5 dados que você precisa conhecer sobre a pandemia e o novo normal para empresas

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Pesquisas sobre o novo normal para empresas

Uma coisa é um fato: depois da pandemia de COVID-19, a nossa vida não voltará a ser a mesma e entraremos em uma nova era chamada já de o “Novo Normal”. Seguiremos, por exemplo, em distanciamento social e usando máscaras por um bom tempo, tanto na vida privada como na corporativa. Algumas empresas também já falam em tornar o home office definitivo.

Além disso, alguns hábitos adquiridos devemos levar para o resto da vida, como, por exemplo, evitar entrar em casa usando sapatos vindos da rua e higienizar todas as compras assim que chegamos do supermercado.

Afinal, o que é o novo normal?

Maria Aparecida Rhein Schirato, Doutora e Mestra pela Universidade de São Paulo, com experiência em Consultoria e Gestão de Conflitos, Modelos de Gestão, Desenvolvimento de Liderança e Treinamentos Comportamentais, definiu o novo normal assim em entrevista ao Insper.

“O novo normal, na verdade, seria a proposta de um novo padrão que possa garantir nossa sobrevivência. entraremos em um novo padrão de normalidade. Reforçando, normalidade é o padrão que me garante sobrevivência dentro de um grupo. Logo vamos nos habituar com esse kit Covid e, certamente, sentiremos falta se não o utilizarmos”.

Ou seja: o novo normal é a “nova forma de viver” à qual nos adaptaremos daqui pra frente, em todos os aspectos da nossa vida, independente de trabalharmos em setores essenciais ou não, em formato presencial ou à distância.  

E para você estar ainda mais preparado para esse novo normal nas empresas, fizemos a curadoria de dados e informações de pesquisas renomadas sobre ele e a vida durante e pós Coronavírus. 

1 – O Home Office agradou…

Por mais que a transição para o esquema de gestão remota tenha sido brusca e feita às pressas, as pessoas estão satisfeitas com ele. 

Em uma pesquisa do ISE Business School divulgada pelo Estadão, 80% dos gestores dizem que gostaram da nova maneira de trabalhar.

O mesmo estudo apontou que 90% das pessoas em cargos de liderança afirmam que o home office os levou a fortalecer e valorizar ainda mais os laços com a família. Ou seja: eles estão mais felizes.

Ao estar mais tempo em casa, as pessoas estão aprendendo a equilibrar mais o tempo entre trabalho e vida pessoal e vendo que, no final, eles não são incompatíveis assim. Acostumamo-nos a cenas antes impensadas, como filhos invadindo reuniões importantes via zoom. E tudo bem com isso. 

2 – … ele não derrubou a produtividade das pessoas…

Um dos maiores mitos sobre home office é de que ele seria considerado um momento de “folga” para os colaboradores, que não trabalhariam tão bem de casa quanto dos escritórios tradicionais. 

Baseado nisso, alguns gestores chegaram a estabelecer como regra que todos os funcionários deveriam trabalhar todo o tempo com a câmera ligada, em um esquema de vigilância total. Quase um Big Brother corporativo. 

Mas esse mito é apenas isso: um mito. Um estudo da Cia de Talentos mostrou que:

  • 63% dos estagiários; 
  • 63% dos colaboradores individuais;
  • 76% da média gestão; e 
  • 71% da alta liderança

 afirmaram que tiveram a sua produtividade preservada no trabalho realizado remotamente.

3 – … e deve se tornar definitivo

Essa é a conclusão de um estudo realizado pela consultoria Cushman & Wakefield e divulgado pela Revista Exame. 73,8% das empresas brasileiras pretendem instituir o home office de maneira definitiva, independente da reabertura da economia. Antes da pandemia, apenas 42,6% das empresas tinham políticas de trabalho remoto. 

Algumas companhias inclusive já anunciaram publicamente a decisão. É o caso, por exemplo, do Twitter, que em meados de maio anunciou para os seus colaboradores que eles seguirão com possibilidade de trabalhar em casa independentemente do fim da pandemia se assim preferirem e caso estejam em cargos que permitam o trabalho remoto.

Já a Mastercard vai permitir que os seus colaboradores decidam, individualmente, quando querem voltar ao escritório físico. Essa é uma decisão global que afeta as pessoas em todos os escritórios da empresa ao redor do mundo.

4 – As três dimensões do crescimento no pós-pandemia

As empresas vão mudar depois da pandemia e disso não restam dúvidas. Em um longo artigo, a consultoria McKinsey aponta que elas passavam um sentimento excessivamente “burocrático, insular, inflexível, devagar, complicado e mais focado em lucro do que em pessoas”.

O COVID-19 “ao mesmo tempo não mudou nada e mudou tudo isso”. As empresas foram obrigadas a endereçar imediatamente todos os problemas e a enfrentar coisas que antes elas iam constantemente adiando. 

Talvez seja cedo demais pra dizer que a pandemia mudou o foco de todas as organizações, mas elas já não serão iguais e esse mesmo artigo da McKinsey mostra o que serão as três dimensões das empresas depois da pandemia (gráfico abaixo).

5 – Os novos benefícios precisam acompanhar um novo normal

Logo no início da pandemia, empresas e colaboradores se viram com um problemão nas mãos: o que fazer com os benefícios tradicionais agora que eles não podem ser aproveitados. Por exemplo o Vale-Refeição, praticamente inutilizado com restaurantes fechados.

Os padrões de consumo mudaram muito neste período. Um estudo feito pela Vee Benefícios mostrou que os gastos em benefícios usados com internet e energia subiram 229%, com uma alta no de 189% no valor e assim atingindo um ticket médio de R$ 83. Já a utilização com cultura cresceu 300% no período, com um ticket médio subindo 97,7%. 

Por outro lado, os gastos com refeição, que costumam representar 15,78% da movimentação do cartão Vee, teve um crescimento de 6% no volume das transações e 15% no valor gasto na categoria. 

Mas, para os colaboradores poderem fazer esses ajustes nos seus próprios gastos, é preciso que a empresa tenha implementados os benefícios flexíveis. Assim como os que a Vee oferece. Além da liberdade de utilizar o seu saldo como quiser, para o que quiser, eles ainda têm acesso em condições especiais a diversos parceiros. Entre eles está a Zenklub, uma plataforma totalmente online de saúde emocional, com consultas com psicólogos, terapeutas, coaches e outros profissionais. E mais do que nunca, com todos ainda em isolamento social, a saúde emocional precisa ser discutida.

Quer saber como a Vee ajuda sua empresa na adoção dos benefícios flexíveis? Entre em contato em: https://vee.digital/contato

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Guia Completo de Gestão de Benefícios para sua empresa

Tempo de leitura: 9 min
Como fazer uma boa gestão de benefícios na sua empresa

Hoje, o departamento de Recursos Humanos está deixando para trás o título de área de custo necessário para assumir, cada vez mais, a qualidade de área essencial para o desenvolvimento estratégico. O avanço das ciências administrativas tem reforçado a importância de valorizar a humanização nas organizações. O que antes era tratado como assunto secundário, como a gestão de benefícios, agora é prioridade. Diversos estudos mostram que esse detalhe é o segredo para se alcançar a alta performance.

Nesse sentido, os benefícios que uma empresa oferece são um grande diferencial competitivo. No entanto, como implementá-los de forma inteligente para o negócio?

Pensando nisso, fizemos este artigo especial sobre gestão de benefícios! Continue a leitura e confira os principais aspectos desse gerenciamento. Vamos lá?

LiVEE 26 de agosto

Conheça as vantagens de oferecer benefícios em uma empresa

A gestão de benefícios é um dos principais dispositivos utilizados no gerenciamento estratégico de pessoas para estimular o engajamento, assim como reter talentos. As vantagens geradas por essa boa prática são inúmeras e é possível comprová-las por meio de análises comparativas entre indicadores de People Analytics, Comunicação e Desempenho de uma organização. A seguir, saiba mais sobre os ganhos possíveis dessa estratégia.

Atração e retenção de talentos

Você sabia que 84% dos colaboradores que estão satisfeitos com os seus benefícios apresentam maior satisfação também em relação ao trabalho? Naturalmente, isso impacta positivamente o seu indicador de turnover (rotatividade de funcionários). Outro ganho é o de colaboradores promotores do seu negócio. Quando satisfeitos, eles promovem o seu employer branding para outros talentos, que vão se sentirem instigados a fazerem parte do seu headcount (quadro de pessoal).

