sua gestão remota

Com uma pandemia que se expandiu rápido e chegou sem avisar, a adoção do home office teve que ser aplicada rapidamente nas empresas. A transformação digital já vem dando avisos há certo tempo que esse modelo trabalho continuará em crescimento, mas as organizações precisam se preparar. O RH, por exemplo, deve se adaptar para fazer a avaliação de desempenho de forma justa, mesmo com a gestão remota.

Avaliar o desempenho dos colaboradores já faz parte da rotina das empresas. No entanto, na administração remota há outros elementos que precisam ser considerados. Desse modo, a cultura de feedback precisa de ajustes, pois o contato digital exige maiores cuidados do que aquele feito pessoalmente.

Os feedbacks precisam ser francos e construtivos. Assim, a avaliação de desempenho deve ser realizada com cuidado, sobretudo no home office. Por isso, confira 6 boas práticas para realizar a avaliação de desempenho remota na sua empresa.

1. Definir os fatores da avaliação de desempenho

No momento de construir a avaliação de desempenho remota podem surgir muitas dúvidas. Afinal, como e o que avaliar no trabalho em home office? Para começar, é preciso estruturar os processos e identificar maneiras de facilitar as avaliações à distância.

Dessa forma, é preciso conhecer a fundo a cultura da empresa, seus valores e objetivos. Isso dará um bom um embasamento para começar a estruturar e definir os fatores de avaliação. Antes de tudo, para garantir a performance da equipe é preciso contar com uma boa liderança.

Assim, com base nas habilidades e competências de cada colaborador é possível fazer uma avaliação justa, apesar da distância. Por isso, veja alguns fatores que podem ser utilizados para avaliar o trabalho remoto:

  • comunicação com a equipe e entrega de informações;
  • comprometimento com a cultura da empresa e as normas estabelecidas;
  • entrega de resultados;
  • comportamento individual;
  • habilidades (proatividade, autogestão, inteligência emocional e outros);
  • engajamento nas atividades e tarefas;
  • cumprimento de prazos.

2. Ter padrões e protocolos para seguir durante a gestão remota

Os protocolos são fundamentais para que todos os colaboradores entendam a fundo sobre quem é a empresa, bem como sua visão e valores. Além disso, eles são importantes para manter o trabalho em equipe alinhado, assim como estabelece comportamentos padrões para a organização.

Nesse contexto, para que todos sejam avaliados conforme suas entregas e comportamentos é preciso ter um padrão comparativo. Portanto, os protocolos são os padrões que servem como guia para fazer as avaliações. Do mesmo modo, se acontecerem conflitos ou dificuldades, os comportamentos os modelos serão utilizados como base para solucionar tais questões.

De forma mais prática, os protocolos são como instruções para os colaboradores e facilitam o diálogo entre RH, gestores e colaboradores. Assim, também deve haver padrões para a gestão remota.

3. Traçar objetivos

Para alcançar os resultados desejados dentro de uma empresa, tudo deve começar o planejamento e a definição de objetivos. São os propósitos que norteiam todas as ações dentro da organização, inclusive no trabalho remoto.

Chegar até o objetivo que foi definido exige um trabalho árduo. Não basta saber onde chegar, é preciso especificar o passo a passo para atingir as metas especificadas. Assim, é fundamental identificar quem realizará cada etapa, os métodos que serão usados e outros detalhes. Dessa maneira, no momento da avaliação de desempenho será mais fácil saber por onde começar.

Para fazer as avaliações, não é somente realizar uma comparação do objetivo inicial e se ele foi alcançado. Todo o trajeto de execução das tarefas são importantes.

4. Escolher os tipos de avaliações

Em um planejamento para avaliar o desempenho, sobretudo de forma remota, a escolha dos tipos de avaliações que serão aplicados é determinante para ter resultados mais claros. Para isso existem os seguintes tipos de avaliação:

  • autoavaliação: como o próprio nome diz, na autoavaliação cada colaborador pode fazer uma análise sobre si e seu desempenho de acordo com as perguntas presentes em um questionário;
  • avaliação direta: esse é um dos modelos de avaliação mais comuns, em que o gestor e o RH fazem a análise de cada colaborador e também dos resultados em equipe, abordando pontos positivos ou negativos;
  • avaliação conjunta: esse é um método de avaliação de duas mãos, em que a gestão avalia os colaboradores mas também é avaliada, sendo mais flexível e investindo no diálogo para melhorar os resultados.

5. Formular um questionário

A realização das avaliações de desempenho precisam algo que sirva como um mapa e, dessa forma, oriente os gestores, colaboradores e o setor de RH. Nesse sentido, a formulação de questionários personalizados são o jeito certo para ter uma espécie de diálogo com os colaboradores. Portanto, com a elaboração de questionários é possível construir um modelo de avaliação remota de desempenho mais eficiente.

Para isso, há dois cenários que podem ser utilizados. O primeiro conta com avaliações mais estruturadas que contam com questionários mais estratégicos, abordando o que o RH precisa saber. Diante disso, essas questões podem ser aplicadas, em média, de 3 em 3 meses, pois nesse período se consegue observar o progresso gradativo dos colaboradores.

Já o segundo é mais consistente e pode ser feito com mais frequência, até mesmo em tempo real. Nesses questionários, o RH define os comportamentos e valores mais adequados de acordo com o perfil da empresa. Assim, os funcionários respondem e se tomam decisões com base nessas respostas.

6. Passar feedbacks claros

O feedback deve fazer parte da cultura das empresas, pois é um valor construtivo que auxilia para que se tenha resultados mais satisfatórios. No entanto, o RH deve ter cuidados para avaliar e comunicar tanto os aspectos positivos quanto os negativos durante a gestão remota. Nesse sentido, é necessário formular a mensagem de forma clara para não haver nenhum mal entendido.

Assim como em feedbacks presenciais, os feitos remotamente precisam ser realizados de forma individual. A privacidade é um ponto essencial para que o colaborador não fique constrangido e absorva o que foi repassado. Afinal, o RH faz isso pensando no crescimento pessoal dos funcionários e também nas metas da empresa. Portanto, a avaliação de performance em home office deve ser adaptada para essa realidade.

Após fazer a avaliação de desempenho dos colaboradores, o feedback também deve ser realizado de forma remota. Portanto, é fundamental tomar cuidado em como falar e escolher as palavras certas para, desse modo, evitar qualquer tipo de mal entendido. Assim, a gestão de pessoas consegue extrair o melhor dos funcionários mesmo em home office.

Agora que você entende como fazer avaliações de forma remota, aproveite e se inscreva na nossa newsletter para que você receba mais conteúdos como este no seu e-mail!

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#VeeNaMídia: As transformações no mundo corporativo causadas pelo Home Office

Tempo de leitura: 3 min
Vee na mídia: Raphael Machioni conversa com a Veja sobre o Home Office

A pandemia transformou a forma como enxergamos o mundo corporativo e interagimos com o mercado de trabalho. De forma praticamente brusca tivemos que nos adaptar ao estilo Home Office, antes discutido apenas por empresas consideradas “liberais e visionárias”. E esse foi o tema da reportagem da Revista Veja – “As transformações no mundo do trabalho depois da pandemia” – que teve a participação do CEO da Vee, Raphael Machioni.

Clique aqui e não deixe de ler a matéria na íntegra. 

“Novo” estilo de trabalho, Home Office gerou produtividade

Segundo o IBGE, apenas 3,8 milhões de brasileiros já trabalhavam em regime remoto. O número pode parecer alto, porém, vale lembrar que a estimativa é que existam mais de 105 milhões de brasileiros economicamente ativos. Ou seja, pouco mais de 3% dos trabalhadores do nosso país já teve alguma experiência com escritório em casa.

O contingente era pequeno, porém, da noite para o dia, pessoas que nunca imaginaram trabalhar de suas casas tiveram que adaptar seus lares para criar ambientes de trabalho. O número de pessoas em home office neste momento, de acordo com um novo levantamento, é de 6 em cada 10 brasileiros que trabalham.

Toda novidade traz um pouco de incertezas, e com o home office não foi diferente. Entretanto, o que antes era desconfiança agora virou oportunidade de mudanças positivas.

As empresas que antes eram relutantes com a adoção do trabalho remoto agora parecem mais receptivas com essa ideia. Existe uma estimativa de crescimento de 30% no regime home office pós-pandemia.

A reportagem criada pela Veja mostrou que o Home Office, apesar de ter sido implementado às pressas em muitas empresas, gerou um saldo muito positivo, aumentando ainda mais a produvitidade entre os colaboradores.

“Todas as empresas consultadas pela reportagem afirmaram que estão plenamente satisfeitas com o desempenho de seu pessoal durante a pandemia e que, mesmo a distância, a produtividade aumentou”.

Flexibilidade no trabalho faz a diferença

Para os colaboradores, por sua vez, os impactos do home office não são financeiros, mas sim, socioemocionais.

Veja alguns dados:

  1. 98% dos trabalhadores desejam, pelo menos uma vez na semana, trabalhar remotamente até o fim de suas carreiras;
  2. 49% dos brasileiros empregados e 55% dos desempregados apontaram que gostariam de trabalhar em regime remoto;
  3. 71% dos funcionários em home office declararam estar mais felizes com a rotina;
  4. Desde o início da pandemia, 78% dos brasileiros em regime de home office se declararam mais produtivos.

Esses números demonstram que o home office chegou para ser uma opção valiosa para as empresas que pretender dar uma dinâmica mais moderna para as relações de trabalho e a rotina das pessoas.

Além disso, Raphael Machioni, o CEO da Vee Benefícios, apontou como a flexibilidade é importante e ajudou na hora de implementar o regime remoto.

“Estando mais em casa, o colaborador deve ter maior autonomia e flexibilidade”, afirmou para o portal on-line. “Ele pode, por exemplo, trocar o vale-transporte por um auxílio home office.” 

Deixe a flexibilidade por conta da Vee Benefícios!

A Vee oferece o mais completo mix de benefícios flexíveis do mercado. Portanto, quando o assunto for novas formas de oferecer benefícios de trabalho para os funcionários, não se esqueça da Vee!

Nossos planos permitem uso flexível de benefícios, para o colaborador usar o valor recebido da maneira que ele quiser além de convênios para compras, clube de descontos e planos mais baratos para atividades de bem-estar.

Acesse nosso site e descubra como a Vee pode operacionalizar a mudança dos benefícios oferecidos aos colaboradores e, com isso, ampliar o engajamento deles em um momento tão importante.

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Dicas para potencializar o home office e manter a produtividade de sua equipe em alta

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dicas para aprimorar a produtividade durante o home office

Home office, ou seja, trabalhar em casa, é um assunto que sempre rende debate no ambiente corporativo. Vista como medida inovadora por algumas companhias, a prática tornou-se essencial com a pandemia do coronavírus (COVID-19) em todo o mundo. Afinal, o necessário isolamento exige que as pessoas fiquem em casa para evitar aglomerações, como acontece no ambiente de trabalho. Contudo, isso não precisa ser preocupação para os gestores. Com planejamento e as ferramentas certas, é possível manter – e até elevar – a produtividade de sua equipe no dia a dia. Confira como: 

1 – Escolha equipamentos/soluções comuns a todo colaborador

De um modo geral, para o home office basta ter um computador com acesso à internet para realizar as tarefas virtualmente. Contudo, é preciso mais para manter a produtividade em dia. Deixar o smartphone próximo e usar fones de ouvido para eventuais reuniões virtuais (a fim de reduzir barulhos externos) são recomendados. Além disso, peça ao colaborador para adaptar um espaço na casa, com mesa e cadeira confortável. Por fim, indique os aplicativos e soluções que ele precisa ter para desempenhar suas atribuições

2 – Estabeleça uma rotina de trabalho e planeje seu dia 

O trabalho pode ter mudado de ambiente, mas segue com o mesmo objetivo: realizar todas as tarefas da melhor forma possível. Dessa forma, auxilie o colaborador a estabelecer uma rotina de trabalho para que ele evite distrações e não misture os afazeres domésticos com as obrigações da empresa. Fazer listas no fim do expediente com os tópicos que precisam ser desenvolvidos no dia seguinte é uma boa dica. Além disso, estimule a criação de um horário adequado para isso. Não que seja preciso trabalhar oito horas por dia (no caso de a pessoa conseguir render mais no ambiente doméstico), mas para garantir que os horários não se desregulem, com pessoas trabalhando de manhã e outras no fim da noite, por exemplo. 

3 – Realize reuniões virtuais com a equipe

Com cada um trabalhando de casa, aquele contato diário que todos tinham no escritório está desfeito. Assim, para manter todos alinhados nos processos, o recomendável é ter uma rotina de conversas entre os profissionais e gestores para garantir o andamento de todos os projetos e tarefas. Situações rotineiras, por exemplo, podem ser discutidas via aplicativos de mensagens ou até por e-mail. Assuntos mais importantes, por sua vez, devem ser tratados por videoconferência para estimular a troca de ideias entre várias pessoas. 

4 – Valorize a confiança e transparência entre os colaboradores

O home office, para dar certo e ter produtividade, precisa ter transparência e confiança entre os gestores e os colaboradores – afinal, cada um estará em um lugar e não há formas de verificar exatamente como eles estão trabalhando. Assim, aproveite a rotina de conversa para passar uma visão geral da empresa, o andamento de todos os processos, as tarefas executadas até o momento e o que ainda resta. Outra tática é não ficar incomodando o colaborador com frequência em diferentes canais de comunicação. Deixe-o trabalhar em seu próprio ritmo e acompanhe de longe ou por meio de aplicativos de gestão se a empresa tiver esse hábito. Caso contrário, ele se sentirá sufocado e com pouco ânimo para as tarefas. 

5 – Compartilhe mais, delegue menos 

Esta situação com a pandemia de coronavírus é ruim, sem dúvida, mas pode representar uma oportunidade para a organização adotar novos hábitos e proporcionar melhores condições de serviço a seus funcionários. O home office naturalmente estimula a troca de conhecimento entre os profissionais e o ato de compartilhar, seja dicas, seja contatos ou ferramentas. Que tal levar esse clima para a rotina da empresa quando tudo voltar ao normal? Em vez de delegar e esperar que todos façam seu trabalho, engaje os colaboradores em atividades que desenvolvem o espírito coletivo.  

6 – Continue com o programa de vantagens 

Muitos gestores pensam que home office já é uma vantagem para o colaborador e, portanto, não é preciso valorizá-lo mais. Esse é um equívoco grande. Se o escritório tinha por hábito fazer coffee-break ou happy hour com os colaboradores, a prática pode continuar de forma virtual, com paradas no expediente para que todos possam descansar. Além disso, adotar benefícios flexíveis é uma excelente dica neste momento em que todos estão em casa, além de incentivar a produtividade dos funcionários. Afinal, um único cartão o colaborador pode utilizar em uma ampla rede, incluindo refeições, farmácias, supermercado, entre outros.   

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22 benefícios inacreditáveis que você não sabia que pode oferecer ao seu colaborador gastando pouco

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Oferecer benefícios para o colaborador para os colaboradores é algo cada dia mais necessário e pode ser um grande desafio corporativo. E você sabe que existem benefícios inacreditáveis que você pode oferecer ao seu colaborador e o melhor, gastando pouco?!

Empresas que se preocupam com seu desempenho sabem que o time representa um importante ativo no negócio. Ele é o motor que gera os resultados e não à toa cada vez mais falamos em Employee Experience.  

Além de proporcionar flexibilidade nas escolhas do seu colaborador para que ele tenha uma qualidade de vida melhor, o que acha de mais oportunidades para ele economizar de formas simples e assim potencializar seu salário?