Uma das frentes que a atração e retenção de talentos também atua é na manutenção do know how (saber como fazer). Toda empresa deve enxergar os seus colaboradores como ativos do negócio, que detém conhecimentos únicos quanto ao funcionamento das rotinas diárias.

Quando esse talento é perdido para o mercado, a sua organização está perdendo informações estratégicas, bem como tendo que empregar energia para contratar e treinar outro colaborador. Por isso, o cenário mais ideal para qualquer empresa é manter os seus colaboradores satisfeitos e engajados.

Redução de custos operacionais

Um dos grandes problemas que assombram o departamento de RH são os custos. Essa área sempre foi reconhecida por suas despesas. No entanto, com o avanço de processos ocasionado pela transformação digital, percebeu-se que é possível encontrar oportunidades de ganho em diversas rotinas produtivas.

Com a retenção de talentos em si já é possível reduzir uma série de custos operacionais que são extremamente altos para o negócio, como processo seletivo, treinamentos e desligamentos. Utilizando softwares para o gerenciamento da operação de RH é possível alcançar melhor performance dos custos da área, principalmente quando a tecnologia é aplicada à gestão de benefícios. Existe uma expectativa de aumento de quase 10% na utilização de softwares no RH até 2025.

Fortalecimento da cultura

Uma boa gestão de benefícios atua diretamente na relação dos colaboradores com a sua marca. Nesse sentido, tem-se uma conquista de fortalecimento da cultura do negócio. Quando os colaboradores estão mais satisfeitos, eles tendem a ficarem mais abertos, do ponto de vista psicológico e comunicacional, às boas práticas da empresa.

É uma relação complexa a questão da cultura corporativa: ao mesmo tempo que ela é uma diretriz do negócio também é construção diária feita pelos colaboradores. Vale reforçar que para uma cultura organizacional forte é essencial implementar outras estratégias em parceria à gestão de benefícios inteligentes.

Otimização do desempenho

A relação entre felicidade e performance é uma realidade nas empresas. Inclusive, há muitas organizações que estão desenvolvendo o cargo de CHO (Chief Happiness Officer, ou Diretor de Felicidade). Ter uma boa gestão de benefícios melhora a experiência do colaborador e o torna um profissional mais feliz, não é verdade?

Dessa forma, tem-se uma otimização da produtividade dos seus colaboradores, uma vez que eles estão mais engajados com o negócio. Uma dica interessante para impulsionar ainda mais a melhora no desempenho é associar a gestão de benefícios com programas de meritocracia. Juntas, essas ações são poderosas no gerenciamento estratégico de pessoas.

Melhora na experiência do cliente

Você deve estar pensando que leu errado, mas não. Quando você melhora a experiência do seu colaborador, você está impactando, também, a experiência do seu cliente. Se os colaboradores estão mais satisfeitos no trabalho isso é refletido na produtividade e, inclusive, na qualidade do atendimento prestado ao cliente.

Já foi atendido por alguém que tem sorriso na voz? É bom quando nos deparamos com agentes de atendimentos que estão felizes. Essa energia passa para o cliente e torna a sua experiência mais harmônica, criando uma identificação dele com o seu negócio. Lembre-se que, direta ou indiretamente, todos os seus colaboradores impactam a experiência do cliente.

Adequação ao trabalho remoto

O home office já vinha se firmando como uma tendência no país em decorrência de novas modalidades de negócio que surgiram com a crise que começou entre 2014 e 2015. Nesse movimento, o trabalho remoto atingiu um recorde em 2018, atingindo a marca de 41,1%. Agora, com a crise mundial causada pela pandemia COVID-19, esse cenário sofreu uma aceleração profunda, uma vez que as empresas viram no home office a oportunidade para manter a produtividade mesmo no isolamento social.

Nesse movimento, as organizações estão experimentando uma série de redução de custos operacionais e o mercado indica que a tendência é a manutenção de muitas rotinas em home office após o fim da pandemia. Um terço dos Millenials (nascidos na década de 1980 e meados de 1990) se sente obrigada a voltar ao escritório, conforme uma pesquisa do LinkedIn. Para que as organizações consigam ter benefícios aderentes ao novo contexto é interessante implementar a flexibilidade: seu colaborador usa o benefício como quiser.

Entenda 6 pontos de como fazer uma boa gestão de benefícios

Não adianta ter benefícios se eles não são aderentes ao perfil dos seus colaboradores e se não há um gerenciamento eficaz sendo realizado. Para tanto, elaboramos algumas dicas fundamentais para conseguir implementar uma gestão de benefícios inteligente no seu departamento de RH. Veja só!

1. Conhecer o perfil dos colaboradores

A sua empresa tem relatório de People Analytics? Se o seu RH ainda não faz a coleta e análise de dados de pessoas chegou a hora de começar a colocar isso em prática! Conhecer o perfil dos seus colaboradores é o primeiro passo para realizar qualquer ação que os envolva, tanto para as necessidades do departamento de Recursos Humanos como para a Comunicação Corporativa. Com as análises é possível desenvolver estratégias mais precisas, trazendo mais retorno para o seu negócio.

2. Analisar as necessidades do seu headcount

Além das análises de dados de controle, coloque em ação as pesquisas de clima. Elas são fundamentais para conhecer mais sobre a experiência dos colaboradores com o seu negócio. Outra dica interessante é implementar o eNPS (Employee Net Promoter Score, ou Índice Líquido do Colaborador Promotor), uma adaptação da tradicional NPS aplicado aos clientes para o contexto da gestão de pessoas.

Esse tipo de pesquisa permite a empresa fazer a coleta de dados que permitem identificar com maior precisão as necessidades do headcount. Dessa forma, as soluções desenvolvidas para o gerenciamento estratégico de pessoas são, praticamente, personalizadas. Naturalmente, o impacto positivo a diversos indicadores de performance é uma consequência.

3. Estabelecer uma Política de Benefícios

É impossível implementar uma gestão de benefícios inteligente se não temos diretrizes de atuação. Por isso, desenvolva uma Política de Benefícios para o seu negócio. Nela devem constar informações sobre quais são oferecidos por categorização de cargo, bem como indicando valores etc.

Destacamos que é essencial que essa política esteja disposta em um local de fácil acesso para os seus colaboradores poderem consultar. Uma dica é que ela seja apresentada a eles no momento do seu onboarding (a integração). Geralmente, no anúncio de vagas são apresentados os benefícios que as empresas oferecem, mas é preciso que isso seja esclarecido com mais detalhes após a admissão.

4. Definir metas para a gestão de pessoas

Quando falamos em gerenciamento, nenhuma decisão pode ser tomada sem se pensar em resultados. Por isso, defina metas que devem ser alcançadas com a implementação da gestão de benefícios. Elas devem ser incorporadas ao seu People Analytics, à Comunicação Corporativa, ao gerenciamento de custos e ao desempenho do negócio.

Lembre-se de definir metas reais, além de métricas adequadas. Não adianta nada ter metas, se os indicadores de controle e performance não são os que o seu negócio precisa. Um detalhe importante para a escolha de métricas é ter a noção de que menos é mais: não adianta criar muitos indicadores, sendo que a maioria não será usada.

5. Apostar em inovações existentes no mercado

Precisão, agilidade e qualidade são características de performance que podem ser alcançadas quando a sua gestão de benefícios usa boas práticas, como a tecnologia e a implementação de outras formas de inovações, como novas modalidades de benefícios. Estar por dentro do que surge no mercado é o segredo para fazer otimizações contínuas na sua gestão de benefícios é o segredo para que ela sempre tenha alta performance.

Nesse sentido, o uso de softwares e a adoção de benefícios flexíveis são ações tendências para o RH em 2020 e nos próximos anos. Mas comece a transformação do seu RH agora! Não deixe que a concorrência se destaque por um pioneirismo que pode ser do seu negócio, afinal, agora você já sabe o que é fazer.

6. Mensurar o resultado das ações implementadas

Nós já falamos um pouco sobre a importância dos indicadores para a gestão de benefícios. Mas queremos reforçar o quanto é necessário ter um cronograma de rotina para acompanhar e fazer a consolidação do resultado das suas métricas. Um dos grandes equívocos no gerenciamento de processos é deixar para conferir os indicadores no último momento.