Essa é a nossa proposta! Com a Vee, o seu colaborador tem direito a usar seus benefícios da melhor maneira.

A Vee tem um aplicativo, o qual você tem acesso a todos os seus benefícios, você pode consultar seu saldo. Além disso, o app Vee Pay ainda permite pagamento de boletos e acesso a uma rede exclusiva de parceiros.

Em nossa carteira Vee, oferecemos condições especiais em academias, plataforma para cuidar da sua saúde emocional, descontos exclusivos, pacote de viagens, entre muitos outros. E o melhor é que o seu colaborador que escolhe quais benefícios são mais relevantes a ele e como ele pretende usá-los. Ou seja: ele usa o seu dinheiro como preferir!

O seu RH também não precisa se preocupar com gastos extras, já que é possível utilizar o mesmo valor que antes era oferecido, mas agora em uma gestão flexível – em todos os aspectos.  Temos um post sobre como você pode descomplicar a forma dos seus colaboradores usarem benefícios!

22 coisas que você não sabia que podia fazer com o seu benefício

Confira a lista:

1.Inglês é essencial

Seu colaborador tem acesso a descontos exclusivos em escolas de inglês como o CNA. Não dá para perder, né?

2. Hmm… bateu uma fome!

A grana apertou e a fome também? Que tal ir na Benjamin padaria com desconto? Ou se preferir algo mais requintado, um prato cortesia no Rubaiyat da Faria Lima pode cair bem.

3.Fã de hambúrguer?

Para os apaixonados por clássico, é claro que temos as melhores condições com os melhores restaurantes. Stunt Burger, The Fifties são alguns deles que oferecem até 30% de desconto para você e mais um acompanhante. 

4.Pague seus boletos com facilidade!

Com nosso o Vee App Pay pagar seus boletos nunca foi tão fácil. É tudo feito pelo próprio aplicativo, visando sua comodidade e poupando seu tempo.

5.Preze pela sua saúde emocional com a Zenklub

Dar prioridade para nosso psicológico é de extrema importância, e com um parceiro como a Zenklub, nossos parceiros e colaboradores têm acesso a uma plataforma especializada em saúde emocional. Demais, né?

6. Jansport com preços inacreditáveis

Consegue acreditar conseguir comprar aquela mochila desejada por até 70% menos?

7. Casa nova, dinheiro no bolso

Todo mundo sabe que comprar eletrodomésticos e utensílios para casa pode ser uma grande despesa. Não se você tiver esses benefícios! A Ponto frio e a Casas Bahias oferecem descontos únicos. Não deixe de conferir.

8.Roupa manchou?

Calma, a gente tem a solução! Com desconto, você pode ir até a 5asec mais próxima e resolver seu problema.

9.Electrolux com 50%!

Não tem muito o que escrever… somente sentir.

10.Estudar nunca é demais

Está sonhando com a pós ou pensando em fazer cursos livres? A NewValue tem parceria com as melhores instituições de ensinos, como a ESPM, FAAP, FAM, FGV, Uninove, entre outras, que com certeza se encaixará no perfil procurado.

11.A moda é para todos

Renner, Marisa e até mesmo marcas de luxo como a coach estão entre os parceiros. Tudo para que o colaborador tenha mais liberdade nas suas escolhas.

12. Kipling a preço de banana!

A marca já tem um macaco de mascote, nada mais justo que os preços também serem de banana, não é mesmo? Por isso disponibilizamos 80% de desconto.

13.Seu pet merece o melhor

É claro que não podemos deixar de lado a saúde e bem-estar do seu melhor amigo e companheiro de todas as horas. Pensando nisso, a NewValue fechou parceria com a Cobasi e as melhores clínicas veterinárias.

14.  Sapatos novos sem pisar no calo

Precisa de tênis de corridas, salto ou algo mais específico? conta com o apoio da Zattini e Netshoes para que você tenha acesso aos melhores descontos.

15.Beleza com desconto

Cabelos hidratados, corte em dia, tudo isso no Jacques Janine ou Studio W com desconto, já pensou?! Benefícios que só com a Vee a New Value você disponibiliza para seus colaboradores.

16.  Para deixar a Gracyanne Barbosa orgulhosa!

Malhar pode ser muito mais barato com a NewValue. Smartfit pela metade do preço, Bioritmo com descontos imperdíveis entre muitas outras academias famosas por São Paulo e pelo Brasil.

17. Descanso merecido

Na hora de viajar, nada melhor do economizar. Por isso temos parceria com empresas de aluguel de carro como a Movida, compra de passagens aéreas como a Decolar e até mesmo descontos exclusivos na hora de trocar moeda. 

18.Fome de pizza?

Lógico que tem pizza com desconto! A Domino’s não poderia estar de fora entre os parceiros da NewValue, assim como a Fornearia San Paolo. Tem para todos os gostos e bolsos.

19.Até depilação?

Sim! Inovação é a palavra chave. A Giolaser oferece nada menos do que 50% de desconto no pacote de depilação a laser para seus clientes. 

20.Suave ou seco?

Para os amantes de vinho, Evino liberou até R$40 de desconto na primeira conta para os clientes NewValue.

21.Praticidade, economia e saúde

A preparação de alimentos, como marmitas para levar ao trabalho, pode consumir um tempo indesejado do colaborador e atrapalhar sua rotina. Que tal juntar a praticidade com preço justo e ainda por cima levar um alimento saudável para casa? Com parceiros como a LivUp e Bon Nutrição Inteligente isso é possível.

22.Beleza com descontos exclusivos

Produtos de beleza ou até mesmo presentes para especiais da L’Occitane Au Brésil, Boticário, Click Beleza são alguns benefícios disponíveis para melhorar a qualidade de vida e relacionamento de seus colaboradores. 

Quer oferecer tudo isso pros seus colaboradores sem pagar nada mais por isso? Então entre em contato com a Vee Benefícios: https://vee.digital/contato

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Empreendedorismo e RH na pandemia com Cris Arcangeli e Edu Gouveia – Melhores Momentos

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Livee com Cris Arcangeli

Como será a liderança no novo normal? O que acontece com o Empreendedorismo , gestão de pessoas e RH na pandemia?

Esse foi o tema do debate desta quarta-feira, 16, entre a empreendedora, investidora, CEO da beauty´in e “tubarão” no programa Shark Tank Brasil, da Sony,  Cristina Arcangeli e Edu Gouveia, conselheiro da Vee, especialista em loyalty, meios de pagamento e benefícios . A mediação foi de Raphael Machioni, CEO da Vee.

Reveja a liVEE com Cris Arcangeli e Edu Gouveia

Como será a gestão de colaboradores no “novo normal”?

Cris Arcangeli compartilhou sua experiência com crises e disse ter se mantido serena.

Esse é um momento de grandes transformações. Eu já passei por grandes crises na minha vida, então isso não é uma coisa que grande me assusta”, contou. Eu sei que o pessoal de 30 anos ainda não viu crises, porque nos últimos 20 anos tivemos anos bastantes estáveis pertos dos anos que eu vi, no meu começo como empreendedora. Então hoje, eu sei, que com a crise, mais oportunidade vem também. Quando surgem dores, novas oportunidades para trazer soluções.”

E ela completou:

“Como líder, a minha posição, foi o momento de compartilhar essa paz, um pouco de calma. Estudar nosso mercado e ver as transformações que vieram com este impacto”.

O conselheiro da VEE Edu Gouveia revelou que, apesar da crise, sentiu um momento de muito acolhimento e empatia entre as pessoas.

“Nunca passei por uma crise com uma extensão tão forte como essa, de ‘jogar’ todo mundo em casa, lockdown. Mas foi um momento muito rico também, de empatia, de acolhimento”, contou Edu, ex-CEO de Livelo, Alelo, e Multiplus, entre outras. “A tempestade é igual para todo mundo, mas a gente está em barcos diferentes. Pessoas sofrendo mais ou menos. Então foi a hora de tratar cada um individualmente. O líder chegar perto, fazer o ritual de proximidade. Tem muita gente sofrendo. O papel do líder agora é de empatia, de acolhimento, de entender, de chegar perto”.