O ideal é usá-los de forma preditiva, para corrigir a rota e melhorar a qualidade das tomadas de decisões do seu departamento de RH. Lembre-se que para fazê-lo deixar de ser uma área operacional e se tornar estratégica deve-se implementar uma cultura data driven (direcionada a dados).

Saiba como fazer a escolha dos benefícios mais indicados

Você já sabe como fazer a implementação do processo necessário para a gestão de benefícios. No entanto, queremos detalhar mais sobre como identificar quais são os benefícios mais adequados para a sua organização após a validação do perfil dos seus colaboradores e dos profissionais do mercado que o seu negócio quer atrair. Continue a leitura e saiba como fazer isso.

Conhecer o que é praticado pela concorrência

O seu negócio precisa acompanhar o que os seus concorrentes fazem para gerir o capital humano. Os benefícios são atrativos para os profissionais e um dos diferenciais na hora de escolherem uma empresa para trabalhar. Por isso, busque conhecer quais são os benefícios que os seus concorrentes oferecem.

No mercado, uma tendência que está se consolidando é os benefícios com clube de descontos. Nesse modelo, o seu colaborador tem descontos especiais na compra de produtos em determinadas marcas. Aqui na Vee, por exemplo, a sua equipe tem condições especiais na Zenklub — cuidar da saúde emocional tem sido muito importante com a pandemia, não é verdade?

Pesquisar sobre as alternativas existentes

Hoje, existem diversos tipos de benefícios no mercado. Além dos obrigatórios, sendo sua maioria definida por convenção coletiva dos sindicatos, como o vale-refeição e a alimentação, há opções para deixar o seu negócio mais atrativo. Nesse sentido, os benefícios flexíveis são uma das novidades existentes no mercado e tendência no segmento.

Um cartão pré-pago e que seja aceito em diversos estabelecimentos é uma ótima opção de benefício para os seus colaboradores. Com esse recurso, eles têm a personalização dos benefícios e podem usar da maneira que quiserem. A satisfação e o impulsionamento do engajado desses talentos é consequência.

Verificar o atendimento dessas empresas

Um ponto que deve ser destacado na hora de verificar as opções no mercado é buscar referências sobre a qualidade do atendimento prestado pelo fornecedor do benefício. Lembre-se que a sua equipe de benefícios vai precisar entrar em contato com o fornecedor, bem como todos os usuários. Um mau atendimento do fornecedor vai impactar diretamente na experiência do seu colaborador.

Conte com um parceiro que esteja preocupado com o sucesso do seu negócio. Na Vee, os nossos especialistas estão preparados para ajudar você a implementar a melhor solução em benefícios do mercado.

Validar a oferta de serviços diferenciados

A gestão de benefícios atua na atração e retenção de talentos e deve oferecer diferenciais competitivos para que a sua empresa seja atrativa aos olhos dos profissionais, correto? Dessa forma, a sua escolha deve oferecer serviços diferenciados para os seus colaboradores, como:

  • planos de fidelidade e cashback;
  • descontos exclusivos em parceiros;
  • aceitação em mais de 2 milhões de pontos comerciais.

Todas essas vantagens e serviços diferenciados você pode encontrar na Vee. Com a nossa solução flexível a sua empresa se destaca no mercado e otimiza a gestão de benefícios do negócio. Oferecemos também gerenciamento de vale-transporte e opção de crédito consignado para os seus colaboradores.

O que acha de colocar em prática o RH estratégico começando com uma gestão de benefícios disruptiva? Entre em contato conosco e descubra como podemos revolucionar o gerenciamento de pessoas do seu negócio!

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Como o perfil comportamental impacta a gestão de pessoas? Saiba aqui!

Tempo de leitura: 5 min
Como o perfil comportamental impacta a gestão de pessoas? Saiba aqui!

Ao lidar com gestão de pessoas, é nítida a diferença entre cada funcionário, por mais que tenham características parecidas. Entender o perfil comportamental ajuda a compreender melhor os colaboradores e a adotar abordagens capazes de melhorar a performance e o trabalho em equipe.

Essa compreensão cria uma visão muito mais clara do quadro de funcionários e facilita a determinação de ações e cargos com maior alinhamento às características individuais. Assim, é possível exercer uma gestão de excelência, ou seja, capaz de aproveitar ao máximo o talento dos profissionais.

Neste post, vamos falar rapidamente sobre os principais perfis e como a adoção dessa ferramenta ajuda a empresa. Acompanhe até o final!

Quais são os tipos de perfil comportamental?

Embora cada indivíduo tenha a sua maneira de ser e se portar diante das situações, a análise de perfil comportamental sugere 4 tipos principais capazes de classificar as pessoas. Essa classificação é feita com a ajuda de testes, geralmente avaliados por especialistas para um resultado mais preciso.

Livee 26 de agosto

Vale ressaltar que não existe um perfil “bom” ou “ruim”, mas sim o mais indicado para a realização de determinadas tarefas. Outro ponto importante é que uma equipe produtiva se caracteriza pela presença de pessoas de vários perfis, promovendo a diversidade e a riqueza de ideias.

Perfil comunicador

Pessoas com esse perfil costumam ser muito ativas e têm grande poder de persuasão. Tendem a estabelecer conexões com pessoas e ambientes, pensam diferente e geralmente são bem criativas.

Indivíduos comunicadores sentem necessidade do contato interpessoal e de um local agradável de trabalho. Por isso, se dão melhor quando trabalham em equipe ou em atividades em que tenham contato direto, como atendimento ao cliente e vendas, por exemplo.

Perfil executor

Executores são dinâmicos e líderes natos, com foco em resultados e conseguem concluir suas tarefas com rapidez. Muito autoconfiantes, por vezes podem parecer autoritários.

Porém, ter um executor na equipe é promessa de que os projetos serão desenvolvidos da melhor maneira, já que essas pessoas não temem dificuldades e têm um apurado senso competitivo.

Perfil planejador

Os planejadores têm um comportamento mais tranquilo e calmo, são pacientes e disciplinados. Lidam bem com a rotina e gostam de estar em conformidade com os processos.

Com sua calma e prudência características, conseguem tomar decisões mais acertadas e têm facilidade para adaptar-se às normas. Equilibrados, costumam se portar bem em situações de pressão, sendo excelentes candidatos para vagas administrativas.

Perfil analista

Pessoas com o perfil analista são detalhistas e têm um comportamento muito focado. Geralmente são mais caladas e retraídas, e trabalham melhor sozinhas que em grupos.

Analistas gostam de buscar conhecimento e têm facilidade com tarefas detalhadas, que exigem controle no processo ou raciocínio.

Dentro da empresa, geralmente são pontuais e comprometidos. Porém, o excesso de foco nos detalhes pode comprometer a criatividade e a desenvoltura diante dos problemas.

Como a compreensão do perfil comportamental impacta na gestão de pessoas?

Podemos perceber diferenças sutis, mas preponderantes em cada um dos perfis, que influenciam as relações internas e os resultados.

Saiba um pouco mais desses impactos.

Autoconhecimento da equipe

O desenvolvimento profissional passa por uma visão mais clara sobre as próprias qualidades e como essas características podem ser melhor empregadas. Ao aplicar testes de avaliação comportamental, você proporciona ao funcionário uma noção sobre a sua postura e como isso influencia os resultados.

Trata-se de um eficiente recurso de crescimento, já que a partir dessas avaliações é possível trabalhar os pontos claros e superá-los, tornando-se um profissional mais completo.

Esse processo pode ser feito isoladamente ou em conjunto com as avaliações de desempenho, oferecendo um quadro claro de pontos positivos e negativos.

Melhor recrutamento e seleção

Na hora de contratar um novo funcionário, alguns aspectos devem ser considerados, como a aptidão para o cargo e o alinhamento com a cultura organizacional. Nesses momentos, é importante fazer uma avaliação do perfil comportamental, evitando seleções equivocadas e uma demissão em pouco tempo.

Quando falamos de aptidão para o cargo, é importante considerar as características necessárias para a realização das funções. Por exemplo, uma pessoa excessivamente tímida e com dificuldades para comunicação dificilmente será um bom vendedor.

Sobre a cultura organizacional, toda empresa tem uma identidade baseada em seus valores e propósitos. Para esses casos, pessoas mais conservadoras costumam se ambientar facilmente em corporações tradicionais, ao passo em que indivíduos dinâmicos têm maior identificação em empresas com mudanças aceleradas.

Retenção de talentos

Como consequência do processo seletivo apurado, o índice de desligamentos (voluntários ou involuntários) cai. Avaliar o perfil comportamental ajuda não só a contratar melhor, como auxilia na estruturação de equipes mais coesas.

Sabendo como o funcionário se porta, o gestor pode escolher funções que tenham mais a ver com as habilidades dessa pessoa, além de colocá-lo em times nos quais ele realmente consiga contribuir ou terá um melhor convívio.

Assim, é possível diminuir o turnover, impactando no clima organizacional de maneira positiva.

Aumento da qualidade dos produtos e serviços

Com a adequação correta dos funcionários baseada no perfil comportamental e a diminuição da rotatividade de colaboradores, é possível contar com uma equipe organizada e centrada para o atendimento aos clientes e processo produtivo.

Isso permite uma maior qualidade no produto final, diminuindo a sobrecarga dos funcionários e proporcionando um melhor clima organizacional.

Diminuição de gastos

A necessidade de recontratações ou de treinamentos para situar o funcionário em um cargo que ignora as capacidades que o perfil comportamental oferece gera altos custos para a empresa.

O valor pode ser melhor empregado em uma seleção mais precisa e no desenvolvimento de habilidades que tenham ligação com as habilidades que o profissional apresenta. Com essa abordagem, o retorno sobre o investimento é muito maior, gerando não só economia, como resultados para a organização.

Por que adotar a avaliação do perfil comportamental?

Com todas essas vantagens, fica fácil constatar como as avaliações de perfil comportamental impactam a gestão de pessoas e todos os benefícios que trazem para a empresa.

Porém, vale ressaltar o grande ganho competitivo que a organização obtém com essa estratégia, obtendo a compreensão de aspectos subjetivos que muitas vezes são ignorados dentro da realidade corporativa.

A compreensão do perfil comportamental traz maior inteligência emocional e a diminuição da perda do conhecimento para a concorrência, além do aumento do poder de comunicação interna e o fortalecimento do clima e da cultura organizacionais.

Além disso, os indivíduos têm necessidades e desejos diferentes. Com a adoção de benefícios flexíveis, é possível proporcionar maior engajamento e satisfação. A Vee pode ajudar na estruturação de um programa de benefícios capaz de atender a todos.

Adote a análise do perfil comportamental dentro da gestão de pessoas da sua empresa e tenha resultados melhores, estruturando equipes que atuarão de maneira fluida na realização dos objetivos da empresa.

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Veja 5 dicas de como estruturar cultura organizacional na sua empresa

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Veja 5 dicas de como estruturar cultura organizacional na sua empresa

Você sabe a importância de estrutura uma cultura organizacional dentro de sua empresa não é mesmo? Mas, na hora de estruturá-las, você sabe quais são as melhores estratégias para isso? Se não esta na hora de descobrir!

A cultura organizacional é o conjunto de valores e crenças compartilhados pelos colaboradores dentro de sua empresa. Ela é importante pois mantém o seu time alinhado em torno dos objetivos do negócio. Saber qual é e como estruturar a cultura organizacional de seu negócio é essencial para garantir o engajamento dos colaboradores e conduzir a empresa rumo ao sucesso.

Descubra agora quais são as melhores práticas para isso.

1. Crie um documento que contemple tudo o que foi definido para a cultura organizacional

O primeiro passo para estruturar uma cultura organizacional dentro de sua empresa é deixar bem claro as crenças, hábitos e valores que você quer que seus funcionários compartilhem no ambiente de trabalho.

Para isso, defina um código de ética com os valores e práticas aceitáveis e inaceitáveis dentro da empresa. Pontue as diretrizes que a organização procura e os objetivos que desejam alcançar. Também é válido desenvolver essas ideias com o auxílio de seus colaboradores para ver qual a visão deles sobre a empresa e trazer práticas para deixar o ambiente de trabalho mais agradável a todos.

Após esse processo, é importante criar um documento com esse material para que seja acessado por todos os funcionários a qualquer momento. E lembre-se de colocar em prática essas normativas. Não as deixe somente no papel. Assim você começa a estruturar a cultura organizacional de seu negócio e demonstra as práticas que espera da sua equipe.

2. Fortaleça a cultura desenvolvida

Agora que você já definiu quais diretrizes que sua cultura empresarial vai seguir, está na hora de fortalecê-la dentro da empresa. Uma boa forma de fazer isso, é aplicando treinamentos em sua equipe abordando as diretrizes.

A prática de gamificação segue sendo tendência para essa finalidade. São medidas de ensino que estimulam os colaboradores através de jogos, podendo ter uma bonificação no final da etapa. Isso ajuda a fortalecer laços com os funcionários e, ao mesmo tempo, passa a eles as medidas esperadas dentro da empresa. É importante também fazer avaliações sazonais para ver se o aprendizado se encontra em dia e se ainda ocorre a interação com a cultura empresarial.

Outra forma de fortalecimento desses ideais é por meio do investimento na propagação desses valores. Aumente a visibilidade de sua logomarca dentro do negócio, dissemine mensagens com a cultura e faça questão de que elas estejam à mostra para que todos possam ler. Utilize de imagens e exemplos que descrevem os hábitos de sua empresa. Você verá que todo esse esforço é válido, pois fortalece os pilares de sua estrutura organizacional.

3. A liderança deve dar o exemplo da cultura

A relação da chefia com os ideais, tem um papel fundamental para a solidificação da cultura empresarial. O CEO e os líderes do negócio servem de referência e inspiração aos demais funcionários. Como você pode esperar que seus colaboradores sigam as diretrizes da empresa se os cargos acima não?

Por isso é importante estar bem claro com a liderança o que se espera na empresa. Assim que eles estiverem familiarizados com a cultura da empresa instrua-os a fortalecer essas ideologias com seus subordinados.

Uma boa forma de fazer isso é mostrando as vantagens de estar a par do valores da instituição, por exemplo dando oportunidades de promoção ou bonificações aos funcionários que tenham relação com a cultura da empresa.

4. Deixe as normas claras

Toda forma de cultura é fundamentada e reforçada por meio de valores a serem adotados e regras a serem seguidas.

Agora que você já apresentou os ideais da empresa a seus funcionários, está na hora de deixar bem claro as regras que devem ser seguidas. Alguns exemplos de normas que podem ser adotadas são:

  • dress code: deixe bem claro quais as formas de vestimenta que são apropriadas para o local de trabalho;
  • horário de trabalho: estipule os horários de expediente dos funcionários e deixe bem claro as medidas que serão tomadas por atraso e horas extras;
  • comunicação: defina bem como funcionará a interlocução interna da empresa e busque e criar diferentes canais de comunicação de modo a facilitar o acesso à chefia;
  • transparência: Apresente o máximo de informação possível da empresa a seus funcionários, como mestas e resultados, buscam criar um engajamento e motivação na equipe.

5. Contrate pessoas que estejam alinhadas a essa cultura

Agora que você já desenvolveu uma cultura dentro de sua empresa, deve ter a preocupação em mantê-la. São os funcionários que dão continuação a esses ideais e por isso é importante ficar atento a que compõem sua equipe.

Ocorre muitas vezes a necessidade de uma contratação rápida, seja por demandas acumuladas ou pelo crescimento rápido da empresa o que gera um alto índice de turnover. Na hora de contratar, o RH deve buscar profissionais que se enquadrem e identifiquem a cultura da empresa para que isso não ocorra.

Um bom currículo é importante, mas não deve ser o único critério a ser averiguado. Durante o processo, busque identificar nos candidatos, valores e hábitos que se relacionam aos ideais da empresa. Desenvolva dinâmica de contratação que facilite perceber essas qualidades. Com isso ocorrerá de ter uma equipe mais engajada com os pensamentos da marca. Com isso haverá a diminuição da rotatividade e o fortalecimento da cultura empresarial.

No artigo você pode observar a importância de desenvolver uma cultura organizacional para o sucesso de seu negócio. É por meio dessas práticas que a empresa instruirá seus funcionários a compartilhar os valores e hábitos esperados dentro do ambiente de trabalho. Isso pode aumentar a motivação e o engajamento de sua equipe, resultando em mais eficiência nas atividades realizadas.