A importância do digital e da tecnologia

Cris Arcangeli também mostrou o seu ponto de vista sobre a mudança às pressas para o digital e o trabalho remoto. Ela aproveitou para explicar qual é, na sua opinião, o grande problema que enfrenta no Brasil.

“Foi uma transformação desde quando decidi que não ia voltar para o varejo e iria focar mesmo no digital. Eu tive o primeiro produto físico vendido no Hotmart, as pessoas ainda não tinham esse costume na época. E isso surgiu mais apressadamente na quarentena. Mas acredito que as pessoas aprenderam a usar e entenderam a lidar com isso. Mas o grande problema é que no Brasil a gente tem um problema muito grave com logística. O maior desafio agora é a distribuição.” 

Edu Gouveia também afirmou que o consumidor atual está muito exigente e que as tecnologias estão trazendo um senso de urgência muito maior.

“O mercado também está muito exigente. Se um produto demora um ou dias para chegar, parece que ele está demorando muito. O celular trouxe um senso de urgência muito grande. Tudo precisa ser para agora e a gente teve que lidar com essa impaciência durante a pandemia, contratar e treinar funcionários para lidar com isso durante a crise.”

Como lidar com tantas mudanças no trabalho?

Edu Gouveia afirmou que a flexibilidade foi essencial para o RH na pandemia e será também para a readaptação futura.

“A readaptação vai ser voltar ao escritório. Não vai ser igual ao modelo antigo, haverá novas regras. E eu acredito muito no equilíbrio.” Ele explicou: “Neste momento, por exemplo, estou em Recife, e estou trabalhando como se estivesse em São Paulo. Então essa flexibilidade faz com que os talentos sejam não mais locais, mas globais. As fronteiras caíram.”

Já Cristina Arcangeli, mostrou preocupação com as mudanças drásticas e disse que é preciso ter cautela na hora de tomar decisões importantes.

“Eu me preocupo um pouco, porque acredito que acho que não dá para ser 100% online. Acho muito cedo, uma atitude muito drástica para poucos meses dessas experiência, porque está todo mundo em casa obrigatoriamente, então está funcionando ‘na marra’. A gente deveria esperar um pouco tudo voltar para tomar essas medidas definitivamente.” 

A nova era do RH na pandemia

O conselheiro da VEE, Edu Gouveia, contou como foi o início da pandemia e que agora é necessário mirar na retomada.

“A gente teve momento de muito choque no começo, quando foi decretado o lockdown. Tiveram várias empresas em que tenho atuação que estavam mais preparadas e outro bem menos preparadas. Tivemos que cuidar das pessoas, não somente com notebooks, mas da saúde mental. Mas outro cuidado foi com as próprias empresas, olhar o caixa, se preparar para o pior. Cuidamos da cadeia de suprimentos, desde o fornecedor. E agora, estamos mirando na retomada.”

Edu completou:

“Empresas que tinham culturas bem definidas se saíram muito bem. Tenho certeza que a empresa da Cris foi uma delas, porque ela tem uma liderança muito forte. Outras empresas que estavam com culturas mais largadas sofreram um pouco mais.” 

O que o RH pode fazer para ajudar os colaboradores agora mesmo?

Edu Gouveia é taxativo sobre como deve agir o RH na pandemia (e depois dela).

“O conselho agora é: cuide da saúde mental da turma. Tem muita gente trabalhando em apartamento pequeno, sem sair de casa a meses. Isso é muito importante”.

Cris Arcangeli afirmou que foi uma época de sair da zona de conforto de novos descobrimentos:

“Existem mercados que foram muitos desafiados, como o turismo, festas, etc. Mas todo mundo saiu da zona de conforto. Foi época de testar. No fundo, essa quarentena e essa mudança toda, com todo esse sofrimento, trouxe muitos descobrimentos e adaptações. Foi uma oportunidade que nós tivemos para exercitar muitas coisas.”

Cuidado com os colaboradores

Cris finalizou o bate papo afirmando a importância de cuidar de pequenos e médios empreendedores e quais foram sua ações durante a crise.

“Essa pandemia trouxe uma coisa bastante impactante, no meu ponto de vista, pois ela escancarou as diferenças sociais. Então quando você vê uma classe que se isolou em praias, fazendas, como se o mundo tivesse acabado, ainda existem pessoas que precisam pagar suas contas e precisam sair no dia a dia. Então, eu desde o começo da quarentena me coloquei para ajudar os pequenos e médios empreendedores, porque me solidarizei com essa situação, acho que foi muito pouco tratado, mesmo com todas as linhas de créditos liberadas.” 

Edu completou a fala de Cris, reafirmando que, mais do que nunca, o RH e a liderança devem andar juntos, para que os funcionários possam usufruir de um líder empático.

“Eu vejo o papel da liderança e do RH com uma proximidade muito grande. É importante entender a especificidade de cada um. A gente está tendo um problema muito sério de saúde mental agora, as pessoas estão estressadas e a gente tem que respeitar isso. O papel do líder e do RH é de empatia, de entender o funcionário e se aproximar dele.” 

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Eu tenho direito ao Vale Refeição no Home Office? Como funcionam os benefícios corporativos no trabalho remoto

Tempo de leitura: 4 min
Tire todas as suas dúvidas sobre a concessão de benefícios corporativos no período trabalhado em Home Office.

O isolamento usado como medida para controlar o contágio do coronavírus fez com que as empresas adotassem o home office para manter as atividades e proteger os colaboradores. Contudo, é importante pensar: como fica o pagamento dos benefícios corporativos durante o período? “Eu ainda tenho direito a Vale Refeição no home office?”

Essas dúvidas afetaram o RH e os funcionários. As empresas precisaram cortar custos e os colaboradores não queriam ter seus benefícios reduzidos.

Neste post, vamos falar um pouco sobre como funcionam as ofertas de benefícios no trabalho remoto e esclarecer as principais dúvidas. Quer saber mais sobre o assunto? Leia até o fim!

Guia de gestão de benefícios para empresas

O trabalho remoto é legal?

Sim. O trabalho remoto ou Home Office é legal e, neste momento de pandemia, mais do que isso: ele é questão de saúde pública.

Colaborar com a empresa sem precisar ir ao escritório já tinha sido apontada como uma importante tendência de RH, por proporcionar mais flexibilidade, melhor qualidade de vida e mais tempo de convivência com a família.

Algumas organizações já adotavam essa estrutura, mesmo que a passos lentos, tentando entender como seria essa adaptação. A estrutura de trabalho à distância já tinha sofrido regulamentações durante a reforma trabalhista, pela Lei n° 13.467/2017.

Com a chegada do COVID-19, esse processo foi acelerado, obrigando as empresas a adotarem o home office para não paralisarem totalmente as atividades. Trata-se de uma medida de prevenção que prioriza a saúde dos funcionários e que ajuda a conter o índice de contaminação.

No Brasil, foi criada a Lei n°13.979/2020 com medidas de saúde pública para lidar com esse período crítico. Várias organizações aproveitam a experiência para entender melhor o processo e adotar o trabalho remoto como regime, até mesmo pós-isolamento.

Quem trabalha em home office tem direito a vale refeição?

Essa é uma resposta complexa. Alguns advogados entendem que graças às Convenções Coletivas de Trabalho, uma vez que o benefício foi concedido não pode ser cancelado. Essa decisão implicaria em uma alteração no contrato prejudicial ao funcionário, ferindo o artigo 468 da CLT. Portanto, o direito ao vale-refeição em home office é tema de muita discussão.

O trabalho remoto dá direito ao vale-transporte?