Você também pode perceber uma melhoria na clareza das normas e na comunicação interna da empresa. Por esses e ouros motivos, aproveite as dicas do texto e comece agora mesmo a estruturar a cultura organizacional de sua empresa e usufrua dos benefícios que ela traz.

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Entenda o que é o cálculo de turnover e saiba mais sobre o tema

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Entenda o que é o cálculo de turnover e saiba mais sobre o tema

O turnover, também chamado de rotatividade de colaboradores, indica a porcentagem de funcionários que deixaram a empresa em um determinado período. Ele é um dado extremamente importante para o sucesso da sua empresa como um todo, uma vez que um alto índice de turnover pode trazer uma série de problemas para a organização.

Contudo, você sabe quais são os prejuízos, na prática, de ter um alto turnover? Entende como calcular esse indicador e quais são as melhores estratégias para diminui-lo? Se não, está na hora de descobrir!

Continue a leitura e entenda, agora mesmo, como calcular o turnover no seu negócio!

Os impactos negativos de um alto turnover

Ter um alto índice de rotatividade na empresa pode trazer uma série de problemas, tanto financeiros quanto no fluxo das atividades internas.

Em primeiro lugar porque a demissão dos colaboradores exige gastos, tanto com o pagamento de taxas, FGTS e outras exigências no momento de demissão, quanto no processo seletivo e admissão de um novo funcionário para ocupar o cargo em vacância. Quando isso acontece com frequência, as contas da sua empresa podem ficar prejudicadas e, a longo prazo, isso pode ter impactos na saúde financeira do negócio.

Porém, também há outros problemas relacionados ao alto índice de rotatividade. Isso porque cada um dos seus colaboradores tem funções e atividades dentro do negócio, não é mesmo? Eles precisam desempenhar essas tarefas da melhor forma possível para garantir o funcionamento da empresa como um todo.

Quando esse colaborador sai, há um impacto no time que ele faz parte. Os funcionários que ficam precisam realizar essas atividades até que um novo colaborador seja contratado, o que gera estresse e sobrecarga.

Além disso, mesmo com a contratação do novo funcionário, esse estresse ainda dura um tempo, uma vez que ele precisa se adaptar à cultura e atividades da organização até, efetivamente, ser capaz de realizar todas as atividades demandas, o que pode demorar semanas ou meses.

Como calcular o turnover

Como você pode perceber, o alto índice de turnover traz uma série de problemas para a empresa. O primeiro passo para solucioná-lo é o acompanhamento desse indicador. Isso pode ser feito por uma fórmula específica:

Ao aplicar essa fórmula, você terá um resultado numérico que indica o turnover da sua empresa. Para entender melhor, imagine que a sua empresa tenha 100 funcionários no total e, no último semestre, demitiu 14 e admitiu 10. Nesse caso, o cálculo do turnover seria:

Cálculo de Turnover

Isso significa que, no exemplo dado, a sua taxa é de 0,12 ou 12%. Ele está acima do ideal, uma vez que, para a maioria das empresas, o turnover ideal deve ficar abaixo de 0,05 (5%) para ser considerado bom. Isso significa que a empresa em questão pode estar com problemas sérios relacionados à manutenção dos talentos dentro da organização.

Boas práticas para reduzir os índices de turnover

Manter os índices de turnover abaixo de 0,05 é importante para evitar os problemas citados no primeiro tópico desse artigo. Continue a leitura e descubra quais são as melhores práticas para reduzir esse indicador dentro do seu negócio.

Identifique as causas do turnover

O turnover pode ser causado por diferentes motivos dentro de uma empresa:

  • clima organizacional ruim;
  • estresse e sobrecarga;
  • problemas com os líderes;
  • falta de incentivos e reconhecimento;
  • não identificação com a cultura da empresa;
  • salários abaixo do mercado.

É essencial que você descubra quais são os motivos que mais afetam os seus colaboradores, levando-os a deixar a organização. Para isso, invista em entrevistas de desligamento, de forma a identificar o que levou os colaboradores a pedir a demissão ou quais são os problemas que os demitidos percebem na organização. Além disso, faça entrevistas também com os colaboradores que permanecem no negócio, buscando identificar quais os problemas que devem ser solucionados para reduzir esse índice.

Melhore o seu processo seletivo

Pode ser que, na hora de selecionar colaboradores para o seu negócio, você esteja escolhendo profissionais que não se adequam à realidade de trabalho e, inclusive, à sua cultura organizacional da empresa. Portanto, investir no processo seletivo pode ser uma forma de evitar futuras demissões.

Portanto, analise as etapas do processo e as competências que são avaliadas, de forma a identificar se elas realmente se adequam as necessidades da empresa. Além disso, inclua também etapas que avaliem os valores dos candidatos, para garantir uma adequação dos novos colaboradores à cultura da empresa.

Invista na capacitação dos colaboradores

Imagine que um colaborador precisa realizar uma série de atividades dentro da sua empresa e realizar entregas perfeitas. Porém, ele não tem as habilidades e competências necessárias para isso. Além de causar insatisfação por parte do gestor, isso ainda gera estresse e baixa motivação e produtividade no funcionário, o que pode levar à demissão e aumento dos índices de turnover.

É por isso que a capacitação do time é tão importante. Identifique quais são as competências que devem ser trabalhadas em cada uma das suas equipes e invista em treinamentos de qualidade, capazes de desenvolver essas competências nos colaboradores.

Crie uma política de benefícios

Um dos grandes motivos da saída de colaboradores é a falta de reconhecimento dentro da empresa. Eles não conseguem ver um diferencial no ambiente de trabalho e, diante de uma outra oportunidade podem, facilmente, deixar a organização.

É aí que os benefícios entram como grandes aliados da redução das taxas de turnover. Nesse aspecto, vale investir em benefícios flexíveis, que permitem que os colaboradores utilizem-os da forma como desejam, de acordo com as suas necessidades. Dessa forma, além de mostrar que você reconhece o bom trabalho e valoriza a sua equipe, você ainda é capaz de valorizar a individualidade dos seus colaboradores.

Como você pode perceber, a rotatividade pode ser um grande problema para qualquer empresa. Realizar o cálculo de turnover de forma correta e investir em boas práticas nesse aspecto é essencial para evitar problemas financeiros e no fluxo de atividades internas na sua organização. Com isso, você potencializa os resultados do seu time, colocando o negócio na rota em direção ao sucesso!

Gostou do artigo? Quer contar como resolveu o turnover na sua empresa ou tirar dúvidas? Então, aproveite o espaço abaixo para deixar um comentário

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Desafios familiares: engajamento, produtividade e o home office

Tempo de leitura: 5 min
Os desafios familiares com o home office e a gestão remota

Quem trabalha e mora sozinho pode até achar que a quarentena trouxe apenas mudanças no local de trabalho, trocando a sala da empresa pela sala de estar. Porém, a verdade não é assim tão simples. Para quem mora com pai, mãe, filho, filha, cachorro, o home office trouxe diversos desafios familiares.

As famílias estão vivendo revoluções na sua rotina. O trabalho mudou, as crianças não vão mais para a escola e as tarefas de casa estão mais intensas, já que todo mundo deve manter o isolamento social. E, para ajudar, ainda é preciso conciliar todos os compromissos profissionais e estar engajado com as demandas.

O engajamento em tempos de quarentena e home office pode se tornar um grande desafio para homens e mulheres, e isso é algo que você precisa ficar atento, já que estar em casa não é mais um sinônimo de férias ou descanso.

Home office: Principais desafios familiares na quarentena

Em março de 2020, as primeiras cidades do Brasil adotaram o isolamento social. De lá para cá, muita gente se deu conta que ficar em casa trabalhando pode não ser tão fácil quanto parece.

Restaurantes fechados significa fazer comida ou gastar mais com delivery. As tarefas domésticas cresceram com as medidas de segurança, que exigem mais trocas de roupas, limpezas em casa e mais cuidados de higiene. Os pais precisam fazer um processo de adaptação na rotina dos filhos. Por último, mas não menos desafiador, está a nova rotina de trabalho.

Resumindo: o home office trouxe desafios familiares, e, de quebra, não houve redução das obrigações de trabalho. Sendo assim, fica bem claro que o momento é bastante intenso, e no meio disso tudo é preciso estar em sintonia com o trabalho e se engajar nas tarefas e manter a motivação.

Mas como fazer tudo isso ao mesmo tempo? É aqui que entra uma pitada de planejamento, uma boa dose de diálogo e, claro, o compromisso da empresa com seus trabalhadores.

Não entendeu? Então veja cada um desses pontos abaixo!

Planejamento é essencial para não perder a cabeça

Não tem outro jeito para enfrentar os desafios familiares e o home office. Para não deixar a peteca cair no trabalho e nem dentro de casa, será preciso se planejar. É hora de focar na organização das suas tarefas e no uso intenso da sua agenda para controlar horários e não perder o foco.

Tente estabelecer horários para trabalhar, cuidar da casa, dar atenção à família e se divertir. Sim, o dia parece curto para fazer tudo isso, mas pode ser que uma boa organização na sua agenda faça uma grande diferença.

Além disso, ter em mãos os seus compromissos é um jeito de se manter engajado em cada um deles durante todo o dia. Assim você não perde no “efeito bola de neve” e segue focado nas suas missões do dia.

Aqui valem algumas dicas legais:

  1. Compre um planner ou faça uma tabela de controle no seu computador;
  2. Utilize apps, como os que aplicam a técnica Pomodoro, para você ter uma boa gestão de tempo;
  3. Se esforce e tenha disciplina para cumprir os horários;
  4. Deixe bem claro para todos da sua família como está a sua agenda do dia.

Essas simples ações já fazem uma ótima diferença na sua produtividade e no seu engajamento, e vão te ajudar muito a equilibrar essa equação cheia de desafios familiares em meio ao home office.

Além disso, também vale pensar em algumas questões importantes:

  1. Qualidade do ambiente onde você está trabalhando na sua casa;
  2. Os equipamentos que você está usando: mesa ruim, cadeira desconfortável e até um sinal de internet fraco são ótimos meios para sugar sua produtividade e engajamento;
  3. As orientações da sua empresa sobre o trabalho remoto;

O diálogo se mantém como pilar para a produtividade

Ter diálogo dentro de casa é fundamental para preservar seus níveis de produtividade e engajamento pré-quarentena. Converse com todos, exponha que sua rotina mudou, mas não seus compromissos, e busque entrar em harmonia com os demais.

Lembre-se sempre que os desafios familiares não podem impactar seu home office, muito menos a sua produtividade. Mas fique calmo, afinal, já faz parte do novo normal as situações como interrupções feitas pelos filhos ou quando seu gato que resolve aparecer na vídeoconferência.

O grande segredo é não se preocupar com essas pequenas coisas, mas tentar manter-se produtivo, atento ao que precisa ser feito e sempre de olho em oportunidades para melhorar o engajamento, já que isso pode ser importante para o crescimento da sua carreira em meio à um cenário tão diferente.

Isso inclui aquele papo com seus filhos sobre obrigações e tempos de lazer e também com o seu cônjuge sobre as tarefas do lar. E aqui vai uma dica muito importante para os homens: é hora de deixar antigos erros no passado.

Ainda tem muita gente que acha que os deveres de casa são obrigações exclusivas das mulheres. Tarefas de casa e o cuidado com os filhos são demandas do casal e, por isso, precisam ser igualmente divididas.

E você, que é mãe e mulher, pode colocar esse ponto em discussão. A sua carreira é muito importante, tanto quanto a do seu marido. Portanto, não pode haver desequilíbrio na divisão de tarefas, afinal, se não houver equilíbrio, é bem provável que seu engajamento e produtividade sejam afetados.

O diálogo é o caminho para a harmonia da sua casa em tempos de home office. Portanto, saiba que uma boa conversa é indispensável se você está preocupado em manter uma rotina produtiva.

A empresa também tem compromisso com o colaborador

Uma empresa que quer atingir melhores resultados precisa investir em seus funcionários, mesmo em home office. Esse é o caminho para manter o engajamento.

Uma boa organização pensa nos seus colaboradores e sabe que é preciso ter cuidado com aspectos, como

Os benefícios flexíveis como fator de engajamento corporativo

A remuneração indireta é uma das formas encontradas pelas empresas para ampliar o engajamento. Funcionários felizes com seus planos de benefícios são menos suscetíveis às saídas e quedas de motivação, já que fica evidente que a empresa valoriza sua força de trabalho.

Além da queda no turnover e na retenção de talentos, os benefícios, quando flexíveis, podem se adequar às novas necessidades dos funcionários. Neste momento, uma das saídas encontradas pelas instituições foi a adesão de um benefício pensado no home office.

Neste caso, estamos falando de uma remuneração indireta, para que o funcionário possa:

  • Comprar materiais necessários;
  • Ter recursos para compensar o aumento em suas contas de luz;
  • Ajudar no pagamento da internet, essencial para o trabalho remoto.

Além dos benefícios, digamos, mais técnicos e voltados para a execução do trabalho, o engajamento e a produtividade podem sofrer impactos positivos de outros produtos oferecidos em planos com benefícios flexíveis, como a possibilidade de realizar terapia online e acompanhamento com coaches de carreira.

Deixe a flexibilidade por conta da Vee Benefícios!

A Vee oferece o mais completo mix de benefícios flexíveis do mercado. Portanto, quando o assunto for novas formas de oferecer benefícios de trabalho para os funcionários, não se esqueça da Vee!

Nossos planos permitem uso flexível de benefícios, para o colaborador usar o valor recebido da maneira que ele quiser além de convênios para compras, clube de descontos e planos mais baratos para atividades de bem-estar.

Acesse nosso site e descubra como a Vee pode operacionalizar a mudança dos benefícios oferecidos aos colaboradores e, com isso, ampliar o engajamento deles em um momento tão importante.

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O Home Office será definitivo? Saiba o que vai acontecer pós-pandemia

Tempo de leitura: 5 min
O Home Office será definitivo? Saiba o que vai acontecer pós-pandemia

As medidas de isolamento social e distanciamento entraram em vigor em março, no início da pandemia do novo coronavírus no Brasil. Isso significa que muita gente está trabalhando em regime de home office há vários meses seguidos. No começo, muitos colaboradores – e também os próprios gestores – estranharam a nova realidade, . Alguns, inclusive, chegaram a duvidar da eficiência do trabalho remoto.

Contudo, após todo esse tempo, o questionamento mudou um pouco, agora a discussão é se o home office será definitivo. Essa inversão de valores tem suas razões, afinal, alguns mitos foram desmentidos, como a ineficiência do trabalho remoto.

Ao mesmo tempo, as empresas se municiaram de tecnologias – especialmente para gestão de trabalho à distância e realização de videoconferência – e o home office se tornou mais simples, confiável e, claro, producente.

No post de hoje vamos discutir essa nova realidade e a possibilidade do home office se tornar definitivo na realidade de diversas empresas e seus colaboradores. Boa leitura!

O home office no Brasil: os impactos da pandemia na rotina das empresas

O aumento de casos de coronavírus e a consequente ordem dos governos estaduais de limitar os serviços fez com que muitas empresas fechassem momentaneamente seus escritórios. E a única saída para manter a produtividade foi a adoção do trabalho remoto, algo que já era uma realidade por aqui, mas para um número muito reduzido de profissionais.

Segundo o IBGEapenas 3,8 milhões de brasileiros já trabalhavam em regime remoto. O número pode parecer alto, porém, vale lembrar que a estimativa é que existam mais de 105 milhões de brasileiros economicamente ativos. Ou seja, pouco mais de 3% dos trabalhadores do nosso país já teve alguma experiência em trabalhar de casa.

O contingente era pequeno, porém, da noite para o dia, pessoas que nunca imaginaram trabalhar de suas casas tiveram que adaptar seus lares para criar ambientes de trabalho. O número de pessoas em home office neste momento, de acordo com um novo levantamento, é de 6 em cada 10 brasileiros que trabalham.

Toda novidade traz um pouco de incertezas, e com o home office não foi diferente. Entretanto, o que antes era desconfiança agora virou oportunidade de mudanças positivas.

As empresas que antes eram relutantes com a adoção do trabalho remoto agora parecem mais receptivas com essa ideia. Existe uma estimativa de crescimento de 30% no regime home office pós-pandemia.

Quais são os benefícios ao adotar o trabalho remoto?

Neste momento, o home office virou uma medida de segurança, mas, antes da pandemia, ele era adotado pelas empresas com algumas finalidades, dentre elas:

  1. Redução dos custos operacionais da empresa (gastos com luz, água, internet, etc);
  2. Possibilidade de adotar sedes menores e, consequentemente, mais baratas;
  3. Adequação à rotina de colaboradores que passam muito tempo em trânsito ou fora do escritório;
  4. Dar mais liberdade para os gestores empresariais.