Não. O vale-transporte é um benefício que prevê a cobertura de gastos do deslocamento do colaborador para a empresa. Como o trabalho é feito de casa, não há esse custo e, portanto, não tem por que manter o benefício. Os pagamentos devem ser retomados assim que as atividades forem presenciais na empresa, de acordo com os dias trabalhados, assim como era feito antes da pandemia.

Se os créditos já foram pagos e logo depois houve a adoção do sistema remoto, a empresa pode usar os créditos restantes. Vamos citar um exemplo para melhorar a compreensão: foram creditados 20 dias de transporte, porém, trabalhados apenas 10 dias e no restante do mês os funcionários atuaram de casa.

Quando a presença na empresa for reestabelecida, a empresa pode considerar esses 10 dias a mais já pagos e fazer o crédito apenas do valor para completar o total do mês.

A empresa deve pagar o Auxílio Home Office?

A transição do trabalho alocado para o home office em muitas empresas foi uma medida emergencial e de surpresa. Na prática, muitos dos funcionários não tinham a infraestrutura necessária para realizar os trabalhos.

A MP 927 prevê que o empregador poderá fornecer os equipamentos em regime de comodato para que o colaborador consiga realizar as atividades. Para auxiliar ainda mais, a organização também pode pagar pelos serviços de infraestrutura, embora esse valor não seja contabilizado como verba de natureza salarial.

Ou seja, é interessante que a empresa faça o pagamento de auxílio para cobrir os gastos do trabalho em casa, o auxílio home office, para que o profissional tenha condições plenas de exercer as atividades. Trata-se de uma manobra interessante para ambos, mas que deve ser registrada por meio de uma política interna clara, em um aditivo ao contrato de trabalho.

A empresa pode mudar o vale refeição para vale alimentação durante o período de trabalho à distância?

Novamente, levamos para a discussão a questão do pagamento diante de acordo com o sindicato ou em coletiva com os trabalhadores. Se o pagamento do benefício foi acordado dentro desses parâmetros, não é possível reduzi-los nem substituir um pelo outro.

O vale refeição e vale alimentação são dois benefícios diferentes: o refeição é usado em restaurantes e padarias, enquanto o alimentação serve para compras em supermercados, ou seja, o mantimento deve ser preparado. Caso a empresa decida trocar ou cancelar qualquer um desses pagamentos, para que não haja problemas com a legislação, vale a pena consultar um advogado ou o sindicato da categoria para esclarecer dúvidas.

Como fica o pagamento de outros benefícios?

Algumas empresas pagam benefícios além dos previstos por lei, no intuito de oferecer melhor qualidade de vida e estimular a motivação dos colaboradores. O convênio médico é uma ajuda muito importante, principalmente em tempos de pandemia. Embora não seja obrigatório, algumas leis regulam a manutenção desse benefício, que deve ser mantido mesmo com o trabalho à distância. O auxílio-creche é outra oferta que não pode ser cortada.

Outro benefício que entra em pauta é o vale-cultura, que também deve ser mantido pela empresa. Vale lembrar de que atividades de entretenimento são importantes para a saúde emocional dos colaboradores. Mesmo com os estabelecimentos fechados, eles podem continuar a exercitar isso comprando filmes e livros para serem consumidos em casa.

Neste post, apresentamos as principais dúvidas em relação ao pagamento de benefícios corporativos para funcionários que estão trabalhando em casa. Essas informações são importantes para que a empresa se mantenha dentro do previsto em lei e possa estruturar pacotes pensando na adoção desse sistema nos próximos anos. Lembre-se de que a qualidade de relacionamento com os colaboradores deve continuar mesmo quando o trabalho é feito à distância.

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Os aspectos legais da pandemia de coronavírus para empresas

Tempo de leitura: 5 min
Como lidar com os aspectos legais que mudaram as relações trabalhistas em meio à pandemia do novo coronavírus.

Com a COVID-19, é fato que o mundo mudou em diversos aspectos, na vida pessoal e profissional das pessoas e com grandes impactos na vida das pessoas e das corporações. Com isso, muitos novos assuntos estão vindo à tona nas empresas, entre eles os aspectos legais da pandemia e como lidar com as mudanças que ela traz.

Pensando nesse momento em que muitos estão encarando a gestão remota e o home office pela primeira vez, preparamos um resumo de alguns aspectos legais, retirados da cartilha Madrona, para que as empresas possam enfrentar melhor este novo desafio e ajudá-las a passar com transparência por estes momentos.

No Brasil, foi criada uma Lei nº 13.979/2020 que prevê algumas medidas de saúde pública que devem ser tomadas referente ao COVID-19. Dentre elas, ausência no trabalho, quarentena, exames médicos e outros são considerados justificáveis no momento, não devendo haver prejuízos no trabalho. 

Ainda assim, esse cenário é muito novo para nós e não existe uma solução exata de qual é a melhor maneira de lidar com nossas relações profissionais e com o nosso negócio. Por isso, aspectos legais estão sendo buscados para estabelecer formas de como assegurar a garantia de trabalho enquanto o COVID-19 estiver circulando.

Aspectos legais para empresas durante a pandemia de COVID-19

Veja algumas saídas estabelecidas pelos órgãos jurídicos que podem ajudar nesse momento. 

Para a prevenção do vírus: 

  • Incentive medidas de higiene dos colaboradores da sua empresa, sobretudo aqueles que não podem trabalhar de casa, e aumente a limpeza do local. Promova acesso a produtos de limpeza e higiene, como álcool em gel 70%;
  • Caso alguém apresente sintomas ou suspeita da doença, é preciso que essa pessoa e todos os demais que tiveram contato com ela fiquem em quarentena por 14 dias;
  • Evite viagens desnecessárias e reuniões presenciais. Opte por fazer as tratativas via e-mail, ligações ou call;
  • Mantenha a distância mínima de 2 metros entre cada indivíduo, como recomenda a OMS.

Sobre o trabalho remoto: 

A adoção do home office (ou teletrabalho) pode ser formalizado por meio de um aditivo contratual escrito que deve indicar as regras negociadas entre empregado e empregado. Muitas empresas deixaram de atualizar suas políticas internas e isso é extremamente relevante.

  • Deve haver um acordo entre os líderes e seus colaboradores diante das organizações de como será feito o Home Office;
  • A responsabilidade das despesas com o trabalho a distância devem ser formalizadas no aditivo contratual. (Dica: com benefícios flexíveis, fica mais fácil dar o auxílio home office para seus colaboradores);
  • Recomenda-se a elaboração e formalização de um manual de política de boas práticas de home office que estabeleça, por exemplo, a existência (ou ausência) da forma do controle de jornada e os meios de comunicações oficiais durante este período.

Banco de horas relativos à pandemia de Covid-19:

Para funcionários que não puderem realizar suas atividades de maneira remota durante a pandemia, será criado um banco de horas individual.

  • Este banco de horas é complementar ao banco de horas já existente na empresa, caso ele exista.
  • A compensação das horas deste período deverá acontecer em até 18 meses (um ano e meio) a partir do fim do estado de calamidade por conta do COVID-19, previsto para ser encerrado em 30 de dezembro de 2020. Ou seja, até o fim de junho de 2022. 

Férias coletivas:

A MP 927/2020 também alterou algumas regras sobre férias individuais no período de pandemia de COVID-19.

  • É necessário apenas notificar os empregados com 48 horas de antecedência. Não há limite máximo de períodos anuais nem mínimo de dias corridos;
  • Dispensa a empresa comunicar previamente o Ministério da Economia e o sindicato representativo da categoria profissional sobre a concessão de férias coletivas.
  • Aplicável a todos os colaboradores ou a um determinado setor. Atenção: pessoas da mesma área devem gozar das férias coletivas ao mesmo tempo.

Férias individuais:

É importante prestar atenção às mudanças que a Medida Provisória 927/2020 promoveu para férias coletivas durante o período da pandemia de coronavírus. Veja as regras vigentes:

  • Possibilidade de diferimento do pagamento do terço de férias até dia 20 de dezembro de 2020, junto com a última parcela do 13˚ salário, sem necessidade da antecipação da remuneração de férias;
  • É possível conceder férias individuais ainda que o chamado período aquisitivo (12 meses de trabalho) não tenha transcorrido;
  • Prioridade de férias para integrantes dos grupos de risco.

Redução de salário e carga horária:

Prevista na Lei 14.020/2020. Uma das medidas mais adotadas pelas empresas desde o início da pandemia do novo coronavírus.

  • Empregado e empregador podem negociar a redução proporcional de jornada e salário, nos percentuais de 25%, 50% e 70%, mediante pagamento de Benefício Emergencial pelo governo, no mesmo percentual da redução aplicada, sobre o valor do seguro desemprego que esse empregado faria jus;
  • Decisão precisa ser formalizada por escrito entre as partes e notificada ao Ministério da Economia e ao sindicato.

Plano de demissão voluntária ou incentivada:

  • Em tempos de crise e corte de gastos, as empresas podem fazer um acordo com o colaborador de demissão voluntária. Em troca, ele recebe algum tipo de vantagem, como salário extra ou plano de saúde estendido;
  • A empresa deve negociar qual a melhor maneira para ambas as partes;
  • Para dispensas individuais, de grupo ou coletivas.

Mais boas práticas para empresas em tempos de pandemia de Covid-19:

Aqui, devemos pensar não a partir da lei e sim sob uma visão mais humana da situação em que estamos. Separamos alguns pontos de reflexão:

  •  Pessoas dos grupos de risco devem permanecer afastadas do trabalho presencial. O coronavírus apresenta mais risco de morte portadores de doenças crônicas como diabetes e hipertensão, asma e indivíduos acima de 60 anos e portanto essas pessoas necessitam de cuidados redobrados;
  • A área de RH está sendo fundamental para as empresas nesses tempos de gestão remota e reclusão. Talvez esse não seja o melhor período para sair de férias;
  • Muitas pessoas conseguem ser mais produtivas trabalhando de casa. Porém, cuidado com a extensão do tempo de cada um em suas atividades! Devemos ter tempo para começar e terminar o dia de trabalho, e veja se seus colaboradores não estão trabalhando mais do que deviam. 

Estamos diante de uma crise sem precedentes e para a qual nenhum de nós pode se preparar. O senso comum, a humanidade e a solidariedade são essenciais. Aliados a essas normas, eles nos auxiliam e orientam para melhor conseguirmos superar esse momento sem prejuízos de nenhum lado.  

E conte com a Vee para facilitar o desafio dos benefícios dos seus colaboradores neste período.

(Conteúdo atualizado em 08 de julho de 2020)

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Confira quais as habilidades necessárias do gestor de RH pós-pandemia

Tempo de leitura: 5 min
Veja quais habilidades serão fundamentais para o gestor de RH pós-pandemia

Estar em constante desenvolvimento e atualização é essencial para que você seja reconhecido no ambiente de trabalho, não é mesmo? Isso exige que você analise o mundo ao seu redor e a si próprio constantemente para identificar quais são as habilidades necessárias do gestor de RH que precisam ser desenvolvidas para que você se destaque.

Se essa já era uma exigência, no mundo pós-pandemia de COVID-19, isso se torna ainda mais necessário. Afinal, o contexto mudou radicalmente e o novo normal inclui trabalho home office, gestão de crise, uso da tecnologia para gestão de time remoto e atualização de conhecimentos ainda mais constante. Mas, e o gestor de RH em meio a isso tudo, como fica?

O papel do Gestor de RH depois da pandemia

Descubra agora mesmo quais são as habilidades que você, gestor de RH, precisa desenvolver para lidar com o novo normal do pós-pandemia.

Flexibilidade

Uma das coisas que a pandemia de COVID-19 trouxe para as empresas foi a prova de que tudo pode mudar a qualquer momento. Em questão de meses, as organizações e trabalhadores se viram diante de um mundo totalmente novo, o que representou uma grande crise econômica de proporções mundiais.

Portanto, uma das competências para qualquer profissional da atualidade é a flexibilidade, o que inclui o gestor de RH. Ele precisa entender quais são as novas demandas e necessidades do mundo atual e saber como alinhar isso às novas demandas dos trabalhadores da empresa, propondo ações e estratégias eficientes para manter o time produzindo e motivado.

No caso da COVID-19, por exemplo, muitos trabalhadores precisaram começar a atuar em home office. Isso trouxe as mais diversas implicações e demandas para o gestor de RH. Ele precisa, atualmente, gerenciar uma equipe remota e descobrir formas de motivar a engajar a equipe nessa modalidade de trabalho.

Uma das estratégias mais utilizadas no passado para isso sempre foi a gestão de benefícios. Porém, o formato tradicional perdeu o seu valor, uma vez que o colaborador não sai de casa e, por isso, não utiliza vale refeição ou transporte. Dessa forma, é necessário que o gestor pense em alternativas eficientes, como os benefícios flexíveis.

Atenção à saúde emocional dos colaboradores

É difícil encontrar quem não tenha sido afetado pela pandemia, tanto em termos de saúde física quanto emocional. O isolamento social, alinhado à sensação de insegurança e imprevisibilidade trouxeram uma série de problemas para os trabalhadores que mostraram a importância do cuidado com a saúde mental, seja em um momento de crise ou não.

Dessa forma, uma outra competência do gestor de RH do pós-pandemia é a capacidade de lidar e cuidar da saúde emocional dos trabalhadores da empresa. Ele precisa estudar o tema com cuidado e ética para ser capaz de identificar alguns sinais de que algo não vai bem e atuar de forma compreensiva para ajudar os colaboradores com problemas.

Isso não significa que ele deva fazer o diagnóstico, mas entender quando algum funcionário precisa de ajuda profissional. Além disso, é essencial também investir em atitudes preventivas, que preservem a saúde emocional dos trabalhadores.

Gestão de time remoto

Se o trabalho remoto já era uma tendência antes da pandemia de COVID-19, no período pós-quarentena ele pode se tornar, inclusive, uma regra em um grande número de empresas. Afinal, os trabalhadores tiveram que iniciar os seus trabalhos nessa modalidade devido à necessidade de isolamento social e, com isso, muitas organizações perceberam os benefícios dessa modalidade. Dessa forma, mesmo com a volta das atividades “normais”, pode ser que o trabalho remoto seja adotado nas organizações.

Com isso, o gestor de RH precisa entender qual a melhor forma de fazer o gerenciamento do time em home office. Isso vai além da gestão do time de RH. Esse profissional precisa desenvolver a habilidade de criar e implementar estratégias de monitoramento de desempenho, motivação e benefícios para todos os trabalhadores da empresa, mesmo que eles estejam atuando de forma remota.

Capacidade de utilizar a tecnologia

Outra tendência que já vinha crescendo antes da pandemia e, nesse momento, ganhou centralidade nas empresas é a tecnologia. A pandemia de COVID-19 fez com que as organizações precisassem investir em software de comunicação e gestão de time online e, inclusive, mudar a forma de vender seus produtos e serviços e de entrar em contato com os clientes.

Dessa forma, o gestor de RH precisa estar atento a essas novas ferramentas e ser capaz de utilizá-las. O bom gestor deve ir, inclusive, além do básico. É necessário que ele entenda quais são as tecnologias e inovações disponíveis no mercado, os benefícios e funcionalidades de cada uma delas. Além disso, trabalhar com dados como o People Analytics, também pode ser um diferencial nesse momento.

Organização e disciplina

Não foram só os colaboradores da empresa que precisaram se adaptar à rotina home office. O gestor de RH também precisou sair do escritório e começar a se organizar para trabalhar dentro de casa devido à pandemia de COVID-19. Dessa forma, uma outra habilidade que será o diferencial nesse momento pós-pandemia é a de se organizar e ter a disciplina necessária para realizar as atividades de forma remota.