Para os colaboradores, por sua vez, os impactos do home office não são financeiros, mas sim, socioemocionais.

Veja alguns dados:

  1. 98% dos trabalhadores desejam, pelo menos uma vez na semana, trabalhar remotamente até o fim de suas carreiras;
  2. 49% dos brasileiros empregados e 55% dos desempregados apontaram que gostariam de trabalhar em regime remoto;
  3. 71% dos funcionários em home office declararam estar mais felizes com a rotina;
  4. Desde o início da pandemia, 78% dos brasileiros em regime de home office se declararam mais produtivos.

Esses números demonstram que home office chegou para ser uma opção valiosa para as empresas que pretender dar uma dinâmica mais moderna para as relações de trabalho e a rotina das pessoas.

Então, o home office será definitivo?

É muito cedo para tirar esse tipo de conclusão, especialmente porque a América do Sul é o continente com mais empresas que relutam na adoção do regime remoto.

De acordo com levantamento da Owl Labs, Ásia e América do Sul têm uma média 9% maior de empresas que não aceitam o home office e não querem adotá-lo. Isso mostra que ainda há uma certa resistência ao modelo de trabalho remoto. Contudo, a realidade para muitas empresas (mesmo as contrárias ao home office) pode ser o trabalho remoto até 2021. Empresas como a Google, Facebook e Amazon anunciaram a prorrogação do home office até o ano que vem.

A Mastercard, por sua vez, vai permitir que os funcionários voltem quando se sentirem confortáveis. Já o Twitter sinaliza que vai implementar o home office como modelo definitivo para parte de suas equipes.

É claro que tudo, neste momento, depende do avanço do novo coronavírus. Se os casos não forem reduzidos drasticamente, é bem provável que mais e mais empresas continuem (ou sejam forçadas) a adotar o home office.

A maior probabilidade é que mais empresas passem a adotar um modelo híbrido de trabalho, que consiste em dias de operação no escritório e outros trabalhados de casa.

Esse meio termo pode ser a solução para uma futura adaptação à realidade 100% home office, algo que é economicamente vantajoso para empresas e motivacional para os funcionários.

Com isso, surgem mais oportunidades e momentos de reflexão e análise sobre a eficiência desse modelo de trabalho e seus impactos sobre o fator humano.

Flexibilidade é tendência no mercado de trabalho

Dar mais autonomia às pessoas é uma forma de demonstrar confiança e reconhecimento. O home office começou a ser adotado exatamente por trazer uma nova dinâmica de trabalho, que consolida economia de gastos operacionais e, ao mesmo tempo, é capaz de fazer com que os funcionários sintam-se valorizados pela suas instituições.

Essa filosofia, que começou como algo de vanguarda, acabou sendo empurrada às pressas para todo o mercado de trabalho, e é claro que algumas empresas terão um poder de adaptação e aceitação maior do que outras. Contudo, uma coisa é fato: nenhuma instituição deixará de pensar em flexibilização dos postos de trabalho daqui em diante.

E quando o assunto é flexibilidade, saiba que essa é a filosofia que carregamos aqui na Vee. Nosso trabalho surgiu exatamente da crença na flexibilização, mas com foco nos benefícios corporativos.

Os benefícios flexíveis são uma peça-chave para a satisfação do colaborador, uma poderosa ferramenta para retenção dos talentos e também para o aumento da produtividade.

Se a sua empresa discute flexibilização, mais do que aplicar este conceito à rotina, é possível implementá-la na remuneração indireta e garantir bons índices de satisfação.

Quer conhecer mais sobre os impactos positivos da Vee e os planos de benefícios flexíveis? Então, basta acessar o nosso site para ficar por dentro de tudo que podemos oferecer para sua empresa!

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Como fazer uma gestão de RH eficaz na empresa? Confira!

Tempo de leitura: 8 min
Como fazer uma gestão de RH eficaz na empresa?

Para que uma empresa possa proporcionar resultados mais atrativos, existe a necessidade de investir na inovação de seus processos. Por meio dessa estratégia, colaboradores são mais valorizados, assim como seus clientes. Além disso, há a oportunidade de otimizar o que já trazia resultados, bem como proporcionar o aumento nas vendas. No entanto, além de buscar por novidades e tendências para as outras áreas, é preciso buscar por uma gestão de RH eficaz, que trará melhorias para a empresa como um todo.

Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para que você saiba quais são os pontos que serão beneficiados com essa questão, bem como entender como fazer uma gestão que trará um retorno mais significativo. Continue a leitura e saiba mais.

Quais os pontos serão beneficiados com uma gestão de RH eficaz?

Inicialmente, vamos entender um pouco mais sobre os benefícios que a sua empresa poderá usufruir para uma gestão de RH eficaz. Confira!

Contratações mais eficazes

Entre os fatores que contribuem para a alta taxa de turnover — índice que mede a rotatividade dos profissionais em sua organização — a contratação de um profissional que não tem o perfil de seu negócio pode ser considerada uma das principais.

Hoje, mais que buscar por qualificações técnicas efetivas, existe a necessidade de buscar por um colaborador que compactua com os mesmos valores de sua empresa, de modo que ele sinta motivado dia a dia e acredite no crescimento da organização como um todo.

Uma gestão de RH eficaz contribuirá para a criação e implementação de uma cultura organizacional, que trará uma redução de dificuldades e conflitos, vai favorecer o desenvolvimento de uma imagem positiva da empresa em relação ao mercado, além de ser um diferencial entre os concorrentes. Para isso, é preciso criar um documento com as principais informações necessárias sobre a cultura, alinhar os objetivos com os colaboradores, além de demonstrar na prática como ela pode ser aplicada.

Além disso, é necessário promover treinamentos com gestores de diferentes áreas, de modo que eles entendam os principais pontos e possam dar o exemplo em suas lideranças. Por fim, também é preciso buscar por profissionais no mercado que tenham fit com essas determinações, elaborando um processo de recrutamento criterioso para que haja a identificação daquela pessoa com os valores requeridos.

Entendimento sobre as particularidades dos profissionais

A gestão de RH também permitirá o desenvolvimento das principais lideranças para que identifiquem as particularidades de cada profissional e crie um time que se complemente. Entender quais são as habilidades de cada um e desenvolvê-las para o crescimento da empresa é o diferencial de qualquer organização, uma vez que a equipe estará apta a entregar o que de melhor tem a oferecer.

Também é preciso se preocupar com a diversidade na empresa. Ao olhar com cuidado para essa questão, o ambiente de trabalho se torna mais cooperativo e acolhedor. Como consequência, profissionais se tornarão mais engajados, com menor risco de conflitos entre as pessoas, além de comprovadamente aumentar a criatividade nesse espaço. Isso porque o seu quadro de colaboradores terá mais autoconfiança em propor e estimular novas ideias, uma vez que a gestão traz condições para isso.

Atração e retenção de talentos

É a gestão de RH eficaz que vai contribuir para a atração e retenção de talentos. Entre os motivos que contribuem para a alta taxa de turnover, além de um processo de contratação falho já mencionado, destacamos:

  • desgaste físico e psicológico dos colaboradores;
  • não investimento em saúde organizacional;
  • oferecer tratamento diferenciado para diferentes áreas ou diferentes profissionais;
  • não contar com uma cultura organizacional alinhada;
  • conflitos entre gestões;
  • falta de reconhecimento pelo trabalho exercido;
  • ausência de um plano de carreira;
  • falta de oportunidades para o crescimento daquele colaborador.

Como consequência, a sua empresa terá despesas significativas com demissão e admissão. Lembre-se, esse é um processo que causa custos e que também gera desgastes aos profissionais envolvidos, uma vez que recrutar e selecionar pessoas traz como consequência prejuízos na otimização de tempo e também para um foco mais estratégico de seus setores.

Para a retenção de talentos, pode-se investir ainda em employer branding, uma estratégia cujo objetivo é construir uma imagem positiva da empresa para os próprios profissionais. Ao trabalhar esse conceito, o seu negócio contribui para um melhor engajamento das pessoas, constrói um banco de talentos de qualidade, além de trabalhar o programa de desenvolvimento na organização de forma mais efetiva.