O gestor precisa saber como definir as suas tarefas e prioridades e se dedicar a elas, mesmo estando dentro de casa. Trabalhar em um horário pré-determinado, evitar as distrações e manter a produtividade também é essencial e tudo isso depende da capacidade de organização e da disciplina desse profissional.

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Visão 360

O RH é um setor bastante estratégico dentro da empresa, mas isso já era um fato antes da pandemia de COVID-19, não é mesmo? O que aconteceu é que, com a crise, as empresas estão percebendo a importância desse setor e a necessidade de que ele trabalhe de forma alinhada aos objetivos da organização como um todo.

Essa é a revolução da atualidade! Já aconteceram outras crises no mundo e a revolução, nos momentos anteriores, foram lideradas por outras setores, como o marketing e o supply chain. Porém, na crise do COVID-19, a centralidade é do RH. É esse setor que tomou a frente da transformação, domando as mudanças necessárias e ensinando as outras áreas a se adaptarem.

Dessa forma, o gestor de RH precisa ter uma visão 360, de forma a ser capaz de entender a organização como um todo, seu funcionamento, processos, mercado no qual está inserida e desafios atuais e futuros que ela enfrenta. As estratégias de RH precisam estar alinhadas à esses elementos de forma a contribuir para que a empresa se mantenha sustentável e alcance o sucesso.

A pandemia de COVID-19 trouxe uma série de mudanças para o mundo como um todo. As empresas passaram por transformações e os trabalhadores que estão inseridos no mercado também. Com isso, o gestor de RH precisa se atualizar para cumprir essas novas demandas que surgem na atualidade. Entender as principais competências é apenas o primeiro passo para continuar evoluindo e se destacar, comece agora mesmo e desenvolver essas habilidades, colocando em prática tudo que você aprendeu até agora!

Para entender um pouco mais sobre alguns desses elementos, leia nosso próximo artigo e descubra como a Vee está ajudando você, gestor de RH, a lidar com os desafios familiares de quem está em home office.

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Ferramentas para garantir flexibilidade e produtividade na gestão remota

Tempo de leitura: 5 min
Conheça ferramentas para a gestão remota e mantenha a produtividade da sua equipe alta.

De uma hora para outra fomos surpreendidos com grandes mudanças na rotina. As consequências do isolamento social são bem grandes, impactando não apenas o cotidiano das pessoas, mas também as empresas, que agora precisam se preocupar em descobrir ferramentas para produtividade na gestão remota do trabalho.

Sim, é isso mesmo. Agora, o desafio é coordenar os colaboradores enquanto eles trabalham fora da unidade empresarial. Um novo normal está surgindo, e nessa nova realidade estão incluídas mudanças como a adoção em massa do home office.

Isso significa novos desafios para gerenciar as operações, manter a cultura organizacional ativa e monitorar a produtividade e os resultados. Se tudo isso já é uma tarefa intensa quando feita presencialmente, imagina com todo mundo longe do escritório?

Mas não é preciso perder suas noites de sono pensando em jeitos mirabolantes de fazer esse monitoramento, basta apostar na tecnologia. 

7 ferramentas para garantir flexibilidade e produtividade na gestão remota

Para te ajudar a escolher os recursos certos, nosso time separou 7 ferramentas para gestão remota. Elas são ideais para garantir a flexibilidade do home office sem perder a qualidade e o controle presencial. 

Veja abaixo quais são essas soluções digitais.

1 – Trello

O Trello é um app de visualização de tarefas individuais e coletivas. Ele pode ser instalado no seu celular ou acessado via navegador web, e faz um acompanhamento em tempo real das demandas.

O sistema segue uma metodologia de trabalho conhecida como Kanban, que é muito utilizada por grandes empresas e por líderes empresariais de destaque. O funcionamento é bem simples, basta criar quadros (que são como post-its) e organizá-los em colunas.

Além da organização da lista de tarefas, é possível assinalar responsáveis para cada demanda, inserir datas de entrega e até mesmo carregar anexos como textos, áudios e vídeos. 

A solução é gratuita, porém, a versão paga oferece alguns recursos a mais.

2 – Asana

Asana é um sistema digital de comunicação em grupo que opera em cloud computing. Usar essa ferramenta para gestão remota de trabalho vai permitir que os colaboradores reduzam um pouco o fluxo de e-mails trocados, optando pela comunicação direta no aplicativo.

Junto com os recursos de comunicação corporativa, é possível realizar:

  • Gestão de projetos;
  • Divisão de tarefas;
  • Determinação de prazos;
  • Escolha de níveis de prioridade para cada uma das demandas inseridas.

Sua empresa pode usar o Asana sem custos, porém, para desbloquear mais features é necessário aderir a um dos planos pagos disponíveis.

3 – Slack

O Slack é uma plataforma de gerenciamento de projetos e comunicação em equipe que traz mudanças profundas para o jeito como os times e funcionários se relacionam. 

Com ele, é possível dar adeus aos grupos de WhatsApp feitos para trabalho e acabar com a mistura de sintonias entre pessoal e profissional no celular das pessoas.

O Slack vai além da comunicação e garante a organização das conversas em canais específicos e permite o compartilhamento de arquivos e o gerenciamento de projetos. 

Uma dica especial para quem trabalha na área de desenvolvimento e programação: o Slack permite a troca de códigos dentro do corpo das mensagens sem fazer alteração nenhuma nas linhas. 

Para usar a ferramenta não é preciso gastar nada. Porém, se a sua equipe for maior, será preciso adotar um dos planos pagos para comportar todos os colaboradores.

4 – G Suite

O G Suite é desenvolvido pelo Google e traz para o usuário um pack de soluções que operam em nuvem. Estão inclusos apps como Google Docs, as Planilhas Google (Sheets), Gmail e tantas outras ferramentas da Big G.

Devido à gama de recursos, o G Suite é uma das ferramentas para gestão de trabalho remoto mais completas do mercado, contando com recursos para operacionalizar as atividades e também para facilitar a comunicação.

Diferente dos demais listados até aqui, a versão de entrada do G Suite já é paga e o valor total varia de acordo com a quantidade de usuários.

5 – IDoneThis

Esta ferramenta possui recursos para gestão de projetos. Um diferencial bem interessante são os relatórios de análise de impacto que levam as mudanças feitas no dashboard como base. Com isso, todo o desenvolvimento das tarefas é analisada pelo IDoneThis.

Se você busca uma ferramenta para gestão remota de trabalho, o IDT é uma excelente alternativa para quem precisa analisar minuciosamente o desenvolvimento das demandas e a performance de cada um dos colaboradores envolvidos nos projetos.

6 – Zoom

A comunicação audiovisual é indispensável em tempos de trabalho remoto. Por isso, sua empresa não poderá abdicar de um recurso para estruturar reuniões online e videoconferências. 

O Zoom é uma ferramenta bastante popular e eficaz para essas demandas empresariais, além de permitir que sejam comportadas muitas pessoas na mesma sala de reunião sem que haja problemas de conexão e nem cobranças por isso.

A ferramenta não é 100% grátis, porém, para empresas pequenas o Zoom em sua versão free vai cair como uma luva.

Um ponto importante: quem utiliza o G Suite também tem acesso ao Google Meets, uma ferramenta de videoconferência com funcionalidade similar ao Zoom.

7 – Ahgora

A Ahgora é a solução completa para gerenciamento e execução de tarefas indispensáveis no universo empresarial, tais como:

  1. Gestão de ponto;
  2. Controle de acesso;
  3. Eficiência operacional.

Baseado em cloud computing, as ferramentas da Ahgora permitem gestão em tempo real, gerando insights importantíssimos para a gestão empresarial. Com recursos como o Ahgora Live, você pode acompanhar o trabalho de colaboradores que estão fora das unidades de um jeito bem simples e eficiente.

As ferramentas para gestão remota da Ahgora são indicadas para empresas de todos os portes, já que os sistemas são escaláveis e desenvolvidos para se adaptar à sua realidade corporativa. 

Você vai se surpreender com a facilidade de uso e qualidade analítica, o que justifica os números da empresa, que já conta com mais de 3 mil clientes espalhados por todo o Brasil. 

Monitoramento não é o único caminho da produtividade

Calma, a ideia aqui não é criar uma polêmica, mas sim complementar o tema com uma outra perspectiva. 

O trabalho remoto demanda acompanhamento para que a performance seja equivalente ao que era obtido antes da adoção do home office.  Porém, uma maneira bem inteligente de engajar os colaboradores é oferecendo a eles os benefícios certos como forma de remuneração indireta.

As pessoas querem mais do que apenas um vale transporte e seu cartão de Vale Alimentação/Vale Refeição. Mas é possível ir bem mais longe, ampliar a gama de serviços e parcerias e, com isso, melhorar a satisfação dos funcionários com os benefícios que eles recebem.

Esse é o papel da Vee Benefícios nesse desafio do engajamento à distância! Colaboradores felizes com seus salários e benefícios tendem a intensificar sua produtividade, portanto, não deixe de ponderar a adoção de benefícios mais modernos e flexíveis no ambiente de trabalho.

Quer saber mais sobre os planos da Vee? Acesse e descubra tudo o que podemos fazer para transformar os benefícios da sua empresa

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5 dados que você precisa conhecer sobre a pandemia e o novo normal para empresas

Tempo de leitura: 4 min
Pesquisas sobre o novo normal para empresas

Uma coisa é um fato: depois da pandemia de COVID-19, a nossa vida não voltará a ser a mesma e entraremos em uma nova era chamada já de o “Novo Normal”. Seguiremos, por exemplo, em distanciamento social e usando máscaras por um bom tempo, tanto na vida privada como na corporativa. Algumas empresas também já falam em tornar o home office definitivo.

Além disso, alguns hábitos adquiridos devemos levar para o resto da vida, como, por exemplo, evitar entrar em casa usando sapatos vindos da rua e higienizar todas as compras assim que chegamos do supermercado.

Afinal, o que é o novo normal?

Maria Aparecida Rhein Schirato, Doutora e Mestra pela Universidade de São Paulo, com experiência em Consultoria e Gestão de Conflitos, Modelos de Gestão, Desenvolvimento de Liderança e Treinamentos Comportamentais, definiu o novo normal assim em entrevista ao Insper.

“O novo normal, na verdade, seria a proposta de um novo padrão que possa garantir nossa sobrevivência. entraremos em um novo padrão de normalidade. Reforçando, normalidade é o padrão que me garante sobrevivência dentro de um grupo. Logo vamos nos habituar com esse kit Covid e, certamente, sentiremos falta se não o utilizarmos”.

Ou seja: o novo normal é a “nova forma de viver” à qual nos adaptaremos daqui pra frente, em todos os aspectos da nossa vida, independente de trabalharmos em setores essenciais ou não, em formato presencial ou à distância.  

E para você estar ainda mais preparado para esse novo normal nas empresas, fizemos a curadoria de dados e informações de pesquisas renomadas sobre ele e a vida durante e pós Coronavírus. 

1 – O Home Office agradou…

Por mais que a transição para o esquema de gestão remota tenha sido brusca e feita às pressas, as pessoas estão satisfeitas com ele. 

Em uma pesquisa do ISE Business School divulgada pelo Estadão, 80% dos gestores dizem que gostaram da nova maneira de trabalhar.

O mesmo estudo apontou que 90% das pessoas em cargos de liderança afirmam que o home office os levou a fortalecer e valorizar ainda mais os laços com a família. Ou seja: eles estão mais felizes.

Ao estar mais tempo em casa, as pessoas estão aprendendo a equilibrar mais o tempo entre trabalho e vida pessoal e vendo que, no final, eles não são incompatíveis assim. Acostumamo-nos a cenas antes impensadas, como filhos invadindo reuniões importantes via zoom. E tudo bem com isso. 

2 – … ele não derrubou a produtividade das pessoas…

Um dos maiores mitos sobre home office é de que ele seria considerado um momento de “folga” para os colaboradores, que não trabalhariam tão bem de casa quanto dos escritórios tradicionais. 

Baseado nisso, alguns gestores chegaram a estabelecer como regra que todos os funcionários deveriam trabalhar todo o tempo com a câmera ligada, em um esquema de vigilância total. Quase um Big Brother corporativo. 

Mas esse mito é apenas isso: um mito. Um estudo da Cia de Talentos mostrou que:

  • 63% dos estagiários; 
  • 63% dos colaboradores individuais;
  • 76% da média gestão; e 
  • 71% da alta liderança

 afirmaram que tiveram a sua produtividade preservada no trabalho realizado remotamente.

3 – … e deve se tornar definitivo

Essa é a conclusão de um estudo realizado pela consultoria Cushman & Wakefield e divulgado pela Revista Exame. 73,8% das empresas brasileiras pretendem instituir o home office de maneira definitiva, independente da reabertura da economia. Antes da pandemia, apenas 42,6% das empresas tinham políticas de trabalho remoto. 

Algumas companhias inclusive já anunciaram publicamente a decisão. É o caso, por exemplo, do Twitter, que em meados de maio anunciou para os seus colaboradores que eles seguirão com possibilidade de trabalhar em casa independentemente do fim da pandemia se assim preferirem e caso estejam em cargos que permitam o trabalho remoto.

Já a Mastercard vai permitir que os seus colaboradores decidam, individualmente, quando querem voltar ao escritório físico. Essa é uma decisão global que afeta as pessoas em todos os escritórios da empresa ao redor do mundo.

4 – As três dimensões do crescimento no pós-pandemia

As empresas vão mudar depois da pandemia e disso não restam dúvidas. Em um longo artigo, a consultoria McKinsey aponta que elas passavam um sentimento excessivamente “burocrático, insular, inflexível, devagar, complicado e mais focado em lucro do que em pessoas”.

O COVID-19 “ao mesmo tempo não mudou nada e mudou tudo isso”. As empresas foram obrigadas a endereçar imediatamente todos os problemas e a enfrentar coisas que antes elas iam constantemente adiando. 

Talvez seja cedo demais pra dizer que a pandemia mudou o foco de todas as organizações, mas elas já não serão iguais e esse mesmo artigo da McKinsey mostra o que serão as três dimensões das empresas depois da pandemia (gráfico abaixo).

5 – Os novos benefícios precisam acompanhar um novo normal

Logo no início da pandemia, empresas e colaboradores se viram com um problemão nas mãos: o que fazer com os benefícios tradicionais agora que eles não podem ser aproveitados. Por exemplo o Vale-Refeição, praticamente inutilizado com restaurantes fechados.

Os padrões de consumo mudaram muito neste período. Um estudo feito pela Vee Benefícios mostrou que os gastos em benefícios usados com internet e energia subiram 229%, com uma alta no de 189% no valor e assim atingindo um ticket médio de R$ 83. Já a utilização com cultura cresceu 300% no período, com um ticket médio subindo 97,7%. 

Por outro lado, os gastos com refeição, que costumam representar 15,78% da movimentação do cartão Vee, teve um crescimento de 6% no volume das transações e 15% no valor gasto na categoria. 

Mas, para os colaboradores poderem fazer esses ajustes nos seus próprios gastos, é preciso que a empresa tenha implementados os benefícios flexíveis. Assim como os que a Vee oferece. Além da liberdade de utilizar o seu saldo como quiser, para o que quiser, eles ainda têm acesso em condições especiais a diversos parceiros. Entre eles está a Zenklub, uma plataforma totalmente online de saúde emocional, com consultas com psicólogos, terapeutas, coaches e outros profissionais. E mais do que nunca, com todos ainda em isolamento social, a saúde emocional precisa ser discutida.

Quer saber como a Vee ajuda sua empresa na adoção dos benefícios flexíveis? Entre em contato em: https://vee.digital/contato

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