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Oferecer benefícios flexíveis aos colaboradores

Quais os melhores benefícios para as empresas? Pensar além daqueles obrigatórios contribui para engajar e motivar funcionários, para aumentar a produtividade dos times, para diminuir a recorrência de faltas e atrasos, além de formar um ambiente propício para o desenvolvimento de novas ideias e para o dia a dia dos profissionais mais tranquilo e positivo para executar as suas funções.

Pensar em benefícios flexíveis traz ganhos ainda maiores para a empresa como um todo. Entre as tendências de RH existentes, talvez essa seja uma das mais práticas a serem adotadas que trarão resultados a curto prazo. Para entendê-los, precisamos explicar seus dois argumentos principais:

  • a competitividade de um negócio colocou a performance de profissionais como uma das principais preocupações, exigindo com que as empresas buscassem por soluções para motivá-los continuamente;
  • o estilo de vida das pessoas vem mudando a cada dia — hoje, a qualidade de vida é um dos fatores mais considerados pelos profissionais.

Como a tecnologia vem oferecendo cada vez mais suporte para as organizações, o processo ficou facilitado para o oferecimento desse diferencial. Mas do que se tratam, afinal? É a oportunidade que o seu negócio dá ao profissional de escolher os seus próprios benefícios. Ou seja, de acordo com as suas necessidades e com a realidade na qual vive.

Entre os benefícios que compõem essa política, destaca-se:

  • academia;
  • educação;
  • auxílio pet;
  • clubes e atividades recreativas;
  • consultorias, entre outros.

Basta a organização configurar os padrões para que depois o profissional possa escolher o que fazer com o valor recebido.

Mas então, como fazer uma gestão de RH eficaz?

Agora que você já conhece todos os benefícios de uma gestão de RH eficaz, chegou o momento de entendermos quais são as estratégias que podem ser adotadas em seu negócio para que você usufrua desses ganhos. Confira!

Aposte na tecnologia como aliada

A transformação digital permitiu que diferentes setores pudessem adotar a tecnologia como aliada de suas áreas. Hoje, existem soluções que contribuem para a otimização do trabalho e para a automação das tarefas das mais variadas demandas, permitindo com que a equipe se torne mais estratégica e produtiva.

Por meio de ferramentas que existem no mercado, a área de Recursos Humanos tem a possibilidade de tomar decisões mais acertadas, uma vez que as informações serão mais bem organizadas, além de todas as iniciativas serem baseadas em dados. Conforme abordado, também tem a possibilidade de o setor se tornar mais estratégico, especialmente em períodos desafiadores nos quais a gestão de pessoas se torna fundamental para o crescimento e desenvolvimento da empresa.

Também trará mais economia para a organização, principalmente se considerarmos a facilidade observada em processos seletivos e também no melhor uso de finanças e bens materiais. Com todos esses ganhos, é fundamental que os Recursos Humanos usufruam da tecnologia desenvolvida pelo mercado, de modo que possa contribuir com o crescimento da organização.

Busque soluções inovadoras

Ao mencionarmos as soluções inovadoras, não estamos abordando apenas de ferramentas tecnológicas. Existem estratégias que podem ser aplicadas para trazer maior engajamento de seus profissionais, além de torná-los promotores de sua marca.

A gestão dos benefícios é uma delas. Ao contar com estratégias eficazes nesse sentido, você vai permitir com que o colaborador tenha um apreço maior pela organização, justamente por entender que ela se preocupa com as suas principais necessidades, além de crescer a percepção de poder de consumo. Vai contribuir, também, para o seu sentimento de valorização, sendo motivado continuamente a atingir os objetivos esperados pela empresa.

Para o negócio, os ganhos são relevantes. A performance vai melhorar perceptivelmente, sendo esse um diferencial competitivo no mercado — lembre-se sempre de que, assim como o marketing para seus clientes é um fator de preocupação, o endomarketing deve ser valorizado, uma vez que os clientes internos proporcionarão diretamente melhores resultados.

Adote estratégias para um bom clima organizacional

Chegamos a mencionar sobre a importância do clima organizacional, mas quais estratégias adotar para proporcionar ganhos nesse sentido? Entre as medidas a serem aplicadas, destaca-se a importância de fornecer um ambiente de trabalho que seja adequado às suas necessidades. Ou seja, preocupar-se com a ergonomia de cada colaborador e também com a satisfação particular com o próprio espaço.

Deve-se destacar, também, a necessidade de fazer pesquisas de clima organizacional. Você só terá oportunidades de trazer melhorias caso receba um feedback diretamente daqueles que mais serão beneficiados com as mudanças, que são os próprios colaboradores. Além disso, é essencial que as metas sejam viáveis, uma vez que objetivos inalcançáveis tendem a trazer efeito contrário, desmotivando a equipe como um todo.

Por fim, ofereça horários flexíveis. Entre os ganhos dessa estratégia, mencionamos:

  • redução de custos;
  • aumento da produtividade dos colaboradores;
  • redução de atrasos e faltas sem justificativas;
  • maior engajamento.

Estimule a cultura do feedback

Uma empresa que se preocupa com o desenvolvimento de seus profissionais, certamente está atenta no modo de trabalho de cada um, nas suas competências e desafios enfrentados. Para que eles possam superar suas principais dificuldades, existe a necessidade de contar com o apoio de seus gestores, bem como uma orientação para elaboração de planos de ação a partir dos pontos observados.

Isso só será possível por meio de feedbacks. Para que essa cultura seja implementada, gestores precisam estar capacitados para oferecer um retorno aos seus liderados sobre o seu trabalho e as melhorias que devem ser executadas, bem como os pontos positivos que contribuem para que a equipe obtenha melhores resultados.

O ideal é que todos estejam preparado para que este momento seja objetivo e construtivo. Além disso, é necessário começar pelos pontos fortes e estar sempre disposto a ouvir. A sinceridade e a lealdade são características fundamentais nesse momento, assim como o auxílio para traçar planos. Assim, os colaboradores entenderão a forma de elaborar um feedback, incluindo essa cultura em sua rotina.

É preciso que todos possam auxiliar o colega a desenvolver melhor a sua performance, bem como destacar atitudes que estejam alinhadas com a cultura da organização.

Estimule a prática do 1:1

O 1:1, também conhecido como one-on-one, trata-se de uma reunião que trata sobre determinado tema que vai exigir de uma das partes alguma ação. No entanto, essa prática pode ser contínua em sua empresa. Existem organizações, por exemplo, que gestores fazem reuniões quinzenais com seus liderados, para tratar sobre alguns temas específicos:

  • como está a rotina do liderado;
  • quais são os principais gargalos encontrados para executar as suas funções de forma positiva;
  • quais foram os pontos positivos desses últimos 15 dias;
  • como o colaborador acredita que a sua liderança poderia contribuir de alguma forma;
  • apresentar novidades da equipe e também dos processos da empresa, entre outros pontos.

As vantagens dessa prática são muitas. Por meio dessa estratégia, há uma troca de ideias mais sincera, os colaboradores se sentem de fato ouvidos pelos seus gestores, além de contribuir para o desenvolvimento de seus profissionais. Além disso, o líder terá a oportunidade de receber feedbacks, o que faz a equipe criar vínculos mais fortes e sinceros.

Capacite constantemente a sua equipe

A capacitação da equipe também deve ser priorizada. Nesse contexto, destaca-se não apenas o investimento em profissionais de outras empresas para trazerem as suas experiências, como o próprio aprendizado de membros de sua própria organização. Existem diferentes setores e distintas atribuições em uma organização. Por essa razão, membro de determinada área pode passar as suas experiências para os demais colegas, bem como as suas impressões sobre um tema que tenha mais domínio.

Semanalmente ou quinzenalmente, algum colaborador pode fazer uma pequena palestra sobre determinado assunto. Assim, você vai integrar áreas, permitir com que haja a aplicação dos valores “ensinar” e “aprender”, além de valorizar todas as funções de suas equipes.

Neste conteúdo, você pôde entender de forma mais precisa como fazer uma gestão de RH eficaz. Ao aplicar essas dicas, vai contar com uma cultura organizacional bem estabelecida, além de colaboradores satisfeitos com suas funções e a com sua empresa. Dessa forma, terá resultados não apenas na produtividade, como também na imagem que a organização terá perante o mercado, o que contribui diretamente para melhores resultados.

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